26 de dezembro de 2016

A sinceridade do Strava

Olá!


Nesses últimos dias o Strava realizou a atualização dos dados de altimetria na região, então deixou de ter um número muito elevado de ascensão para ter um número mais próximo ao real.

Essa atualização deixou preocupados muitos ciclistas que buscam concluir o Cycling Climbing Challenge, desafio em que o ciclista tem que atingir o número estipulado durante o mês. Por exemplo, em janeiro de 2017 será de 7500 metros.

Suspeito que existirão ciclistas que reclamará que os três bolsos das camisas serão poucos, pois usarão vários aparelhos para concluir o desafio altimétrico.

Alguns exemplos:

Os dois seguintes são coletados com o aplicativo do celular e são da Volta de Juquiá, como vocês poderão ver na descrição.

Antes da atualização

Depois da atualização
Os dois seguintes são coletados pelo GPS Garmin e são dos meus treinos até o Viaduto de Pariquera-Açu.

Antes da atualização
Depois da atualização

Muitos reclamam que os dados do Strava são exagerados, agora está mais real e não dá para reclamar com a sinceridade do Strava

15 de dezembro de 2016

Ciclismo de Registro

Eaiiiiiiiiiiin!!!

Algumas fotos de competições com a Equipe Ciclo Ribeira/Toyo Joya, creio que seja do final dos anos 90.

Adicionar legenda



2 de dezembro de 2016

Tifódi-Tivira

Quem não pode contar com carro de apoio ou é adepto do ciclismo auto-suficiente, como eu, tem que pensar em todas as possibilidades de acontecer algo errado.

Furar um pneu é o menor dos problemas? Furou, faz a troca da câmara!

Rasgou o pneu, coloca um manchão(Pedaço de pneu usado)? Se não tem manchão, tenta com tubo de creme dental, garrafa pet, cartão telefônico ou o que achar!

Quebrou a corrente? É bom sempre levar a chave de corrente e Power Link.

Agora se viu que não tem mais jeito, ligar e pedir o socorro é o mais seguro a fazer. Se não terá a difícil missão de parar um ônibus na beira da estrada ou para um caminhão.


Mas a verdade que quanto mais longe você vá, mais confiante ficará para resolver os problemas na estrada.

22 de novembro de 2016

Morro da Antena - Campina Grande do Sul/PR

Eai!!!



Já fazia algum tempo que chegar à divisa dos estados de era um objetivo. No dia 04 de junho eu até tentei, mas pegamos chuva antes de subir a Serra do Azeite e de lá voltamos, ainda bem que voltamos, pois como não tinha passado uma boa semana comecei a perder o ritmo na volta.

Depois que vi o Morro da Antena no blog do Fabrício Souza e, consequentemente, no blog do Luiz Oliveira comecei a fazer os cálculos e vi que era possível se eu pedalasse algumas horas sem luz natural.

Então comprei um farol, testei, tive que fazer uma troca, mas deu tudo certo.

Convidei o cara que encara essas minhas presepadas, Fernando, cara sangue bom, que abaixa o ritmo para poder me acompanhar.

Passei a semana gripado e Fernando falou para eu tomar 5 litros de água por dia e fiz isso desde a quarta. Além de caprichar na alimentação.

Combinamos durante a última semana, de sair às 4 horas da manhã do domingo (20/11). Só que eu já saí de casa atrasado e começamos a rodar já eram quase 4h17.

Pedalamos uns 3 quilômetros a lanterna do Fernando apresentou problemas e a minha, que nunca tinha apresentado problemas, passou a desligar com qualquer trepidação, mas ligava e seguia. Eu também levei uma mais simples de três leds.

Sendo assim, conseguimos chegar em Cajati às 6 horas. Fomos até a padaria, café e pão na  chapa.

Antes das 6h20 retornamos para a estrada, subimos a Serra do Azeite, terminando de subir senti o pneu traseiro vazio, já eram 8h05.


Troquei a câmara e 8h20 voltamos para a estrada. Cruzamos o planalto do Posto Manecão e chegamos no pedágio às 09h03. Até então tínhamos pedalados 98 quilômetros.

Ficamos no pedágio por um pouco mais de 15 minutos, reabastecemos as garrafinhas, tomamos café, comemos batata doce e eu arrematei um pão com mortadela.

Voltamos para a estrada, o bom que a rodovia estava em manutenção, por uns 6 quilômetros pedalamos com duas faixas disponíveis. Fomos pedalando sem forçar, principalmente a partir do KM 556, pois aí já era tudo novidade.

A divisa dos estados é no KM 568. E foi justamente na divisa que, a bolsa da bateria do farol, que eu ainda pensava em travar as baterias para evitar trepidação e apagar, desfez a costura e ficou pendurada.

Eu sou muito “xarope” com as coisas que acontecem. Logo após sairmos a lanterna do Fernando falha, logo em seguida o meu farol passou a desligar e agora a bolsa da bateria descosturou. Comecei a pensar em não subir o Morro da Antena para voltar com luz natural ainda e que era um aviso que algo mais grave poderia acontecer.

Já que estava tudo pendurado, parei e coloquei tudo no bolso da camisa. Fizemos algumas paradas para fotos e chegamos ao Posto Alpino, no sentido sul, no KM 26, às 11h35.



O plano era ir até o retorno do KM 34 e voltar até o KM 31 no Posto Alpino, só que o posto do sentido norte, mas o frentista falou que era mais fácil cortar pela vila.

Ficamos um pouco mais que 10 minutos, reabastecemos as garrafinhas e comemos.

Não pedalamos nem 1500 metros encontramos o acesso da vila Ribeirão e cortamos por ela. Economizamos 6 quilômetros.

Chegamos no acesso do morro às 12h05, começamos a subir o concretão, mas não foi nem 500 metros pedalando, já apelamos para o “empurra-bike”. Em alguns trechos menos inclinados até que conseguimos pedalar, mas foi praticamente empurrando.



Minha casa fica aos 25 metros de altitude, o máximo que eu já tinha chegado pedalando foi 1000 metros, quando fui ao Mirante do Aleixo, em um dia fechado, que eu não tinha nem 15 metros de visibilidade. Imagina chegar aos 1200 metros, em um dia de boa visibilidade, eu não estava nem ai se eu estava empurrando a bicicleta. Ainda mais depois de já ter pedalado mais de 150 quilômetros.





Levamos quase 58 minutos para vencer os 3500 metros que separam os 430 metros entre o início e o final dessa estrada de concreto.

Ficamos uns 10 minutos lá em cima, estava ventando muito.


Durante a subida vi que o pneu dianteiro da minha bicicleta criou um calombo, então baixei um pouco a pressão para descer, mas nos lugares mais acidentados tive que empurrar.

Mesmo assim, para descer todo santo ajuda e fizemos em 18 minutos.

Fomos almoçar já passava das 13h30. Almoçamos e aproveitamos o Wifi liberado do restaurante.

Fechamos a conta, coloquei um manchão no pneu dianteiro para segurar o calombo e calibrei com 90 libras. E arrumei todas as tralhas do farol na bolsa de selim, para voltar sem peso. 

Ás 14h45 começamos a volta, sem uma boa iluminação nossa intenção era pelo menos pedalar 99 quilômetros com luz natural, ou seja, pelo menos descer a Serra do Azeite e penar nos 50 quilômetros finais com uma lanterninha e os faróis dos caminhões, mas sem grandes diferenças de altimetria.

Tivemos dificuldades para passar no topo da Serra da Macaca Tetuda, devido ao excesso de caminhões. Houve até um desencontro, o Fernando preferiu ir pela esquerda e eu fiquei no acostamento, ele passou e eu fiquei preso em um paredão onde deveria ser o acostamento, então eu passei por trás do paredão e o Fernando voltou para me encontrar, só que eu já tinha voltado para a estrada e estava mais a frente. Fica a dica, dá para passar por trás do paredão usando a canaleta.

Teve até um acidente com óbito uns 2 quilômetros antes do pedágio. No pedágio paramos para pegar água, foi uns 7 minutos e já seguimos. Eram 17h02.

No KM 522 ficamos parado por 22 minutos na beira da estrada, na verdade foi o único momento de descanso e descontração do pedal.


E as 18h12 começamos a descer a serra.

Passamos Cajati, Jacupiranga e a luz natural foi acabar perto do Viaduto de Pariquera-Açu, quando já passava alguns minutos das 20 horas.

Ainda paramos no Posto Presidente para pegar água, pedalamos os últimos 15 quilômetros e 20h53 terminamos nossa trip.


Mais fotos. As fotos estão todas misturadas.

E na segunda vi que o pneu traseiro tinha mais um furinho.

Agradeço à Dona Daniele por ter liberado o álvara e também agradeço ao Emanuel, meu filhão, que me esperou chegar e veio correndo.

Agradeço ao Fernando pela sempre insuperável companhia, desde que pedalamos juntos sempre foi por lugares diferentes. E por todas cápsulas de sal, BCAA e cafeína.

Agradeço as palavras motivadoras dos colegas dos grupos de WhatsApp.

E agradeço ao Pai Celestial.

19 de novembro de 2016

Audiência Pública - Circuito Cicloturístico de Registro

Olá!!!


Ontem participei da Audiência Pública que tratou sobre os primeiros passos da implantação do Caminho Cicloturístico do Chá e Rota do Peropava. E o que eu ouvi vai de encontro com o que eu pensava sobre cicloturismo em Registro.



Não sou nenhum ciclista endinheirado, que fez caminhos pelo Brasil, quem dirá caminhos europeus.

Mas faço minhas expedições desde o final de 2011, percebi que tinha muita coisa bonita para conhecer que muitos de Registro ainda não conhecem. E por isso resolvi criar o blog! Antes do blog, eu postava algumas fotos no Portal Brasil Turismo, creio que é esse o nome, e disponibilizava traçados no Bikemap. Na época até me inscrevi em um curso do Pronatec de Agente de Turismo, para ver se me clareava algo, mas também nunca fui chamado para fazer o curso.

Até pensei, mas tem um jeito de criar alguma rota, algo como a Estrada Bonita de Joinville. Onde o morador ao longo do traçado pudesse vender uma paçoquinha, um doce caseiro, água ou oferecer uma refeição.

Pensei em todas as maneiras, mas nunca, nunca pensei que essa iniciativa viesse da Prefeitura Municipal de Registro.

Na audiência foi esclarecido como funciona os trâmites do COMTUR. O Secretário Municipal de Cultura tocou em ponto que eu ainda não tinha pensado, que é o resgate da história da região, que no final o turista sempre vai perguntar alguma coisa da vivência dos locais, mas ele vai além, ele quer os locais estudem sua história e "vendam" ela, tenham domínio dela.

E o Willian Mendes, que é quem formatou todo o projeto de implantação, fez isso muito bem, ele, com seu conhecimento técnico, fez um circuito e uma rota pequena, que pode atender a maioria dos ciclistas em dois dias. Fantástico, se outras localidades do município notarem que é vantajoso também vão se incorporar. Isso é natural, quem viu o Caminho da Fé, que era de Águas da Prata a Aparecida, hoje vai de Sertãozinho a Aparecida e tem ramificações ainda.

O circuito pela história da cidade tem que ter. E o Willian lembrou da plantação do junco.

E a rota, eu pedalei várias vezes pelo Peropava, inclusive comi a coxinha saborosa com uns pingos da pimenta da Curva do Gole, mas nunca tinha pensado em uma rota ali. Matou a pau!!!

Eu sou ciclista que usa a mesma bicicleta do dia-a-dia para pedalar no final de semana. Nem roupa de ciclismo usava, uso agora com o ciclismo de estrada. Por isso, creio que é bem possível que a pessoa que queira conhecer o circuito não tenha que fazer grandes investimentos em bicicleta ou equipamentos. Como muitos pregam por ai, porque o desempenho é melhor.

Então, fiz o questionamento se as pessoas que não tem o hábito de pedalar para provas, pedalar todo o dia a noite ou que não sejam cicloturistas, encontrarão pontos próximos ao longo do circuito ou rota, para se sentirem seguras ao longo. E a resposta foi positiva!

Pode ser que muitos tenham estranhado meu questionamento, mas porque um morador de Registro que tenha uma bicicleta em bom estado não possa conhecer o circuito ou rota? Ele tem o hábito de pedalar no centro da cidade, mas um dia quer conhecer o circuito ou rota, se está planilhado e ele sabe que ao longo terão pontos próximos ele vai de ponto em ponto e conhece todo o traçado. Eu digo isso, pois quando eu comecei eu só olhava no Google Maps, via onde tinha alguns pontos e ia, muitas vezes passava alguns quilômetros sem nenhuma casa.

E o outro questionamento, mesmo sabendo que não era o momento, perguntei se seria estendido a caminhantes. E a resposta também foi positiva.

Eu até tenho outros questionamentos, mas é mais sobre o passaporte e se terá que fazer agendamento. Mas isso, em outras reuniões poderá ser tratado e talvez até eu tenha a resposta sem fazer a pergunta.

E tem o Cicloturismo Kids, que é um traçado 1700 metros que vai mostrar alguns monumentos, algumas espécies de aves e árvores para as crianças da Rede Municipal de Educação. Eu como trabalhei na Rede Municipal de Educação por 4 anos e meio fiquei muito feliz. Já ficava feliz de carregar bomba e as chaves 10 e 15 para arrumar a bicicleta da molecada na escola, imagina eu vendo nascer a semente do cicloturismo nessa molecadinha. Está certo que eu não sei como tudo isso vai acontecer e se terá bicicletas para todos. Mas torço para que dê certo.

No mais, a reunião foi muito boa e vai dar certo, na próxima vez não vou tomar café em casa e vou comer toda aquelas coisas gostosas do café que ofereceram.

Forte abraço

27 de setembro de 2016

Em época de eleição

Ahhhhhhhhhhhhhhhh, nessa época é até divertido!!!

Os candidatos pensam que somos "burros", é cada promessa. E os que juram que nasceram em Registro, dá pra ver no site do TSE, lá tem tudo!

Um candidato mais chegado, pediu voto dizendo que terá mais esportes. Adianta ter mais esportes, se quando o "atleta" se lesiona não tem saúde a altura para atender. É algo muito complexo, não sabe nem como funciona o legislativo e já vem cheio de frescuras.

Ontem recebi um jornalzinho em minha casa, candidato conhecido na cidade, costumeiramente recolho e já jogo no lixo, mas o que me chamou a atenção foi a "photoshopada" na lapa do candidato. E já que estava com o jornal da mão comecei a ler as propostas, que eram muito bem estruturadas.

E uma delas me chamou a atenção e escaneei para publicar aqui.


É uma pauta interessante, pois incentiva a recreação familiar promovendo a saúde, a prática de esportes e a mobilidade urbana. 

Se pelo menos já conservar melhor as ciclovias e delimitar melhor as ciclofaixas, pois os motoristas não costumam respeitar muito, principalmente na Rua Abel Cordeiro D'Eiroz e na Rua Hum, no Jardim Belas Artes. Já estamos no lucro.

Escaneei em preto e branco, pois não é meu interesse ser cabo eleitoral de ninguém, inclusive nessas eleições irei votar em branco para prefeito e para vereador já tenho candidato, mas depois dessa  pauta penso em até mudar, apesar de o candidato ser de um partido que nunca me agradou.


Até mais

21 de julho de 2016

Para dar aquele trato na corrente


Já havia postado algo parecido, mas esse é melhor.

Que simples! Uma roldana, que esses dias eu comprei por R$ 4,00 e uma blocagem, que pesquisei e se encontrar por menos de R$ 10,00.

Copiado daqui.

24 de março de 2016

Segundo o convidado: Foi uma furada!!!

Semana passada, convidei o Sidnei para uma pedalada, apresentei algumas alternativas, fomos na mais objetiva.

Combinamos às 7:30 horas nas "Bolas do Clóvis". Saí de casa às 7:18 horas, cheguei um pouco antes do horário combinado e logo o Sidnei chegou.

Seguimos para a estrada do Votupoca e passamos dos acessos da Vila do Votupoca, antes do final da Serrinha da brejaúva, entramos para a esquerda, antes do ponto do ônibus.

Então, acessamos a estrada do Bairro Lençol e pedalamos por quase 11 quilômetros. Nesse momento o Sidnei me perguntou se não tinha nem um botequinho e o que eu falei que tinha estava fechado. Então era só no Capinzal.



Depois dos 11 quilômetros na estrada do Lençol, entramos à esquerda para a estrada do Capinzal e mais 8 quilômetros chegamos no Bar da Loira para aquela coca, não muito, gelada.

E seguir de boa para depois de mais 18 quilômetros nos despedir.


Cheguei em casa às 11:32 horas.


Agradeço ao Sidnei por ter aceito o convite.



Agradeço ao Pai Celestial por mais essa oportunidade.




Até mais.

Pedal Noturno


Depois de divulgar esse evento que acontecerá nas noites de quarta-feiras, em Registro, "diga-se de passagem" um "baita" de um evento.

Quero afirmar, contrariando o que muitos "letrados" dizem por ai, que ciclismo não é só competição, é o passeio em família, o pedal noturno, a atividade física necessária para o perfeito funcionamento do corpo e também para aquele que usa para ir e vir em seu cotidiano. Inclusive, o Passeio Ciclístico. Tudo é esporte.

23 de março de 2016

Manutenção do Cubo

Eaiii!


Quem me acompanha percebeu que recentemente adquiri uma caixa de ferramentas, desmontei a bicicleta toda, mas as rodas ainda são um desafio.

Então, venho acompanhando o canal do Youtube RJ The Bike Guy, que tem me esclarecido a respeito.

Um vídeo que assistido bastante.



Ainda tenho precisado de mecânico para manter a raiação das rodas, ainda mais com Emanuel andando na cadeirinha traseira.


Até 

16 de março de 2016

3º Vai Ter Pedal

Olááááá!!!


Nessa postagem vou falar da nossa breve participação no Passeio Ciclístico de Verão.

O tempo estava nublado, mas até saiu um solzinho.

Pretendia sair de casa às 8H15, mas depois de alguns contratempos saímos às 8H37.

Depois de 4,5 quilômetros, às 8H53, chegamos à Praça Beira Rio.

Vale um adendo, os detalhes dos horários são porque eu coleto os dados do GPS depois. Eu não fico toda hora olhando no relógio para anotar.


Ficamos na expectativa da saída do passeio, Emanuel comendo um pedaço de goiaba e eu olhando o pessoal.

Essa foto é da organização
O Sidnei Domingues veio me cumprimentar e o Nildo Lorena passou com a família.

Um pouco antes das 9H10 começou o passeio, esperei um pouco e logo sai.

Nisso o Nildo encostou do lado e fomos trocando uma idéia, mas logo pediu licença para procurar o filho que saiu para frente do passeio.

Acabou o asfalto e há um estreitamento na estrada.

Mais alguns metros um carro vem na direção contrária, coincidiu com um lamaçal e teve que passar um ciclista por vez.

Sidnei a direita da estrada, organizando tudo
Não pedalei nem 800 metros, encontrei o Valmir Kiss, do Casal Pedal, fazendo algumas fotos na beira da estrada. Conversamos por alguns segundos e logo seguimos.

Conheço as aventuras do Casal Pedal desde meados de 2011, pessoalmente os conheci em 12 de janeiro de 2013, bem próximo ao Bairro Pedrinhas, em uma barraca de caldo de cana. Quando, se não me engano, eles estavam indo em direção ao Boqueirão Norte, assistir um show do Fagner. Eu estava indo para o sentido Cananéia, de moto com Dany.

Voltando ao passeio, não pedalamos nem 350 metros, vimos uma pessoa com o pneu traseiro furado, o Valmir pegou minha bomba e tentou encher, mas estava vazando pelo bico. Como já estava próximo do meu destino, ofereci a minha câmara reserva, mas não tinha chave para retirar a roda.

Nesse momento começou a chover, pedalei mais uns 260 metros e falei para o Valmir que não daria mais para ir.

Então ali acabaria nossa participação no Passeio Ciclístico de Verão, depois 2700 metros, um pouco mais de 25 minutos e faltando 1 quilômetro para chegar onde eu pretendia chegar.

Enquanto esperava toda a galera passar, liguei para Dany para nos encontrar na Praça Beira Rio e levar Emanuel para casa de carro.

Para voltar para a praça foi até rápido, gastei 10 minutos.


Algum tempo depois Dany chegou, mas Emanuel já tinha brincado muito na chuva, que foi embora só de fralda.


Fiquei muito feliz, e agora dá até pra ver na conta dele no Strava, que o Valmir, ou melhor, o Casal Pedal estão muito envolvido com o grupo Catraca & Coroa MTB, que é um dos grupos de ciclistas que eu mais admiro.

Dá para ver as muitas fotos no passeio na página do Catraca & Coroa, no Facebook.

Agora fico na expectativa do próximo passeio e pela compra de um "ponchinho" para Emanuel, que daí ele pode enfrentar a chuva sem problemas.

Agradeço ao Pai Celestial pela oportunidade.


Forte Abraço a todos.

Rock'n Roll

Nem só de bicicletas e aventuras vive esse blog, mas também de muito Rock'n Roll.

Um vídeo muito massa que eu vi no blog Roqueiro Curitibano, que foi produzido pela Ithaca Audio.




Até

7 de março de 2016

Passeio Ciclístico de Verão

Eaiiii!


Não é preciso dizer os detalhes, pois está tudo na imagem abaixo.

Há algum tempo atrás achava um saco participar desses passeios, mas ultimamente tenho mudado e estou voltando a gostar, muito disso é por Emanuel.


As inscrições estão feitas, mesmo que seja para ir até a metade do passeio, pois 9 horas creio que seja muito tarde pra mim e Emanuel, a essa hora já estamos voltando pra casa. O sol já está bem forte às 9 horas.



Fiquei sabendo que o Catraca & Coroa MTB pretende organizar um evento para cada estação do ano.



25 de janeiro de 2016

Bate e volta em Barra do Turvo, logo ali!!!

 Eaiiiiiiiii!!!!


No dia 18 de janeiro, que também pode ser chamada de segunda-feira da semana passada, recebi a mensagem do Fernando para irmos até Barra do Turvo, seria bate e volta, almoçaríamos e voltaríamos.

Acertei as questões domésticas, ou melhor, pedi o alvará para a Dona Daniele e confirmei para o sábado.

O resto da semana foi de assimilação do que eu havia combinado, afinal era um pedal de quase 280 quilômetros e subindo serra.

Passar dos 200 quilômetros é uma pedra no meu sapato. Eu fiz um Audax 200, mas ele não passou dos 200 quilômetros.

Saímos cedinho no sábado, passando das 5 da manhã, ainda estava escuro, mas em Jacupiranga o dia já tinha clareado e em Cajati paramos para um café.

Eu já tinha tomado café em casa, mas não perdi a oportunidade: Tomei um café e comi um pedaço de panetone.

Voltamos para a estrada às 6H50, vinte minutos depois estávamos começando a subir a Serra do Azeite. Já subi outras vezes essa serra, mas dessa vez foi mais tenso, devido ao alto número de carros pequenos, os caminhoneiros se obrigavam a dar uma forçadinha para o nosso lado. Mas afirmo que quando estavam com pista livre saiam para a esquerda sem problemas.

 


Depois de subir toda a serra, às 8H35 paramos para comer uma geléia de mocotó e umas bisnaguinhas com queijo.

Às 9H10 paramos no posto do pedágio para tomar um café e comemos uns pedaços de bolo de laranja que eu tinha levado. Ôôôhhh, duplinha que para pra comer!!! Mas dez minutos depois voltamos ao pedal.

Passando das 9H40, acessamos a estrada que vai para Barra do Turvo, aos 605 metros de altitude.

A placa indicava que seriam 31 quilômetros até Barra do Turvo. Rodovia Municipal com asfalto que causa inveja às ruas do meu bairro, paisagens bonitas, gado nos morros e um rio que acompanha toda a rodovia, e em alguns momentos com corredeiras que forçavam a parada para vislumbrar.


Passando às 11 horas chegamos em Barra do Turvo, que fica a 150 metros de altitude, e procuramos um restaurante.

Restaurante D’Gust, R$ 14,50 o self-service. Um baita buffet com vários tipos de carnes, pena que eu não podia exagerar, mas ainda voltarei lá só para almoçar de novo.

Acertamos a conta, compramos a água no mercado próximo e descansamos um pouco na praça.

Às 12H26 começamos a voltar, ritmo tranqüilo, tanto que o Fernando nem subiu a corrente para o coroão. Não rodamos nem 15 quilômetros comecei a sentir algo diferente no pneu traseiro, paramos, cheguei a tirar a roda, mas não troquei a câmara. Apenas enchi um pouco mais o pneu.

Mas continuei sentindo algo diferente. Paramos em uma sombra, quando faltavam menos de dez quilômetros para a BR-116. Mas quando passamos a placa que marcava o Km 9 tornamos a parar, pois tinha uma caixa de água que recebia água da serra. Aproveitamos para refrescar e reabastecer as caramanholas.




Às 14H26 chegamos a BR-116, na venda tomei uma coca e comi dois pedaços de bolo, dos bons, que vendia lá.

Fui dar mais uma olhada no pneu traseiro e percebemos que estava vazando pelo bico. Troquei a câmara.

Um pouco antes das 15 horas entramos na BR-116, sentido sul, subindo até o retorno que ficava a cinco quilômetros. Depois do retorno sobe mais um pouco no sentido norte. Pra quem não conhece essa rodovia, a pista norte e sul nesse trecho tem um desnível de aproximadamente 220 metros. Tem até um mirante.


Começamos a descer passamos pelo pedágio e entramos no planalto no Manecão, uns vinte quilômetros sem muita diferença de elevação. E no antigo Posto Manecão paramos para reabastecer.

Mandei um Gatorade e um Tampico. Comi um bolo e a bisnaguinha que havia sobrado. Também um gel que o Fernando me deu. Ahhh, também uma cápsula de guaraná.

16H40 saímos para a descida da Serra do Azeite que estava muito suja e não deu para aproveitar.

Ainda paramos no posto de pedágio em Cajati para pegar água gelada, às 18H10.

Fernando aumentou o ritmo, mas eu falei que não dava. Passando Jacupiranga, tomei água e ao repor no suporte, a danada escapou, entrou no mato e quem diz q eu a achei.

Cheguei em casa às 19H43.


Mais fotos.

Na manhã do domingo vi o pneu traseiro vazio, era um araminho que fez um furo.

Agradeço a Dona Daniele e Emanuel pelo álvara cedico. Amo vocês.

Agradeço ao Fernando pelo convite e companhia.

Agradeço imensamente ao Pai Celestial por essa oportunidade.



Até mais.

12 de janeiro de 2016

Fechando 2015

Owwwww!!!!

Entre a Volta do Vale e o início do Festive 500, só fiz uma pedalada mais longa, até Cajati, no dia 19 dezembro. Além das pequenas pedaladas com Emanuel. Totalizando quase 565 dos 1021 quilômetros que era a meta do mês de Dezembro.

O Festive 500 é um desafio que consiste em pedalar 500 quilômetros entre os dias 24 e 31 de dezembro. Na edição de 2014 eu não completei

Fiz 4 pedais mais longos totalizando 466 quilômetros, o restante fiz pequenas pedaladas com Emanuel.

São esses:






Tinha três metas para 2015: A primeira era pedalar 7300 quilômetros durante o ano inteiro, a segunda era dar início para completar a série nas provas do estilo randonnée e a terceira era comprar as ferramentas para mexer nas minhas bicicletas.

As provas não consegui dar início e as ferramentas vou comprar na semana que vem. Então duas metas eu não conclui em 2015.

Mas consegui pedalar 7349,4 quilômetros, em 286 horas e 40 minutos.

Para 2016, a meta é pedalar por 8100 quilômetros.

Iria comprar as chaves de pedivela, movimento central, caixa de direção, cassete e a corrente para travar o cassete. O valor ultrapassaria os R$ 200,00, da marca Lifu. Só que na Decathlon tem uma caixa de ferramentas por R$ 250,00, também da marca Lifu e vem as demais ferramentas também.  Então vou comprar na Decathlon.

Fiz algumas fotos no Mirante da Boa Vista no dia 27 de dezembro, se quiser ver clique aqui.


Até mais, que 2016 seja um ano de realizações.



Agradeço ao Pai Celestial.