30 de abril de 2012

Parque Estadual Campina do Encantado

Esse eu mereço um prêmio, primeiro por ter convencido Dany de ir e voltar pedalando e segundo por ter levado ela pelo lugar mais longe e pedalar por vários quilômetros perdidos.

Sempre víamos a placa do Parque Estadual Campina do Encantado e resolvemos ir conhecer pedalando. Olhei pelo Google Maps e tirei algumas dúvidas, o caminho era passar em frente ao Hospital de Pariquera-Açu e seguir em frente.

Saímos de casa cedo, depois das 7:30 h. 


Combinei com Dany que passaria pela ponte do Rio Jacupiranga pela contra-mão, já que a mesma tem acostamento, na pista do sentido sul não tem acostamento. E seguir pela contra-mão até a entrada da Estrada da Laranjeirinha.



Chegando em Pariquera-Açu.




Descansamos um pouco na praça e seguimos pela estrada de terra.


Paramos do lado de um laranjal para comer umas mexericas, mas era as que estávamos levando nas mochilas e não as da plantação.






Daí na próxima bifurcação que encontramos seguimos pelo sentido errado, entre ida e volta foram em torno de 6 quilômetros. Desanima um pouco.


Em uma espécie de posto de saúde abandonado encontramos a placa que indica que faltam 3 quilômetros para o Parque, por entre o bananal e muito sobe e desce encontramos a placa que indica que falta 1 quilômetro. E finalmente quando já passava do meio-dia chegamos no Parque.

Fomos atendidos pelo funcionário que estava lá, nos indicou o quiosque e fomos lanchar e ser lanchados, quanto borrachudo!





Comemos e saímos rapidinho, na saída o funcionário perguntou de onde éramos, como viríamos para Registro, ele indicou que na placa dos 3 quilômetros ao invés de voltar para Pariquera-Açu continuássemos.




Depois seguimos até a placa dos 6 quilômetros. Foi ai que erramos de novo, estávamos voltando para Pariquera-Açu, perguntamos em uma casa se estávamos no sentido certo para Registro e Dany já cansada, já pensava em voltar de ônibus se voltasse até Pariquera-Açu. Essa estrada era a que chamam de Estrada do Senador Dantas, ela que é o acesso ao Parque e não por onde fomos. Mais 6 quilômetros nessa erradinha.

Ai começou a perder a graça, deixei de tirar fotos, mas ainda rendeu boas risadas, em uma "interligação" entre a Estrada do Senador e a Estrada do Angatuba, em uma descidinha, Dany tentou ajeitar alguma coisa na cestinha e se desequilibrou da bicicleta, não chegou a cair, mas eu que vinha atrás me assustei.

Seguimos pela Estrada do Angatuba até ela sair na Estrada da Laranjeirinha, depois BR-116 até chegar em Registro, já passando das 16 horas.

No final foram 75 quilômetros e não sei estipular em quanto tempo.

Mais fotos.

16 de abril de 2012

Pariquera-Açu/Cananéia

Esse foi de uma logística!!!

Dany queria pedalar entre Pariquera-Açu e Cananéia, mas não queria pedalar até Pariquera-Açu por causa da ponte, caminhões e tudo mais.


Resolvemos que embarcaríamos no ônibus das as 6:30 h para Pariquera-Açu. 

E 7:00 h estávamos em Pariquera-Açu.


Em 50 minutos estávamos no limite de municípios, só não lembro quanto significa em quilômetros.






Uma paradinha para o descanso.


E a Serra de Itapitangui, existem vários outros nomes, mas a conheço assim.


Chegamos na balsa um pouco antes das 10 h e a balsa sairia as 10:30 h. Ficamos comendo mexericas e maças que levamos, quando finalmente voltamos a pedalar deu uma moleza. 




O ônibus que retornaríamos ia sai as 16 h, ficamos andando pela cidade, sentados na praça e depois ficamos vendo as embarcações saírem.



Esperando ônibus.


Na hora colocar as bicicletas no ônibus o motorista criou uma tensãozinha, mas eu disse que seria até Registro, ficou resmungando: se todos resolvessem colocar bicicletas no ônibus não teria espaço.

Às 17 h chegamos em Registro e o danado do motorista nem abriu os porta-malas pra tirar as bicicletas. Mas é uma situação pontual, existem muitos motoristas bons, que não se importam com isso.

Nessa nem calculei o quanto gastamos em passagem de ônibus. Mais fotos.