15 de novembro de 2013

Capinzal/Caiacanga/Votupoca

Nesse feriado (15 de novembro) estava planejando um pedal longo, pensei em ir até o Farol de Icapara ou a Estrada Parque do Parque Estadual Carlos Botelho, esse segundo não seria tão longo, mas seria bem intenso pelo desnível que enfrentaria. No fim, fiquei por aqui mesmo, olhei alguns caminhos pelo Capinzal e fui.


Saí de casa bem tarde, já passava das 7h45, fui em direção a BR-116 e segui até o Km 454-sentido Sul, onde é a entrada para o Capinzal.

Hoje não levei a câmera digital e me arrependi, a câmera do celular não é tão boa, ainda mais em manhãs cinzentas.

Ainda na BR, um ciclista passou na hora em que estava tirando foto da estrada e foi embora. Olha a foto dele ai em baixo.



E a foto abaixo, já na estrada do Capinzal.


E mais a frente, a fazenda de palmito.



Estrada tranquila e sem muito movimento. Só quando passou um ônibus que levantou um poeirão.




Depois dessa subida, obviamente a seguida descida, cheguei na vila do Capinzal. E aproveitei para tirar foto da igrejinha.


Depois de 17,76 Km e um pouco mais de 1 hora, cheguei na Escola Irene Machado. 


Em seguida fui até o cemitério, eu não tenho nenhum parente ou conhecido lá, mas sempre tive curiosidade de sabe onde era. Dei uma errada no caminho, fui para direita e era para esquerda, mas resolvi rapidinho. Olha! É uma subidinha "mais ou menos" para chegar até o portão do cemitério

Voltei até a escola e segui em direção à Fazenda São Lourenço, mas pelo que vi no mapa, na primeira bifurcação eu entraria para esquerda. Hoje só olhei no mapa e fui, não carreguei nada no GPS. 

Só depois que cheguei em casa e fui carregar no Sports-Tracker é que fui perceber que entrei uma bifurcação antes, mas que no final sairia no mesmo lugar. No Bar do Luiz da Luz.


Prainha

No Bar do Luiz da Luz parei para tomar uma Tubaína e comer um amendoim. Um barzinho bem montadinho, tem até um Jukebox!


Prefeitura fazendo serviços na estrada.
Chegando na estrada do Votupoca.

Na estrada do Votupoca, eu iria até a entrada para a Fazenda São Joaquim. Eu gosto de andar por essa estrada porque dá para ver o Morro do Votupoca sem nenhum obstáculo.


Fazenda São Joaquim

Depois passei na Igreja Episcopal Anglicana, que não tinha ido lá depois da reforma.



Depois que sai da Igreja encontrei uma serpente cruzando a estrada, queria tirar uma foto, desclipei um pé e a bicicleta pendeu justo para o lado do pé ainda clipado. Chão!!! E a serpente foi embora!!!

Como é segundo pedal que estou usando clip, tento prever as ações e quando estou parando já estou desclipado. Mas nessa, nem me liguei do clip, parei e depois lembrei. Eu sabia que ia acontecer isso uma hora ou outra, só não sabia quando. rsrsrs

Daí peguei forte e vim embora, mas ainda passei pelo centro e encontrei dois ciclistas no Monumento da Imigração, era um rapaz de Irati e mais um adolescente, eles estavam vindo de Sete Barras (casa de parentes) e indo para Iguape. Tirei uma foto deles, com a câmera deles e nos despedimos.


Cheguei em casa as 11h45 e o ciclocomputador registrava 59 quilômetros que foram percorridos em 3:22. Track.

Fotos. Só me arrependi de não ter levado a Câmera Digital, do celular é só para quando não tem a outra mesmo!!!


Ao Pai Celestial, agradeço por mais essa!!!




Abração!!!

13 de novembro de 2013

Bolsa de selim

Eaaaaaaaaaaaiiiii!!!


No último pedal minha bolsa de selim soltou a costura do velcro que prende no canote, até ai uma costura simples resolveria, mas a bolsa é daquela que prende em um suporte no selim e fica "pra baixo", como na foto abaixo. E dificultava até a visualização da iluminação traseira.




Apesar de ser expansível, poucas foram as vezes que ela foi usada com a capacidade total, mesmo assim sempre ando com duas câmaras, remendos, espátulas, chaves allen, chave de corrente e até chave 15 mm. Minha bicicleta é com blocagem, mas sempre carreguei a chave 15 mm para a necessidade de um ciclista sem ferramentas, não me custa nada.

Eu iria fazer a costura na bolsa na 2ª feira, mas resolvi levar para o Dunde, para ele também colocar uma "cinta" na bolsa, inutilizando o tal suporte. 



Hoje fui buscar e gostei do resultado.

Ficou como uma bolsa de selim convencional e soltando a cinta consigo usar expandida. Bom que apertando um pouco mais, evita que fique chacoalhando, como já aconteceu muitas vezes.

E o serviço ficou R$ 8,00.


Fui!!!

10 de novembro de 2013

Pedalada de Domingo

Owwwwwwwww!!!


Pedalada anunciada pelo Aluizio no finalzinho da tarde da sexta-feira, mas que por algum motivo não pode ir.

Mas foi legal, fui eu, Carlão, Domingues e seu filho Vitor, que pedala pra caramba.



Saímos de frente ao "R" em direção ao Bairro Ribeirão de Registro, Carapiranga e Bairro das Areias, onde chegamos na estrada que liga o Xangrilá ao Agrochá,  a RGT 345 e seguimos sentido Agrochá. 

Paramos em uma casa, próximo ao Agrochá, para pedir água e abastecemos as caramanholas.

No Agrochá passamos direto em direção ao Ussuki e saímos na continuação da avenida Clara Gianotti de Souza próximo ao viaduto da Linha Férrea, onde tiramos as primeiras fotos.

Tiradas as fotos seguimos em direção a BR-116, onde encontramos o Fabrício treinando antes de ir para o trabalho. Massa!!!

Atravessamos a BR-116, em direção ao Chá Ribeira, passamos pela sede e a residência do Amaya. Depois Bamburral de cima até o Nosso Teto, onde tomamos uma Coca na Pizzaria do André Luiz, curtindo um cheiro de esgoto.




Pedalada boa, em ritmo muito bom e que eu pensei que não ia concluir depois de ter almoçado uma feijoada, na casa dos meu pais.



No GPS foram 40,9 Km's que foram concluídos em 2h15 pedaladas, que resultou em média horária de 18,1. 

De baixa, só minha bolsa de selim que soltou a costura.

Abração.