28 de abril de 2013

Cachoeirinha da Bulha

Olá!!! Tudo bem!!!

Essa semana o Fabrício Santos entrou em contato comigo, nós já havíamos trocado algumas ideias pelo site Panoramio, inclusive a região da Agrochá, Capinzal, Serrinha, Areias, Taquaruçu, Raposa, etc. foi vendo as fotos dele que tomei coragem para fazer pedalando. Hoje ele também é dono do blog Ciclotur. E as fotos do passeio também já estão no blog e pode ser visto aqui.

Ficou combinado para as 9h00 do domingo um pedal até a Cachoeirinha da Bulha, um lado da cidade que conheço bem.

Pois então 9h00 estávamos lá no trevinho do Caiçara I, as devidas apresentações feitas tocamos o pedal. Depois vendo os dados coletados do GPS, conferi que do trevinho do Caiçara I até a Cachoerinha são 27 quilômetros e uns 315 metros de ascensão acumulada.

Fomos conversando e nem tiramos muitas fotos. Em algumas subidas mais fortes preferimos empurrar e com quase 2h23min chegamos na cachoeirinha.

Enquanto eu estava descansando, pois estava com um princípio de gripe, o Fabrício aproveitou para testar a espiriteira nova e preparou um rango para ele. Ele está se acostumando a andar com os alforges e aproveitou para levar toda a tralha para ir se adaptando ao cicloturismo autônomo.

Ficamos lá na cachoeira por 1h15min e começamos a volta, que foi feito da mesma forma que a ida, tranquilamente. E teve até, o que creio ser uma caninana na estrada que passou tão rápido que nem esperou a foto.

No bairro Agrochá nos despedimos já marcando o que será o próximo pedal, para os lados do Bamburral. Estão convidados!!!

Quando cheguei em casa, o ciclocomputador anotava 63,19 quilômetros, feitos em 4h37'20" e com média de 13,6 Km/h. O track está aqui.

Baixas, só uma caramanhola que rachou, que foi substituída por uma garrafa de 1,5 litro de água que também furou.



E mais um vídeozinho.


16 de abril de 2013

Tiatã, Bamburral e Chá Ribeira.

Olá!!! Tudo bem?!?

Hoje peguei uma folguinha no trampo e resolvi dar uma pedaladinha. Tinha que ser algo perto, pois tinha que almoçar na casa dos meu pais.

Esse trajeto que fiz hoje é um dos trajetos mais legais que tem aqui por perto, tem muito verde, o Rio Ribeira de Iguape, plantações variadas e em um dia limpo igual ao de hoje dá para ver as montanhas que nos cercam. Inclusive o Pico dedo de Deus que fica na Estação Ecológica Juréia-Itatins.

Comecei o pedal depois de ter levado Dany ao trabalho, às 8h19, foi bom pois a neblina já tinha dissipado um pouco. 

Como sempre saio do Bloco B, foi fácil para mim, segui para o Jardim São Paulo e lá em cima na última rua continua uma estrada que vai em direção ao Bamburral.

Ainda no começo tirei umas fotos.




Logo no primeiro acesso lateral a esquerda é o caminho que farei para chegar a margem do Rio, mas quis ver um lago que fica mais a frente. Eu voltei, mas se seguir vai encontrar a Estrada do Bamburral.


Pela foto não dá pra perceber a beleza do lugar.



O Pico dedo de Deus.


Conforme o track, dá para perceber esse retorno que fiz, logo que se entra nessa estrada tem uma entradinha no meio do chá que do alto da para avistar a cidade, mas o mato tomou conta do chá e estava difícil.



Para esquerda vai para o centro da cidade e a direita é para onde segui

A estrada que margeia o Rio Ribeira de Iguape está muito boa, apenas está com o mato alto do impossibilitando visualizar o rio. Melhor mato alto do que desmatado.

O milharal protegido dos olhos do alheio por cerca viva.

Essas fotos abaixo são do que eu creio ser a ponte sobre Rio Carapiranga.



Pedalei procurando um local para tirar umas fotos do rio, o único lugar que encontrei tinha um casal da cidade Santo André pescando, a senhora estava ao telefone fofocando alto, falando das atitudes de uma terceira pessoa e o senhor reclamando da pescaria para mim. Mesmo assim tirei algumas fotos.


Depois de uns 3 quilômetros margeando o rio entrei a para direita. Tinha que ser para direita, pois se fosse para esquerda só a nado.


Quando você vem margeando o rio e olha para o morro logo percebe uma igreja abandonada no alto. Sempre pedalei por aqui mas nunca tive a curiosidade de conhecê-la de perto, até pelo mato alto que tinha, mas na última vez que passei, mesmo com o mato alto eu subi, está registrado aqui. Hoje não pensava em subir, mas para minha surpresa estava com o mato cortado, subi e fiquei um pouco lá em cima.



 


Não sou muito religioso, mas fiquei contente com a limpeza na frente da igrejinha, espero que seja reativada, pois creio que tenha muito história nela e tem que ser preservada. Também procurei por alguém por perto para saber um pouco mais, mas não encontrei ninguém.


Dany me deu um binóculo de aniversário. Juntei o binóculo com a câmera para fazer umas artes. rsrsrs 




Como estava tudo mais limpo, percebi que para chegar lá em cima, não se faz com eu vinha fazendo, subir por aquela clareira de uma das fotos anteriores e sim um caminho bem menos íngreme.


Voltando para a estrada!


A produção de chá já não é tão rentável e o mato está tomando conta ou dando lugar para outras produções.


Para direita - Bairro Jardim São Paulo, passando por aquele lago onde fui tirar foto. Fui pela esquerda.
Chazal com o mato tomando conta à esquerda e chazal limpo à direita
Igreja - Bairro Bamburral
Nesse ponto tem um bar que estava aberto, não parei para comprar umas paçoquinhas, me dei mal, pois  os outros dois bares estavam fechados.



Quando era criança, meu pai me trouxe para brincar nesse ribeirão, devem tomar banho ainda, mas eu não me arrisco.





No trevo da foto acima, indo para direita passa por uma grande Fábrica de Chá, um lago e uma antiga área de extração de minérios conhecida como Lagoa Azul, que ultimamente anda verde. Depois passa em frente  o Jardim Paulistano e Jardim São Paulo. Eu fui pela esquerda, em direção ao Chá Ribeira. 


Essa plantação nova deve ser pupunha.


Abaixo mais uma bifurcação, a direita vai para Fábrica de chá e Residência Amaya, inserida na Rota do Chá e também BR-116. Segui para esquerda.



Plantação de pupunha
Passei pelo campo de futebol, muito bem cuidado por sinal.



Para direita vai para BR-116, mas fui reto que é para ir pela outra saída
As fotos abaixo são do pátio da antiga fábrica de chá, no passado era bem movimentado, com escola de  Ensino fundamental II, o que era denominado antigamente como até a 8ª série ou 1º Grau. Hoje a escola só tem 24 alunos e vai até o 5º ano do Ensino Fundamental.

 


As fotos são das primeiras mudas de chá que vieram para o Brasil. Devido a falta de alimentação, pequei nisso, não fiquei muito animado de subir o acesso ao lado para chegar na escola e na igreja. Tenho que tirar foto dessa igreja, é uma igreja com uma arquitetura diferente.



Uma das casas abandonadas na beira da estrada e existem muitas.
Quando se começa ouvir os roncos dos motores dos caminhões na BR tem essa plantação de plantas ornamentais.





Chegando na BR-116, entre os marcos quilométricos 451 e 452.


Uma última foto da BR e vou para direita.


Antes de chegar em casa, passei na casa dos meu pais, para comer uma deliciosa costela com mandioca preparada pela minha mãe.

Descansei o almoço e fui para casa e o passeio terminou assim: 32,28 quilômetros, percorridos em 2h06 e com média horária de 15 Km/h. O track é esse.

Agradeço a Deus por mais essa oportunidade e um forte abraço a todos que acessaram o blog,