3 de agosto de 2015

Registro - Iguape II

Olá!!!


Pela segunda vez faço o pedal Registro - Iguape, a primeira você pode conferir clicando aqui. E dessa vez fui sozinho e durante as festividades do Padroeiro Bom Jesus de Iguape. E tem suas coisas boas e tem as coisas ruins.

As coisas ruins farei uma nota no final da postagem para quem quiser ou não ler.

Quanto as coisas boas, aponto a fé das pessoas em sair peregrinando, seja buscando ou agradecendo alguma graça, ou apoiando algum amigo ou parente. Também aponto a generosidade das pessoas em arrecadar alimentos para pessoas mais carentes. Devido as festividades foi a melhor época para se pedalar por essas estradas.

Quanto a minha participação, começa no início da semana, quando resolvo que logo no começo do mês vou conquistar o Gran Fondo 150.

Acordei cedo, um pouco antes das 5 horas, tinha dormido muito bem, enrolei um pouco, tomei café e um pouco depois das 6h15 comecei a pedalada. E como toda pedalada longa, começo pensando na energia necessária para o final da pedalada.

Com quase 1h45, depois de 47 quilômetros, começo a subir a Serra de Biguá. Estava de manguito e corta-vento, suando bagarai, mas foi começar descer a serra já estava arrependido por não estar melhor agasalhado.

Ainda parei na serra para fazer uma foto.




Depois da serra é o marco quilométrico 11 e em Iguape é o 54. Do meu lado direito, cavaleiros e algumas charretes. E do meu lado esquerdo, na contra mão, caminhantes.

Mantinha boa velocidade, mas no Km 18 fechou tudo, pensei ser um acidente, mas eram as comitivas, com seus caminhões e carros de apoio, parados a beira da estrada. Mais ou menos uma cidade pequena em final de semana.

Fui pedalando e no quilômetro 38 a saída da Estrada do Peropava, a maioria dos caminhantes e ciclistas de Registro passariam por essa estrada.

A partir dai comecei a identificar as pessoas conhecidas e depois da Ponte do Matias encontrei a professora Lígia Monteiro.

Cheguei em Iguape, na Praça da Basílica, às 10h04.

Fiquei um tempo por lá, comi as batatas e ovos de codorna cozidos que levei.

Quase 10h45 cheguei na rodovia sentido Pariquera-Açu. São 44 quilômetros que separam as duas cidades. Por uns 15 quilômetros o asfalto é bom e depois é deplorável.

Imaginei fazer uma parada na metade do caminho por conta do forte sol, só consegui parar em uma pequena pastelaria, onde tomei um refrigerante, quatro paçoquinha e abasteci as garrafinhas.

Bem movimentado esse pastel, com muitos ciclistas. E fiquei um 25 minutos parado.

Depois foi montar na bicicleta e só parar em casa. E com 1h45 cheguei em casa para comer aquele pratão de feijão com arroz.


Agradeço ao Pai Celestial por tudo. Também agradeço aos meus amores: Dany e Emanuel.

Agradeço aos elogios dos conhecidos, mas eu não fiz nada que seja impossível para vocês.


E.T.: Assim como acho bonito os peregrinos, creio que a maior parte vai para fazer farra. A maioria dos cavaleiros bebendo, logo cedo, e maltratando os animais.

As pessoas que se mobilizam para arrecadar alimentos para as famílias necessitadas deveriam se mobilizar em outras épocas do ano, afinal as pessoas são necessitadas a todo tempo. E também, longe das televisões.

Aos ciclistas, existe todo o resto do ano para mostrar que vocês podem manter boa média de velocidade. Não precisa usar essa época do ano, para "humilhar" aquele que treinam o ano todo para cumprir sua promessa, pessoal ou religiosa, de chegar pedalando em Iguape. Afinal, andar de bicicleta 33 marchas é fácil, quero ver descer a Serra da Macaca, de Barra Circular com bagagem.

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