7 de julho de 2015

As férias

Owwww!!!


Contando os dois últimos dias do mês de maio, minhas férias tiveram 32 dias.

Nesses 32 dias pedalei por 1008,9 quilômetros em 34h03min e em 13 oportunidades.

Mas analisando, tive férias com vários dias, no qual 9 dias estava viajando, eu pedalei bem pouco.

Teve os afazeres de casa e a preguiça que por vezes não deixou.

Não fui para nenhum lugar diferente, fiquei basicamente na BR-116 e aproveitei os cafés nos “Serviços de Atendimento aos Usuários“, nos pedágios.

A primeira semana aproveitei bem, já a segunda nem pedalei e no final da segunda semana, durante uma viagem tive uma virose, me recuperei rápido, mas me alimentava sem apetite. Mesmo assim, na 2ª e 3ª feira pedalei por perto e na 4ª feira fui para a Serra de Biguá, o rendimento foi ruim, tanto que cheguei já não tinha luz natural, mas cheguei com uma fome que comi todo o arroz com frango que sobrou do almoço. E mais tarde encomendei uma pizza.

No dia 21, até tentei fazer um pedal rural, no meio da semana pedi para trocar a caixa de direção da MTB, não pedalei nem 2 quilômetros e vi que a caixa de direção já havia se soltado. Fiz a volta para casa. Nesse dia pretendia ir para a Bulha, local que, no dia 19 de julho, irá acontecer mais uma etapa do Circuito Ubuntu. No final, até gostei, gosto muito das estradas da Bulha, mas vou deixar para ir depois dessa muvuca de prova de MTB, é tanto “mimimi”, que deixa a impressão que só existe esse lugar ou que foi descoberto só agora.

Aproveitei o resto da manhã para ir para até Jacupiranga com a estradeira, mas no Posto 4 Irmãos percebi o pneu traseiro vazio, preferi encher e voltar para casa, ainda precisei encher por mais duas vezes para chegar em casa.

Foi o primeiro furo desde 07 de abril, fique mais de dois meses sem furos no pneu.

No dia 23, sai no início da tarde, fui até o Viaduto do Morro Seco e iria até o Posto 4 Irmãos, mas chegando no Posto 4 Irmãos resolvi ir até Jacupiranga e chegando em Jacupiranga resolvi ir até Cajati. 

Aproveitei, parei no SAU e tomei um café. Faltando um pouco mais 20 quilômetros para chegar em casa, ouço o pneu esvaziando rápido, parei e ainda pude ver onde vazava. Foi um corte no pneu, já era final de tarde, fiquei preocupado, procurei por algo no acostamento e como não achei nada usei um cartão telefônico que carrego comigo faz tempo, nem sei se ainda funcionava, mas foi útil como manchão. Cheguei em casa no escuro, mas com 137 quilômetros rodados

Em casa, troquei o pneu, pois já passava dos 3500 quilômetros, o que por R$ 42,90, já estava no lucro. Como sempre, retirei o pneu dianteiro, instalei na roda traseira e o pneu novo instalei na roda dianteira.

No último dia de férias fui até Cajati, parei no pedágio para um café e comi os cookies que levei, na volta tive um furo no pneu dianteiro, o novo, mas cheguei em casa ainda de dia.


Em Tempo 1: Os pneus que uso ultimamente são CST 1390, no entanto percebi que tem construções diferentes, o que retirei da bicicleta é mais duro, difícil de tirar e colocar na roda, na lateral tem um logo CST Road e olhando as inscrições laterais é denominado CST 1390-5, já o recém instalado é flexível, fácil de tirar e por na roda, não tem logo nenhum e nas inscrições laterais informa CST 1390-1. Logo de cara percebi que os novos serão bem frágeis contra furos, tanto que já furou, mas quanto a rolagem são bem melhores.

Em Tempo 2: Na maioria das vezes pedalei no período da tarde, com sol forte e, algumas vezes, com vento contra. Achei muito bom pedalar nessas condições, assim me preparo para as provas, no estilo randonèe, que pretendo fazer.

Em Tempo 3: Comprei um manguito e um corta vento da marca Mauro Ribeiro e são muito bons.


Agradeço ao Pai Celestial por uma férias tão feliz ao lado da minha família e fazer algumas pedaladas.


Até

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