29 de março de 2013

Mirante do Cruzeiro


Eai!!!



Hoje, sexta-feira santa estava programado para eu e Flávião irmos de bicicleta para Iguape, por uma infelicidade teve sua bicicleta roubada no dia 18 desse mês e não pudemos fazer o programado. Mas logo tudo se resolverá para o lado dele.


Sobre a bicicleta até sabemos quem a levou, mas como essa bicicleta já estava comigo a muito tempo e depois passei para Flávio, não temos a nota para fazer o B.O., agora é Termo Circunstanciado. Sabemos que foi para trocar com droga. Eu não sei quem é mais "ordinário", o que vende ou o que compra o produto de furto, falei "ordinário" para evitar o baixo calão. É o jeitinho brasileiro de sempre, sempre querendo tirar vantagem em alguma coisa, e depois reclamamos da corrupção entre os governantes.

Relatando o passeio!!!

Como eu e Dany não poderíamos nos ausentar de casa nesse final de semana, resolvemos que faríamos tiros curtos para aproveitar o que tem por perto. E com o céu azul que fez na manhã da quinta, véspera do feriado, já imaginei agora vamos para o Mirante do Guaraú, em Cajati, com seus 960 metros e com o tempo limpinho, dá pra ver o mar.

Mas não foi isso que aconteceu, a tarde de quinta começou a nublar e a noite começou a chuva, que se estendeu até a manhã de hoje com pancadas. Vamos a tarde.

Faltavam 10 minutos para 13h00 quando saímos de casa, céu limpinho, vai dar para aproveitar, quando chegamos em Jacupiranga já vimos que não ia rolar em Cajati, muita nebulosidade para lá. Resolvemos ir para Eldorado, no Mirante do Cruzeiro.

Existe uma lista de mirante do Vale do Ribeira, no site do Serviço Geológico do Brasil. Inclusive tem uma lista com vários atrativos catalogados. Uma dificuldade que encontrei foi converter Coordenada UTM para Coordenada em Graus, mas resolvi esse problema com esse site. Outro probleminha foi uma dezena usada na Coordenada UTM, enquanto que nas listas está como "51" no site da conversão usa-se a "22".

Voltando... Seguimos para Eldorado, antes de chegar faltando uns 2 ou 3 quilômetros tem a Via Lateral à direita, que é a Rodovia Mário Hanashiro que vai sentido a cidade de Sete Barras, mais uns 3 quilômetros a entrada da Estrada da Bulha e mais uns 3 quilômetros a Bifurcação que vai para o mirante da Bulha. O mirante da Bulha é divisa política entre os municípios de Registro e Eldorado, segundo o Google Maps.

Toda vida!!! Não pode faltar a igrejinha.

Aquela edificação lá embaixo é EMEF Bairro Bulha. 

Depois que deixamos a moto estacionada e começamos a trilha.


E estava escorregadia, puderá passou quase a noite toda chovendo.




Essa parada é muito conhecida, todas as expedições que vi as fotos, tem a foto dessa placa.


E começou a subida mais penosa.




Quase chegando no ponto da foto abaixo, a trilha estreitou e do lado direito era a ribanceira. Deu um medinho!!!


Eeehhh, Votupoca!!! Hoje você ficou pequeno.
Aquela manchinha branca é a cidade de Registro.
  


Quase chegando!

A cruz que existia, mais robusta, creio que o vento arrancou. Está uma cruz mais simplesinha.

Chegamos!!!


Estão montando uma torre, repare que em baixo tem mais ferragem.




No dia 10 de março de 2012, nós tentamos, faltando poucos metros Dany travou e o dia não estava tão bonito assim. E Dany ficou muito feliz por ter conseguido dessa vez e eu também.

Todo o trekking que fizemos para chegar ao mirante durou 1h16 e a distância percorida foi de 1,1 quilômetros


Logo começamos a descida, pois eu estava apreensivo por estar escorregadio. E no trechinho mais estreito foi bem tenso, pois todo lugar que se apoiava escorregava.



A trilha se divide e volta a se unir mais em baixo.

A trilha que se dividiu mais em cima volta a se unir aqui.
Dany exibindo o carimbaço
Descendo nós dois tomamos um escorregão, o de Dany foi mais complicado pois se apoiou no braço e estava reclamando de dor até um pouco antes de dormir.

Hoje foi o típico dia que atiramos no que vimos e acertamos o que não vimos. Estava muito bom, Dany com sangue nos olhos para subir e maravilhada quando chegou no mirante. Feliz por ter conseguido. 

O track da chegada até o mirante é esse. A volta fizemos pela estrada de terra passando pelos bairros do  Votupoca, Taquaruçu e Agrochá, o track é esse e foi um pouco mais de 36 quilômetros.


P.S.: Com a queda o punho da mão direita de Dany começou a inchar, mexia a mão e os dedos mas não tinha firmeza. No sábado fomos ao hospital e foi diagnosticado com apenas uma luxação, finalmente tomou um anti-inflamatório. O domingo de Páscoa foi sem dor e com pessoal, inclusive o pequeno Rubens passando com a gente.  

23 de março de 2013

Cachoeira do Travessão


Olá, tudo bem!

Essa dica foi dada no blog Turismo no Vale do Ribeira, mas só no dia 15 de março foi publicada como poderia ser feito o acesso. Essa cachoeira é uma das trilhas dos atrativos do Parque Estadual Carlos Botelho.

Eu e Dany tentamos ir na semana passada, mas a chuva nos encontrou e tivemos que voltar.


Desse sábado não ia passar e o dia nasceu com um sol tímido, mas era sol e não chuva.


Saímos de Registro 13h00, paramos no banco em Sete Barras e seguimos até a entrada do Bairro Rio Preto.

E tinha um gostinho especial, era a primeira vez que estava usando um GPS Outdoor. Fiquei com receio de não conseguir fazer o básico, mas deu tudo certo. Tem muita coisa para aprender com ele ainda.



Fomos de moto, se tivesse ido de carro ia dar uma dó colocar ele nessa estrada. E para falar a verdade era perigoso ficar atolado mais próximo à cachoeira.


O rio sob a primeira ponte de concreto

A chuva vindo longe ao nosso encontro
 

Depois de quase desistir pois a estrada estava cheia de lama, deixamos a moto estacionada e entramos na trilha.



Dany achou melhor não arriscar e ficou esperando e enquanto isso eu sai correndo para voltar logo.





No momento que cheguei na cachoeira, me bateu uma emoção e ao mesmo tempo medo de tudo aquilo vir para cima de mim. É uma força nervosa.

E o pior que sabia que não seria um dia propício para ir, pois a todo momento poderia chover e nos colocar em risco.







Na volta mais lama e a chuva engrossou. E me deu um alívio que consegui sair sem nenhum problema




É um belo passeio, não sei classificar dificuldades de trilhas, mas creio que essa trilha não seja nível baixo, ela tem um relevo bem acidentado, precisa passar por baixo de árvores caídas, muitas pedras e mesmo em épocas mais secas ela deve ser bem úmida.

Saindo da minha casa o odômetro do GPS marcou 64,93 quilômetros. E do início da estrada de terra até a cachoeira é próximos dos 18 quilômetros.
O trajeto feito e editado no Google Maps. E no Wikiloc com todas as marcações que fiz, inclusive as voltas que fiz para tirar dúvidas sobre o trajeto. Esses trajetos é com saída em Sete Barras.

Até a próxima.

9 de março de 2013

Piedade - Represa de Itupararanga e Vila Élvio

Hoje, eu e Dani fomos levar minha sogra até Piedade para ir buscar o carro dela. Saímos cedinho de Registro, pois o mecânico fecharia ao meio-dia, mas antes das 9h00 já estava tudo resolvido e teríamos o dia todo para conhecer três pontos que vi no blog do Sartori. Na verdade conheci só dois, poís eu perdi a entrada da Capela da Penha.


O munícipio de Piedade tem no Hortifrúti sua atividade principal, mas sabe aproveitar seus atrativos turísticos, acho isso interessante porque lá tem um comércio super bacana que não pratica preços abusivos porque somos turistas. Diferente das praias que só vive do turismo, quando é temporada tem preços altos pois é temporada e quando não é temporada tem preços altos pois quer recuperar o que não vem ganhando.



E lá existem quatros roteiros. Eu fui primeiro pelo o azul, que é o que passa pela Represa Itupararanga também conhecida como "Represa da Light", o trajeto tem um relevo bem difícil. Nos 10 quilômetros iniciais a estrada é um pouco estreita e sinuosa e dificultou estacionar o carro para tirar fotos, é uma pena porque tinha capelinhas e paisagens. Essa é uma das vantagens de ir bicicleta que qualquer espacinho dá encostar, ainda vou conhecer essa região pedalando, sinta-se convidado Flávio Anderson.



Depois dá para visualizar a represa e tirar algumas fotos.





E mais alguns quilômetros chegamos na Represa.








Rolou até um vídeozinho.


Mais 9 quilômetros para chegar em Votorantim e foram nesses 9 quilômetros que perdi a entrada da Capela da Penha, mais um motivo para voltar. Também encontrei com um grande número de ciclistas.

Já na área urbana de Votorantim vimos uma placa indicando a Cachoeira da Chave (Por trilhas), foi uma pequena saída do trajeto mas quando chegamos, nem vimos a cachoeira, tinha um monte de pessoas mal encaradas e não achamos seguro ficar lá.

Demos uma volta em Sorocaba, fizemos um lanche e voltamos.

Queria conhecer a Vila Élvio que faz parte do Roteiro Verde. A estrada é asfaltada e com 10 quilômetros depois que saímos da rodovia chegamos na vila.












Achei o lugar muito interessante, inclusive com as instalações comerciais bem antigas, essas não tirei fotos pois os donos parecem que não gostam muito, resolvi não arriscar. O dia foi tão bom, no final da tarde que não ia estragar.

Foi um muito bom e ainda chegamos em Registro com o dia claro.