12 de novembro de 2015

Rapadura: uma suplementação barata e nutritiva

A postagem é antiga, mas é muita boa.

Em Registro tem um casal que faz rapadura com gengibre, mamão ou amendoim. Esses tempo atrás eu fui e comprei um tijolo ou tablete, por R$ 20,00 e era com amendoim, era a única que tinha no momento.

Como é na zona rural, vou deixar a localização do casal: S 24 33.837 W 48 03.449

Também encontrei as Rapadurinha de Minas, na Natural Honey.

Passei a usar a rapadura depois que enjoei dos carboidratos em gel. E vario com mel e paçoquinha.

Lá vai a postagem:

A fabricação da rapadura iniciou-se nas ilhas Canárias, como uma solução prática de transporte de alimentos que resistia durante meses às mudanças atmosféricas, visto que o açúcar ficava úmido e com aspecto melado.
A rapadura é feita a partir do caldo da cana e seu processo de fabricação é praticamente todo artesanal, tendo um custo de produção mais elevado que o açúcar. Porém é mais nutritivo, além de não conter qualquer aditivo químico. É a versão integral do açúcar.
A rapadura é uma boa fonte de carboidratos
Enquanto o açúcar refinado é feito exclusivamente de sacarose, a rapadura possui excelentes propriedades nutricionais.
100 gramas desse doce fornecem:
-312 kcal
-75g de carboidrato
-70mg de cálcio
-55mg de fósforo
-12mg de potássio
-80mg de magnésio
-0,01mg de vitamina B1
-0,01mg de vitamina B6
-7mg de vitamina C
-2mg de vitamina A
Sua utilidade é extensa e varia de acordo com os hábitos culturais de cada região onde é utilizada. No Brasil, é utilizada em substituição ao açúcar, como sobremesa e principalmente como complemento na alimentação de populações mais carentes (adicionada nas cestas básicas e na merenda escolar da região Nordeste). Também pode ser utilizada como medicamento e como ingrediente de drinks e molhos.
Para os atletas, principalmente os de endurance que precisam de uma maior quantidade de energia, é uma ótima opção. Além de a rapadura fornecer energia, ainda fornece vitaminas e minerais, tendo vantagem sobre as outras fontes de açúcar consumidas por muitos atletas. Um exemplo é a maltodextrina, um suplemento muito utilizado, mas que só fornece carboidratos (açúcar).
Por ser um alimento de alto índice glicêmico, eu não recomendo seu uso antes dos treinos. Ao ser consumido antes do treino (1 hora ), pode provocar a hipoglicemia de rebote (que é causada quando ocorre um pico muito alto de glicemia). O ideal é consumir durante e após os treinos.


Copiado daqui.

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