20 de dezembro de 2015

30 Horas de Mountain Bike

O nome da postagem é o mesmo que o atividade do Fernando Fert deu para a atividade dele no Strava, foram mais de 30 horas empenhadas nessa atividade, sendo que um pouco mais de 21 Horas foram realmente com a bunda no banquinho.

O convite foi feito em um grupo do Whatsapp há várias semanas, primeiramente iria passar por Barra do Turvo, depois se resolveu ir direito para Iporanga.

Salvo que é um pedal que demanda tempo, além disso existem os compromissos com trabalho e família. E é um pedal acima de 30 quilômetros, que vai ter que levar peso, se acontecer algo é mais difícil o resgate, então não é o melhor lugar para se mostrar o melhor, mesmo que por um fração de segundo, e ficar o resto da semana enchendo o saco pelo seu "insignificante" feito.

Como sempre poucos aderiram, além do precursor de desafio, iriam o Nildo Lorena e o Pastor.

3h20 do dia 19 de dezembro saíram de frente a Prefeitura de Registro, às 5h35 chegaram em Eldorado e às 9h50 chegaram em Iporanga. Foram 124 quilômetros até Iporanga.

Em Apiaí, depois de encarar uma forte serra, chegaram às 13h20 e saíram às 14h30, 17h30 passaram em Guapiara, onde começou a chuva, e às 19h45 chegaram em Capão Bonito. O Pastor ficou na casa dele, em Capão Bonito, e Fernando e Nildo continuaram. Mas antes filaram uma bóia na casa do Pastor e trouxeram também capas de chuva, segundo Nildo sem elas seria impossível seguir. Até então 261 quilômetros foram percorridos.

Quase 20h50, a dupla saiu de Capão Bonito, a meia noite cruzaram por São Miguel Arcanjo e já passava das 01h30 quando chegaram ao Núcleo de São Miguel Arcanjo do Parque Estadual Carlos Botelho. Já acumulavam 332 quilômetros.

Com rápida conversa com os guardas do parque tiveram sua passagem liberada. Fernando relatou que ficou com medo dos bicho, afinal é Mata Atlântica e pode ter onça.

Eram 04h28 quando chegaram no Núcleo de Sete Barras, já com 364 quilômetros. Dormiram por um período na guarita do portal do parque.

Às 6h18 rumaram para Sete Barras e 07h51 chegaram em Sete Barras, onde avisaram que estavam bem e tomaram um café.

Voltaram para a estrada às 08h11, encontrei com eles às 08h27 e vim os acompanhando.

Às 09h08 concluíram, chegando no Monumento da Imigração, vulgarmente chamado de "Bolas do Clóvis". Concluindo assim a grande volta com 411 quilômetros, cada um ainda chegariam em suas casas, contabilizando mais alguns quilômetros.

Só para informação o arquivo do Strava 68771 pontos coletados a cada segundo que foi rodado. E o arquivo tem mais de 10 megabytes.


























Tem mais fotos aqui.

Clique para ver a atividade no Strava


Ao se despedir já estavam armando outra, se não me engano era para Curitiba.


Vida longa aos corajosos que se dispuseram a participar dessa aventura.


Forte abraço a todos.

16 de dezembro de 2015

A volta do Vale

Semana bem pedalada, na companhia de Emanuel.

No sábado só poderia pedalar depois das 8 horas até ao meio dia, então resolvi tudo que tinha para resolver no sábado e no domingo faria a “A volta do Vale”, com Fernando.

Combinado para as 7 horas em frente a prefeitura, esperei um pouco, chegou o Lucinei e depois o Fernando, que se atrasou pois o pneu estava furado.

Quase 7h30 saímos, no Jardim Esperança encontramos o Nildo e fomos em direção a Pariquera-Açu. Indo para Iguape, um pouco mais de 15 quilômetros o asfalto é horrível, o restante ainda é novo e dá para desenvolver melhor. Às 9h55 chegamos a Iguape.

Fomos até o Cristo Redentor, depois na padaria para fazer um lanche.

Passava das 11 horas quando saímos de Iguape, em direção a Biguá, o calor estava castigando e a água da bidon dava para fazer chá.

Depois de uma hora pedalando, Fernando pediu água ao casal que estava vendendo Lichia na base do SAMU.

Ainda faltavam 16 quilômetros para o início da serra e ainda fizemos uma parada.

Começamos subir a serra paramos na primeira bica, tomei muita água e quase que fiquei lá tomando banho.

Ainda paramos mais uma vez antes do final para comprar 2 litros de caldo de cana, para finalmente seguirmos até o topo da serra para fazer mais um lanche.

Ainda foram mais de 2h30 para chegarmos a Registro, paramos em Juquiá e paramos no pedágio.

No pedágio, o Lucinei decidiu pegar uma carona.

E Fernando, Nildo e eu seguimos pedalando até Registro.

Clique na foto para ver mais fotos

Já fiz a volta no sentido clássico, mas dá forma que fizemos é muito melhor, pois quando a coisa aperta, temos as bicas da serra para reidratar e se refrescar.

Agradeço ao Pai Celestial por mais essa oportunidade


Até

Mirante da Boa Vista - PECB

A meta para 2015 é pedalar 7300 quilômetros, ou seja, pedalar 20 quilômetros por dia em todos os dias de 2015. E dezembro ficou com o saldo dos outros onze meses: 1021,6 quilômetros.

No dia 03, fui até o Mirante da Boa Vista, na Estrada Parque do Parque Estadual Carlos Botelho, que fica quase no km 54. A estrada foi inaugurada no último dia 22 de novembro. Sabia que pela manhã subiram alguns ciclistas de Registro.

Eu iria bem cedo, para ir até São Miguel, mas estava chovendo e estava com gripe. Então sai depois do almoço, sem chuva, mas com o cara de chuva a qualquer momento. Antes de Sete Barras já teve alguns pingos. Fui sem parada. O trecho entre Sete Barras e o Ribeirão da Serra continua sendo muito ruim. Informei o guarda do parque que iria até o mirante, perguntei se três ciclistas tinham subido e ele respondeu que subiram dois.

Fui até o mirante apenas para chegar lá, mas sabia que não daria para ver nada.

Chegando ao mirante começou a chover. Com o corpo quente e sem corta vento passei muito frio descendo.

No núcleo de Sete Barras fiquei esperando a dupla que estava descendo, segundo informações que foram passadas por rádio eles já deveriam estar chegando.

Não tardaram a chegar, eram o Fernando e o André. Até o Ribeirão da serra foi tranqüilo, mas depois foi sofrido.

Paramos em Sete Barras para um café e depois rumamos para Registro. Eu comecei a sentir o cansaço e os dois, que já haviam pedalado muito mais, deslancharam.

Ainda me esperaram antes do trevo de Sete Barras.

Despedimos-nos e cada um tomou seu rumo.

Clique na imagem para ver mais fotos.

Pra mim ficou a lição que tenho que comer muito arroz com feijão para um dia chegar a São Miguel Arcanjo pedalando. Gostei muito da estrada e pretendo voltar várias vezes.

12 de novembro de 2015

Rapadura: uma suplementação barata e nutritiva

A postagem é antiga, mas é muita boa.

Em Registro tem um casal que faz rapadura com gengibre, mamão ou amendoim. Esses tempo atrás eu fui e comprei um tijolo ou tablete, por R$ 20,00 e era com amendoim, era a única que tinha no momento.

Como é na zona rural, vou deixar a localização do casal: S 24 33.837 W 48 03.449

Também encontrei as Rapadurinha de Minas, na Natural Honey.

Passei a usar a rapadura depois que enjoei dos carboidratos em gel. E vario com mel e paçoquinha.

Lá vai a postagem:

A fabricação da rapadura iniciou-se nas ilhas Canárias, como uma solução prática de transporte de alimentos que resistia durante meses às mudanças atmosféricas, visto que o açúcar ficava úmido e com aspecto melado.
A rapadura é feita a partir do caldo da cana e seu processo de fabricação é praticamente todo artesanal, tendo um custo de produção mais elevado que o açúcar. Porém é mais nutritivo, além de não conter qualquer aditivo químico. É a versão integral do açúcar.
A rapadura é uma boa fonte de carboidratos
Enquanto o açúcar refinado é feito exclusivamente de sacarose, a rapadura possui excelentes propriedades nutricionais.
100 gramas desse doce fornecem:
-312 kcal
-75g de carboidrato
-70mg de cálcio
-55mg de fósforo
-12mg de potássio
-80mg de magnésio
-0,01mg de vitamina B1
-0,01mg de vitamina B6
-7mg de vitamina C
-2mg de vitamina A
Sua utilidade é extensa e varia de acordo com os hábitos culturais de cada região onde é utilizada. No Brasil, é utilizada em substituição ao açúcar, como sobremesa e principalmente como complemento na alimentação de populações mais carentes (adicionada nas cestas básicas e na merenda escolar da região Nordeste). Também pode ser utilizada como medicamento e como ingrediente de drinks e molhos.
Para os atletas, principalmente os de endurance que precisam de uma maior quantidade de energia, é uma ótima opção. Além de a rapadura fornecer energia, ainda fornece vitaminas e minerais, tendo vantagem sobre as outras fontes de açúcar consumidas por muitos atletas. Um exemplo é a maltodextrina, um suplemento muito utilizado, mas que só fornece carboidratos (açúcar).
Por ser um alimento de alto índice glicêmico, eu não recomendo seu uso antes dos treinos. Ao ser consumido antes do treino (1 hora ), pode provocar a hipoglicemia de rebote (que é causada quando ocorre um pico muito alto de glicemia). O ideal é consumir durante e após os treinos.


Copiado daqui.

Só veja!!!


4 de novembro de 2015

As subidas que quero encarar

Listo aqui as subidas que ainda quero encarar.

Para isso acontecer dependo de vários fatores, por isso é uma lista que não tenho previsão para concluí-la. Tenho 34 anos, então acredito ter um bom tempo para concluí-la e colocar mais algumas subidas na lista ainda.















Gran Fondo 120 - Outubro/2015

Ingressei no desafio, não tinha conseguido concluir e o mês estava acabando. Aproveitei o feriado do Dia do Funcionário Público(30/10) para tentar concluir.

Planejei fazer da forma mais simples possível, que seria ir até Juquiá, no km 414 e ir até jacupiranga, no km 475. Como moro próximo ao km 448, se na metade quisesse desistir já estaria próximo de casa.

Sai cedinho, tomei chuva nos 4 quilômetros antes de Juquiá, tanto na ida como na volta. Quando estava passando em Registro comi o lanche que levei.

No km 456, três galáticos me passaram e o último passou falando para eu ir na roda. Vou nada!!!

Fui até Jacupiranga e voltei para casa. Fiz todo o percurso sem parar e cheguei me arrastando.


Agradeço ao Pai Celestial.

26 de outubro de 2015

Os últimos pedais

Owwwww, galera pedalante!!!

Mês de outubro começou como terminou setembro, chovendo!!!

Não tenho medo de chuva, mas sair com chuva é bem diferente de pegar chuva já pedalando. Além disso, tem situações que é melhor evitar. Não serei mais ciclista por sair pedalando na chuva.

Então, no dia 10 de outubro foi o primeiro pedal mais longo e resolvi ir para a zona rural, caiu uma forte chuva pela manhã, mas logo depois do almoço o sol começou a brilhar. Sai de casa um pouco antes das 3 da tarde e segui sentido ao Bairro Xangrilá. Depois disso fui pra trilha do sabão, bairro Raposa, bairro Boa Vista e Itopamirim.







 Depois segui para a Barra do Rio Juquiá e vim margeando o Rio Ribeira de Iguape até a Praça Beira Rio.


No dia 12 de outubro fui para Cajati, fazer um bate e volta, sem novidade.


E no dia 17 de outubro, último dia antes do horário de verão, a pretensão era ir até Miracatu, mas antes resolvi subir a Serra de Biguá.

Sai de casa 5 e meia, um pouco antes do bairro Arapongal já senti uma garoa, que ficou bem grossa e me seguiu até Juquiá. E segui com asfalto seco, entrei para a estrada de Biguá, comecei a subir a serra, no meio da serra começou a chover e me acompanhou até o final da serra.


Como de costume, tomei um café e comi uma coxinha. Sabia que estava fazendo errado, pois ia sentir um baita frio no momento de descer a serra. E foi isso que aconteceu.

Na BR-116, fui até Miracatu e fiz o retorno para Registro.

Na volta ainda peguei uma garoa depois de Juquiá, mas nada muito forte.


No dia 24 de outubro, fui convidado pelo Everson para um pedal, ele ia deixar o carro para fazer revisão e iríamos até Jacupiranga. Combinamos para as 8 horas e as 10 horas já estava chegando em casa.

A novidade foi que fecharam os retornos, em nível, da BR-116, tanto o da Borracharia do Capinzal quanto o do Posto 4 Irmãos. Agora para retornar só nos viadutos.


Deu tempo para ir, antes do almoço, com Emanuel para o Chá Ribeira para fazer o primeiro pedal pela Zona Rural.





E assim vem sendo o mês de outubro. Com a Graça do Pai Celestial.


Até mais.

20 de outubro de 2015

Setembro 2015

Para começar falar do mês de setembro, tenho que falar que no último final de semana do mês de agosto fui para SP-165, entre Sete Barras e Juquiá. Repetindo o pedal que fiz no dia 25 de outubro de 2014.

Sai cedinho, só parei no pedágio da Régis para tomar um café, depois de quase 80 quilômetros.


Fiz o trajeto da forma mais direta e fechei a atividade com 100 quilômetros certinhos.

Depois de 6163 quilômetros rodados foi trocado a corrente e o cassete. Foi colocado uma corrente KMC Z51 e um cassete de 8 velocidades (11-13-15-17-19-21-24-28).

Fui mantendo os treinos de quarta-feira, que, não sei se já falei isso antes aqui, apesar de ser pertinho de casa é chato pra caramba, pois é um circuito em forma de "U".

Nos finais de semana do dia 06 e 13 de setembro, por causa da chuva não pedalei.

No dia 19 fiz a volta Jacupiranga-Eldorado-Sete Barras. Com uma baita de uma fome entrei no Bairro Itopamirim para com no botequinho da vila.


Depois da troca do cassete e corrente, sabia que teria que trocar o câmbio traseiro, mas o passador não iria funcionar bem. Então resolvi colocar um cassete de 7 velocidades (12-14-16-18-20-22-24), do mesmo que estava instalado anteriormente. E guardar o cassete de 8 velocidades para o futuro.

E no dia 26 de setembro, mesmo com o tempo carrancudo, fui a tarde para Jacupiranga. Mas voltei com chuva.





E o mês de setembro foi minguadinho, com apenas 404,5 quilômetros pedalados.



Até mais.

Brou Bruto manda recado para Fert

Nessa semana está acontecendo o Brasil Ride e o Brou Bruto mandou um recado para o Fernando Fert.

Confira:


É isso ai!!!

17 de agosto de 2015

Pedais da semana

Essa semana teve vários pedais, mas o que foi "trash" foi o do sábado. Tenho que falar "trash" por ser longo e cansativo, pois o tenho pedalado com o Emanuel e com ele o pedal é muito legal, mesmo sendo curtinho. E também teve o pedal para o trabalho.

Na quarta fui fazer um pedal no Distrito Industrial e os ciclistas estavam treinando, pois no final de semana teria o Paulista de Resistência, na Ilha Comprida, e no dia 23 de agosto tem a 2ª etapa da 1ª Copa Vale, em Registro. Fui com minha Caloi 10 sem marcha, pois nem me atrevo a andar em pelotão, mas fiquei surpreso com os elogios do meu ritmo. Posso até andar bem, mas não é pra tanto.

Durante a semana pedi para entrar em um grupo do Uátizapi para fazer um convite em que iria repetir um pedal que fiz no ano passado. Deu a lógica. Fiz mais um convite pessoal, mas também não consegui companhia.

No sábado um pouco antes das 5h40 sai de casa, ainda pedalei no escuro por uns 40 minutos. A intenção era ir até o retorno do quilômetro 527.

Durante a ida, fui amadurecendo a ideia de encarar a subida ao Mirante do Aleixo. Não queria ir sozinho, por isso fiz os convites, a subida é bem íngreme e teria que tomar muito cuidado para descer. Mas estava decidido a ir e fazer tudo com muito cuidado.

Com quase 2 horas comecei a subir a Serra do Azeite, que estava muito tranquila. Depois do acesso ao Bairro Capelinha é que a subida fica mais forte, os caminhões passam mais próximos, mas nada que assuste.

Terminada a serra mais um pouco cheguei no acesso do mirante, mas agora tem um portão, que estava fechado, nem parei, mas vi que tinha o logo da Polícia Rodoviária Federal.

Então fui para o retorno, muito bacana pedalar nesse trecho da BR-116, fiz o retorno e percebi que o pneu traseiro estava murcho.


Fui até o Posto da Polícia Rodoviária e enchi o pneu, mas antes de começar a descer a serra, verifiquei e fiz a troca da câmara, não identifiquei o furo.

Fiz a troca em um ponto de ônibus em frente a placa do quilômetro 523. E para constar, contei a bombadas que dei com minha bombinha para o pneu ficar com uma pressão aproximada e foram 110 bombadas.

Comecei a descer a serra e aproveitei que estava livre. No quilômetro 500 parei para fazer um lanche, pois as bisnaguinhas com requeijão e bolo de laranja já estavam acabando.

Feito o lanche, enchi a garrafinha na geladeira do posto e as 13h20 cheguei em casa.


Ainda no final da tarde fui fazer um pedalzinho com Emanuel na cadeirinha e Dany. E no domingo também.























Agradeço muito a Pai Celestial.



Até mais.


E.T.: Hoje eu vendi a Caloi 10 por R$ 200, espero não me arrepender. Tenho outros quadros e quem sabe eu ainda monte uma bicicleta com a mesma simplicidade.

4 de agosto de 2015

A Mountain Bike

Em dezembro de 2012 comprei o quadro Gios Rally para substituir a Savoy. Na época, só não troquei as rodas, mas quatro meses depois já instalei rodas novas.

Fiquei feliz com o destino que estava dando a bicicleta nova, conhecia lugares novos em Registro e cidades vizinhas, inclusive a Estrada do Despraiado e Estrada do Canha. Rodei por uns 5000 quilômetros e, em maio de 2014, troquei a relação completa, coloquei uma relação mais longa. 

Esse foi um dos erros, retirei o (ou a) pedivela de 24, 34 e 42 dentes para colocar um de 28, 38 e 48 dentes, além disso, troquei o cassete 11-32 por um 11-30. Deixei de pedalar “solto” para pedalar fazendo “força”. Pouca coisa, mas forçado.

Logo no primeiro pedal, chegando em casa, a bicicleta fica sem tração, quebrou uma molinha do núcleo. Acredito que isso se deu por causa de um mecânico que só fazia o serviço na hora que eu chegava para buscar a bicicleta, fazia o serviço correndo e conversando com outros clientes. Por causa dessa molinha tive que instalar um cubo novo.

Os pedais foram tendo maiores distância, mas queria cumprir em um mesmo espaço de tempo. Não deixei de conhecer novos lugares, mas estava perdendo o espírito do cicloturismo.

Em julho de 2014, resolvi participar de uma prova, no estilo randonèe, em Pedro de Toledo, na Estrada do Despraiado. Muita lama, tempo correndo, bicicleta toda suja e metal contra metal esmerilhando tudo.

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Fiz mais alguns pedais, alguns bem longos no final do ano de 2014. E já tinha trocado a corrente que foi gasta com um pouco mais de 1200 quilômetros. Troquei a corrente, mas ficou pulando em alguns pinhões do cassete. As roldanas do câmbio não duraram nem 500 quilômetros.

Fiz dois ou três pedais com a Mountain Bike no ano de 2015.

No dia 03 de agosto de 2015, também conhecido por ontem, acordei cedinho, fui apertar a caixa de direção que foi trocada para ir para a Bulha em junho.

A noite fui fazer um pedal, só podia usar os pinhões das extremidades, pois os outros estavam pulando demais. Ontem mesmo, chegou dois cassetes novos, um para a Mountain Bike e outro para a estradeira. Mas não é só isso, tem o movimento central que está rangendo e precisa de troca.

Resumindo, quero dar um novo destino para essa bicicleta. Quero trocar as peças que precisa, vou recusar todos os convites que tenho para esses pedais malucos e retornar a fazer o que eu fazia. E pedalar com Dany e Emanuel pelas estradas próximas e pelas praias.

3 de agosto de 2015

Registro - Iguape II

Olá!!!


Pela segunda vez faço o pedal Registro - Iguape, a primeira você pode conferir clicando aqui. E dessa vez fui sozinho e durante as festividades do Padroeiro Bom Jesus de Iguape. E tem suas coisas boas e tem as coisas ruins.

As coisas ruins farei uma nota no final da postagem para quem quiser ou não ler.

Quanto as coisas boas, aponto a fé das pessoas em sair peregrinando, seja buscando ou agradecendo alguma graça, ou apoiando algum amigo ou parente. Também aponto a generosidade das pessoas em arrecadar alimentos para pessoas mais carentes. Devido as festividades foi a melhor época para se pedalar por essas estradas.

Quanto a minha participação, começa no início da semana, quando resolvo que logo no começo do mês vou conquistar o Gran Fondo 150.

Acordei cedo, um pouco antes das 5 horas, tinha dormido muito bem, enrolei um pouco, tomei café e um pouco depois das 6h15 comecei a pedalada. E como toda pedalada longa, começo pensando na energia necessária para o final da pedalada.

Com quase 1h45, depois de 47 quilômetros, começo a subir a Serra de Biguá. Estava de manguito e corta-vento, suando bagarai, mas foi começar descer a serra já estava arrependido por não estar melhor agasalhado.

Ainda parei na serra para fazer uma foto.




Depois da serra é o marco quilométrico 11 e em Iguape é o 54. Do meu lado direito, cavaleiros e algumas charretes. E do meu lado esquerdo, na contra mão, caminhantes.

Mantinha boa velocidade, mas no Km 18 fechou tudo, pensei ser um acidente, mas eram as comitivas, com seus caminhões e carros de apoio, parados a beira da estrada. Mais ou menos uma cidade pequena em final de semana.

Fui pedalando e no quilômetro 38 a saída da Estrada do Peropava, a maioria dos caminhantes e ciclistas de Registro passariam por essa estrada.

A partir dai comecei a identificar as pessoas conhecidas e depois da Ponte do Matias encontrei a professora Lígia Monteiro.

Cheguei em Iguape, na Praça da Basílica, às 10h04.

Fiquei um tempo por lá, comi as batatas e ovos de codorna cozidos que levei.

Quase 10h45 cheguei na rodovia sentido Pariquera-Açu. São 44 quilômetros que separam as duas cidades. Por uns 15 quilômetros o asfalto é bom e depois é deplorável.

Imaginei fazer uma parada na metade do caminho por conta do forte sol, só consegui parar em uma pequena pastelaria, onde tomei um refrigerante, quatro paçoquinha e abasteci as garrafinhas.

Bem movimentado esse pastel, com muitos ciclistas. E fiquei um 25 minutos parado.

Depois foi montar na bicicleta e só parar em casa. E com 1h45 cheguei em casa para comer aquele pratão de feijão com arroz.


Agradeço ao Pai Celestial por tudo. Também agradeço aos meus amores: Dany e Emanuel.

Agradeço aos elogios dos conhecidos, mas eu não fiz nada que seja impossível para vocês.


E.T.: Assim como acho bonito os peregrinos, creio que a maior parte vai para fazer farra. A maioria dos cavaleiros bebendo, logo cedo, e maltratando os animais.

As pessoas que se mobilizam para arrecadar alimentos para as famílias necessitadas deveriam se mobilizar em outras épocas do ano, afinal as pessoas são necessitadas a todo tempo. E também, longe das televisões.

Aos ciclistas, existe todo o resto do ano para mostrar que vocês podem manter boa média de velocidade. Não precisa usar essa época do ano, para "humilhar" aquele que treinam o ano todo para cumprir sua promessa, pessoal ou religiosa, de chegar pedalando em Iguape. Afinal, andar de bicicleta 33 marchas é fácil, quero ver descer a Serra da Macaca, de Barra Circular com bagagem.

29 de julho de 2015

Encarando a estrada de terra

Entrei em dois desafios no Strava, um era o Gran Fondo 130 e o outro era o Alpe d’Huez Climbing Challenge. É bom por um lado, pois pedalo sozinho e isso me motiva a pedalar, é ruim por outro lado, pois meu orgulho não me deixa desistir.

E eles começaram e eu acabei indo para São Paulo, fiquei uma semana fazendo curso, só chegaria na tarde do dia 25 de julho. Por sorte fui liberado ao meio dia da sexta, dia 24, e pude chegar em Registro, ainda na sexta.

Ultimamente, não tenho pedalado pela manhã. Já tinha pensado em um trajeto e foi nele que fui, nele tinha 12 quilômetros de estrada de terra.O trecho de terra já tinha feito, confira aqui.

Sai de casa um pouco antes das 13 Horas, segui em direção à Sete Barras e depois para Eldorado. Cheguei em Eldorado passava das 14h30, fiz um lanche para garantir e segui para o Bairro Itapeúna, distante 16 quilômetros.

A partir de Itapeúna foram 12 quilômetros de estrada de terra, em boas condições, depois mais 10 quilômetros para chegar em Cajati.

Cheguei em Cajati, comprei uma Coca e fui para o pedágio, lá sentei comi os cookies que tinha levado e tomei a Coca.

Nessa hora bateu a preguiça, mas tinha quase 40 quilômetros até em casa.

Mas ainda cheguei em casa às 18h15.







Agradeço ao Pai Celestial.

7 de julho de 2015

As férias

Owwww!!!


Contando os dois últimos dias do mês de maio, minhas férias tiveram 32 dias.

Nesses 32 dias pedalei por 1008,9 quilômetros em 34h03min e em 13 oportunidades.

Mas analisando, tive férias com vários dias, no qual 9 dias estava viajando, eu pedalei bem pouco.

Teve os afazeres de casa e a preguiça que por vezes não deixou.

Não fui para nenhum lugar diferente, fiquei basicamente na BR-116 e aproveitei os cafés nos “Serviços de Atendimento aos Usuários“, nos pedágios.

A primeira semana aproveitei bem, já a segunda nem pedalei e no final da segunda semana, durante uma viagem tive uma virose, me recuperei rápido, mas me alimentava sem apetite. Mesmo assim, na 2ª e 3ª feira pedalei por perto e na 4ª feira fui para a Serra de Biguá, o rendimento foi ruim, tanto que cheguei já não tinha luz natural, mas cheguei com uma fome que comi todo o arroz com frango que sobrou do almoço. E mais tarde encomendei uma pizza.

No dia 21, até tentei fazer um pedal rural, no meio da semana pedi para trocar a caixa de direção da MTB, não pedalei nem 2 quilômetros e vi que a caixa de direção já havia se soltado. Fiz a volta para casa. Nesse dia pretendia ir para a Bulha, local que, no dia 19 de julho, irá acontecer mais uma etapa do Circuito Ubuntu. No final, até gostei, gosto muito das estradas da Bulha, mas vou deixar para ir depois dessa muvuca de prova de MTB, é tanto “mimimi”, que deixa a impressão que só existe esse lugar ou que foi descoberto só agora.

Aproveitei o resto da manhã para ir para até Jacupiranga com a estradeira, mas no Posto 4 Irmãos percebi o pneu traseiro vazio, preferi encher e voltar para casa, ainda precisei encher por mais duas vezes para chegar em casa.

Foi o primeiro furo desde 07 de abril, fique mais de dois meses sem furos no pneu.

No dia 23, sai no início da tarde, fui até o Viaduto do Morro Seco e iria até o Posto 4 Irmãos, mas chegando no Posto 4 Irmãos resolvi ir até Jacupiranga e chegando em Jacupiranga resolvi ir até Cajati. 

Aproveitei, parei no SAU e tomei um café. Faltando um pouco mais 20 quilômetros para chegar em casa, ouço o pneu esvaziando rápido, parei e ainda pude ver onde vazava. Foi um corte no pneu, já era final de tarde, fiquei preocupado, procurei por algo no acostamento e como não achei nada usei um cartão telefônico que carrego comigo faz tempo, nem sei se ainda funcionava, mas foi útil como manchão. Cheguei em casa no escuro, mas com 137 quilômetros rodados

Em casa, troquei o pneu, pois já passava dos 3500 quilômetros, o que por R$ 42,90, já estava no lucro. Como sempre, retirei o pneu dianteiro, instalei na roda traseira e o pneu novo instalei na roda dianteira.

No último dia de férias fui até Cajati, parei no pedágio para um café e comi os cookies que levei, na volta tive um furo no pneu dianteiro, o novo, mas cheguei em casa ainda de dia.


Em Tempo 1: Os pneus que uso ultimamente são CST 1390, no entanto percebi que tem construções diferentes, o que retirei da bicicleta é mais duro, difícil de tirar e colocar na roda, na lateral tem um logo CST Road e olhando as inscrições laterais é denominado CST 1390-5, já o recém instalado é flexível, fácil de tirar e por na roda, não tem logo nenhum e nas inscrições laterais informa CST 1390-1. Logo de cara percebi que os novos serão bem frágeis contra furos, tanto que já furou, mas quanto a rolagem são bem melhores.

Em Tempo 2: Na maioria das vezes pedalei no período da tarde, com sol forte e, algumas vezes, com vento contra. Achei muito bom pedalar nessas condições, assim me preparo para as provas, no estilo randonèe, que pretendo fazer.

Em Tempo 3: Comprei um manguito e um corta vento da marca Mauro Ribeiro e são muito bons.


Agradeço ao Pai Celestial por uma férias tão feliz ao lado da minha família e fazer algumas pedaladas.


Até

29 de maio de 2015

Alimentação: a importância dos carboidratos na refeição dos ciclistas!

Último dia de trampo e férias chegando, quero aproveitar todas as manhãs possíveis para uma pedalada. E para isso, é preciso manter uma boa alimentação.

Minha alimentação é um baita café da manhã e um bom almoço, com um prato colorido, mas tenho que mehorar. Pesquisando, encontrei o texto abaixo.

carboidratos ciclismo
Para quem é apaixonado por bike, andar de bicicleta faz parte de uma rotina, muitas vezes, bastante intensa, de forte exigência física e nutricional, e por isso, dependente de muita energia. O desgaste energético e de hidratação são condições comuns na prática, que tem a nutrição como uma grande aliada. Odesempenho em provas e treinos tem relação direta com uma hidratação adequada e com a ingestão correta de carboidratos. Além de todos os benefícios, a energia dos carboidratos é liberada em uma velocidade até três vezes maior do que a derivada da gordura. E, o que isso significa? Vantagens, claro: menos cansaçomais força e velocidade superior no pedal.
alimentação ciclismo - carboidratos
No ciclismo, esse combustível costuma ser usado na forma de gel, de barra e de bebidas esportivas. Porém, isso não significa que não podemos encontrá-lo nosalimentos naturais, como pão, arroz e macarrão, livres de aditivos químicos. Mas, aí surge outra grande dúvida: qual a quantidade correta? E, para responder essa pergunta há algumas considerações importantes:
– Se tratando de alimentos naturais, a melhor forma é descobrir o índice glicêmico (IG) de cada um deles e, consequentemente, a velocidade de absorção pelo organismo.
indice glicemico
– A Intensidade e duração do treino e a quantidade de músculos envolvidos na atividade apontam, ainda, para outro cálculo fundamental.
tabela consumo de carboidrato ciclista
Esse índice é fundamental! Fique ligado, consumir uma porcentagem muito menor do que a indicada resulta na sensação de fadiga, músculos mais pesados e dificuldade de concentração para manter o ritmo da pedalada de forma confortável e funcional.
Aproveite as indicações da tabela de alimentos caseiros pela quantidade de carboidrato, cuide bem da sua alimentação e prepare-se para a sua melhor performance:
tabela alimentos carboidrato

Texto copiado daqui.

19 de maio de 2015

Pedalando no inverno

Com a chegada do outono/inverno, o clima passa a ser bem mais hostil aos ciclistas urbanos. As baixíssimas temperaturas observadas nas manhãs e finais de tarde contrastam com o sol e temperaturas mais elevadas durante o dia. A escolha do vestuário adequado para a pedalada torna-se importantíssima, de modo a proporcionar conforto e proteção ao ciclista.

Pedalar é uma atividade que demanda esforço físico; então é inevitável que o corpo eleve sua temperatura. Isso é bom de um lado e ruim de outro: ao elevar a temperatura do corpo o ciclista fica menos sujeito ao frio, porém, se não houver um controle da temperatura, o ciclista passa a sofrer do desconforto do excesso de calor e suor. Por isso mesmo, roupas de frio comuns não são totalmente adequadas e indicadas para o pedal.

O vestuário ideal é aquele que permite a perda de excesso de calor gerado pela pedalada, sem, contudo, expor o ciclista ao frio. Essa característica está diretamente ligada à capacidade do material permitir a evaporação do suor, que controla a temperatura corporal. Materiais sintéticos são mais eficientes nesse ponto, portanto roupas de algodão devem ser evitadas. O algodão demora mais para secar quando molhado, acumulando suor. Após cessar a atividade física (a pedalada), o suor contido no tecido irá esfriar, gerando desconforto ao ciclista, podendo até mesmo provocar gripes e resfriados.

Mesmo nos dias mais frios não é necessária uma montanha de roupas para se proteger das baixas temperaturas a que estamos expostos durante a pedalada. Pelo contrário. Peças leves e confortáveis podem trazer a proteção e o conforto desejado.

O ciclismo esportivo trouxe diversas contribuições para os ciclistas urbanos no que tange o vestuário, e algumas delas impressionam pela simplicidade e praticidade, inclusive podendo ser utilizadas conjuntamente com roupas comuns.

É o caso dos manguitos e pernitos. Essas peças de nomes estranhos nada mais são que extensões de camisas e bermudas de ciclismo. Mas podem ser utilizados por baixo da roupa comum, auxiliando na retenção do calor, ao mesmo tempo que permite a evaporação do suor. Outra enorme vantagem é a facilidade de colocação e retirada, caso o tempo mude.

Ambos são fabricados em lycra, ficando justos nas pernas e braços. O custo varia de acordo com o material e marca, mas peças de qualidade comprovada custam em torno de R$ 20 (manguitos) e R$ 30 (pernitos), o par.

Costumo utilizar os manguitos por baixo (ou sobre) as mangas de jaquetas, assim evito ter os pulsos expostos ao vento.

Outra peça interessante e muito prática é a chamada “segunda pele”. São camisas (de manga curta ou longa) e calças justas, de material muito agradável ao toque, e que permitem um conforto muito grande, pois absorvem o suor da pele, dissipando a umidade mais rapidamente. São ótimas para serem utilizadas por baixo de conjuntos “trainning” ou qualquer outra roupa.
Se você pedala grandes distâncias diariamente, o uso de calças de ciclismo é recomendável, principalmente pela existência do forro, que proporciona conforto e evita assaduras provocadas pelo selim.

A calça pode ser utilizada sem complemento, enquanto a segunda pele não deve ser utilizada de forma solitária. Porém nada impede que você utilize uma bermuda ou calça comum sobre a calça de ciclismo, caso não se sinta confortável com a aparência que esta proporciona.

O preço de uma calça de ciclismo começa em torno de R$ 60, de marca nacional de boa qualidade.

Para a parte superior do corpo, existem jaquetas especialmente desenhadas para a prática do ciclismo, contendo inclusive os característicos bolsos traseiros (algumas vezes com zíper).

A vantagem destas jaquetas é que foram desenhadas pensando na proteção contra o frio durante a pedalada, sendo muito eficientes na absorção do suor da pele e dissipação da umidade proveniente deste. O seu desenho e acabamento permitem que sejam utilizadas sem qualquer peça por baixo, facilitando esta troca de calor e umidade com o ambiente externo. Porém, em caso de muito frio, é recomendável vestir uma camisa (de preferência de material sintético) ou até mesmo uma segunda pele.

Existem diversos modelos de jaquetas de ciclismo, porém marcas nacionais de boa qualidade possuem modelos com preços que variam de R$ 90 a R$ 150.

Até mesmo os pés não estão abandonados à própria sorte quando o assunto é o frio. As sapatilhas específicas para ciclismo possuem um sistema de ventilação avançado, o que as torna (ou os pés dentro delas) muito suscetíveis ao frio.

Para isso, existem peças específicas para cobrir as sapatilhas ou tênis durante a pedalada, as chamadas botinhas. Elas são fabricadas em neopreme ou lycra, podendo ou não possuir zíper para facilitar a colocação. Normalmente apresentam aplique de material refletivo, o que ajuda na segurança para pedaladas noturnas.

As botinhas são desenhadas para utilização em sapatilhas, portanto possuem furos específicos para o taco (que promove a fixação no pedal) e no calcanhar, onde as sapatilhas possuem um apoio de borracha para evitar tombos. Porém as mesmas podem ser utilizadas com tênis comuns, observando-se apenas que haverá um desgaste da parte inferior, que entrará em contato com o pedal e o calçamento durante a caminhada.

As botinhas são bastante práticas também na proteção contra a chuva. Elas em si não possuem a capacidade de barrar a entrada da água, porém podem cobrir sacos plásticos, sacolas ou até mesmo filme plástico (utilizado para embalar alimentos) que viriam a proteger os tênis/sapatilhas da água.

Nem é preciso lembrar da necessidade de boas luvas, por motivos óbvios. O uso de luvas impede a exposição direta das articulações ao frio, o que pode provocar problemas como artrite. E também protege as mãos em caso de tombo, evitando ferimentos mais graves.
Existem luvas para todos os gostos e bolsos, porém não é preciso gastar fortunas para se obter um bom produto. Linhas nacionais de produtos para ciclismo oferecem luvas de excelente qualidade por preços módicos. Modelos de dedo fechado podem ser encontrados por R$ 35 ou pouco mais.

Ao adquirir uma luva, procure optar por modelos que possuam acolchoamento na palma da mão. Esse forro ajuda a absorver as vibrações e pancadas provenientes do guidão, evitando dores e outros problemas.

Não é muito aconselhável a utilização de luvas de volume exagerado (tipo montanhismo) ou sem a existência de antiderrapante nos dedos. Ambos os casos podem provocar dificuldade na operação de manetes de freio e câmbio, dificultando a pedalada ou, na pior das hipóteses, provocando incidentes.

A cabeça também merece atenção, em especial as orelhas (e ouvidos) e a nuca, que quando descoberta potencializa a sensação de frio.

A cabeça é responsável por uma parcela significativa de nossa transpiração, pela existência de grande quantidade de vasos sanguíneos no couro cabeludo, e consequentemente circulação sanguínea.

Portanto não é recomendável cobrir totalmente a cabeça na prática de atividades físicas, pelo desconforto proveniente da elevação da temperatura da região e também pelo suor gerado. Para evitar estes problemas existem duas alternativas aos ciclistas: os gorros ajustáveis e as bandanas.

Os gorros ajustáveis possuem um elástico ou cordão na parte superior, permitindo a abertura total ou parcial do mesmo.

Com esta opção, é possível ventilar a parte superior da cabeça sem, no entanto, expor a mesma ao vento frio. Também é possível utilizar sob o capacete de ciclismo, desde que o mesmo possua regulagem para se ajustar ao volume adicional do gorro.

Outro uso interessante para este tipo de gorro é o de pescoceira. Abrindo-se o elástico totalmente é possível utilizar o gorro de ponta cabeça, cobrindo o pescoço e nuca. É prático e confortável. Um gorro ajustável da marca nacional Curtlo custa em torno de R$ 25.

As bandanas (ou testeiras) são peças que recobrem a testa, orelhas e parte da nuca do ciclista, deixando o topo da cabeça livre para o uso do capacete. É o ideal para a prática de ciclismo, pois evita o superaquecimento da cabeça e protege as partes críticas que normalmente ficam expostas.Testeiras de fabricação nacional como Mauro Ribeiro ou Adenosina custam de R$ 20 a 25.

E finalmente, em caso de chuva, nada mais simples que uma capa de chuva, não é? Errado! Capas de chuva comuns tornam-se verdadeiras saunas quando utilizadas por ciclistas. Não é incomum o ciclista ficar mais molhado por causa do suor do que pela chuva, caso não estivesse utilizando a capa.

Para isso existem capas desenhadas exclusivamente para ciclistas, com duas características interessantes: aberturas sob os braços e nas costas, para expelir o calor e suor; e o maior comprimento da parte traseira, evitando que o ciclista tenha suas calças encharcadas pela água impulsionada pela roda traseira.

As capas também são muito compactas, podendo ser dobradas de forma que caibam no bolso traseiro de uma camisa de ciclismo. Boas capas de chuva custam entre R$ 65 e 85.

A combinação das peças de vestuário apresentadas pode proporcionar a proteção necessária para qualquer tempo, seja uma manhã gelada ou um dia de temperaturas amenas e chuva leve. Por exemplo: em dias excepcionalmente frios, a calça pode ser complementada pelos pernitos ou pela segunda pele, assim como a jaqueta pelos manguitos. A capa de chuva por cima da jaqueta também é uma opção. Em dias amenos, os manguitos e pernitos em conjunto da bermuda e uma camiseta já são suficientes.

O custo relativamente (e aparentemente) elevado das peças especialmente desenhadas para o ciclismo pode desencorajar a compra, porém a tecnologia utilizada e o fato de serem pensadas para a pedalada compensam o investimento. Por experiência aprendi que a utilização de tais peças poupa as roupas “normais” no dia-a-dia, além de trazer maior conforto, praticidade e proteção.

Esse produtos podem ser encontrados em lojas especializadas de ciclismo ou lojas de montanhismo e aventura.

Um abraço e boas pedaladas! Com qualquer tempo!


Esse artigo foi escrito por Paulo Roberto Rodachinski, que mora em Curitiba e usa a bicicleta diariamente como meio de transporte.

O artigo foi publicado em partes 1, 2 e 3, no site Transporte Humano.

11 de maio de 2015

Novidades

Owwwww!!!


O pedal da semana foi até Cajati, não teve nada de interessante. Convidei o Fernando, mas ele iria mais tarde com Robson Ribeiro Dias e Everaldo.

Ainda no final da tarde de sábado fui convidado a me juntar ao pelotão do domingo de manhã, que iria para Cajati. Não pude por ter outros compromissos, mas tenho um "cagacinho" de fazer besteira no pelotão e fazer um strike.

Além do mais, depois de sábado, estou com uma dor nas pernas.

A novidade mesmo, fica para o novo uniforme da Equipe de Ciclismo de Registro. Já que é uma nova equipe, ligada a Secretaria Municipal de Esportes.


A foto é do Instagram do Fernando Fert.

A outra é sobre a 1ª Copa Vale de Ciclismo Amador 2015


Programação:

Data: 07/06/2015.

Local: Em Registro, na avenida Wild José de Souza, na rua da Previdência Social. Creio que seja o mesmo percurso do evento de dezembro de 2013

Horário: Concentração a partir das 13h00 e largada às 14h00.

Categorias de Base:
Mirim (M/F) 08 e 09 anos.
Infantil (M/F) 10 e 11 anos.
Infanto Juvenil (M/F) 12, 13 e 14 anos.
Juvenil (M/F) 15 e 16 anos.

Obs: Não tem taxa de inscrição, podendo competir com qualquer bike.

Categorias adulto:

Open Pro Masculino (17anos acima) Bike Speed.
Open Pro Feminino (17 anos acima) Bike Speed ou Mtb.
Open Pro Masculino ( 17 anos acima) Bike Mtb.
Senior Masculino (35 a 49 anos) Bike Speed.
Senior Masculino ( 35 a 49 anos) Bike Mtb.
Master Masculino ( 50 anos acima) Bike Speed ou Mtb.

Taxa de inscrição: 25 reais.

Inscrições:
Alan Bike/ Registro.
Ciclo Ribeira/ Registro.

Tem informações no site da Prefeitura Municipal de Registro.



Até mais.