Eaiiiiiiiii!!!!
No dia 18 de janeiro, que também pode ser chamada de segunda-feira da semana passada, recebi a mensagem do Fernando para irmos até Barra do Turvo, seria bate e volta, almoçaríamos e voltaríamos.
Acertei as questões domésticas, ou melhor, pedi o alvará para a Dona Daniele e confirmei para o sábado.
O resto da semana foi de assimilação do que eu havia combinado, afinal era um pedal de quase 280 quilômetros e subindo serra.
Passar dos 200 quilômetros é uma pedra no meu sapato. Eu fiz um Audax 200, mas ele não passou dos 200 quilômetros.
Saímos cedinho no sábado, passando das 5 da manhã, ainda estava escuro, mas em Jacupiranga o dia já tinha clareado e em Cajati paramos para um café.
Eu já tinha tomado café em casa, mas não perdi a oportunidade: Tomei um café e comi um pedaço de panetone.
Voltamos para a estrada às 6H50, vinte minutos depois estávamos começando a subir a Serra do Azeite. Já subi outras vezes essa serra, mas dessa vez foi mais tenso, devido ao alto número de carros pequenos, os caminhoneiros se obrigavam a dar uma forçadinha para o nosso lado. Mas afirmo que quando estavam com pista livre saiam para a esquerda sem problemas.
Depois de subir toda a serra, às 8H35 paramos para comer uma geléia de mocotó e umas bisnaguinhas com queijo.
Às 9H10 paramos no posto do pedágio para tomar um café e comemos uns pedaços de bolo de laranja que eu tinha levado. Ôôôhhh, duplinha que para pra comer!!! Mas dez minutos depois voltamos ao pedal.
Passando das 9H40, acessamos a estrada que vai para Barra do Turvo, aos 605 metros de altitude.
A placa indicava que seriam 31 quilômetros até Barra do Turvo. Rodovia Municipal com asfalto que causa inveja às ruas do meu bairro, paisagens bonitas, gado nos morros e um rio que acompanha toda a rodovia, e em alguns momentos com corredeiras que forçavam a parada para vislumbrar.
Às 9H10 paramos no posto do pedágio para tomar um café e comemos uns pedaços de bolo de laranja que eu tinha levado. Ôôôhhh, duplinha que para pra comer!!! Mas dez minutos depois voltamos ao pedal.
Passando das 9H40, acessamos a estrada que vai para Barra do Turvo, aos 605 metros de altitude.
A placa indicava que seriam 31 quilômetros até Barra do Turvo. Rodovia Municipal com asfalto que causa inveja às ruas do meu bairro, paisagens bonitas, gado nos morros e um rio que acompanha toda a rodovia, e em alguns momentos com corredeiras que forçavam a parada para vislumbrar.
Passando às 11 horas chegamos em Barra do Turvo, que fica a 150 metros de altitude, e procuramos um restaurante.
Restaurante D’Gust, R$ 14,50 o self-service. Um baita buffet com vários tipos de carnes, pena que eu não podia exagerar, mas ainda voltarei lá só para almoçar de novo.
Acertamos a conta, compramos a água no mercado próximo e descansamos um pouco na praça.
Às 12H26 começamos a voltar, ritmo tranqüilo, tanto que o Fernando nem subiu a corrente para o coroão. Não rodamos nem 15 quilômetros comecei a sentir algo diferente no pneu traseiro, paramos, cheguei a tirar a roda, mas não troquei a câmara. Apenas enchi um pouco mais o pneu.
Mas continuei sentindo algo diferente. Paramos em uma sombra, quando faltavam menos de dez quilômetros para a BR-116. Mas quando passamos a placa que marcava o Km 9 tornamos a parar, pois tinha uma caixa de água que recebia água da serra. Aproveitamos para refrescar e reabastecer as caramanholas.
Restaurante D’Gust, R$ 14,50 o self-service. Um baita buffet com vários tipos de carnes, pena que eu não podia exagerar, mas ainda voltarei lá só para almoçar de novo.
Acertamos a conta, compramos a água no mercado próximo e descansamos um pouco na praça.
Às 12H26 começamos a voltar, ritmo tranqüilo, tanto que o Fernando nem subiu a corrente para o coroão. Não rodamos nem 15 quilômetros comecei a sentir algo diferente no pneu traseiro, paramos, cheguei a tirar a roda, mas não troquei a câmara. Apenas enchi um pouco mais o pneu.
Mas continuei sentindo algo diferente. Paramos em uma sombra, quando faltavam menos de dez quilômetros para a BR-116. Mas quando passamos a placa que marcava o Km 9 tornamos a parar, pois tinha uma caixa de água que recebia água da serra. Aproveitamos para refrescar e reabastecer as caramanholas.
Às 14H26 chegamos a BR-116, na venda tomei uma coca e comi dois pedaços de bolo, dos bons, que vendia lá.
Fui dar mais uma olhada no pneu traseiro e percebemos que estava vazando pelo bico. Troquei a câmara.
Um pouco antes das 15 horas entramos na BR-116, sentido sul, subindo até o retorno que ficava a cinco quilômetros. Depois do retorno sobe mais um pouco no sentido norte. Pra quem não conhece essa rodovia, a pista norte e sul nesse trecho tem um desnível de aproximadamente 220 metros. Tem até um mirante.
Fui dar mais uma olhada no pneu traseiro e percebemos que estava vazando pelo bico. Troquei a câmara.
Um pouco antes das 15 horas entramos na BR-116, sentido sul, subindo até o retorno que ficava a cinco quilômetros. Depois do retorno sobe mais um pouco no sentido norte. Pra quem não conhece essa rodovia, a pista norte e sul nesse trecho tem um desnível de aproximadamente 220 metros. Tem até um mirante.
Começamos a descer passamos pelo pedágio e entramos no planalto no Manecão, uns vinte quilômetros sem muita diferença de elevação. E no antigo Posto Manecão paramos para reabastecer.
Mandei um Gatorade e um Tampico. Comi um bolo e a bisnaguinha que havia sobrado. Também um gel que o Fernando me deu. Ahhh, também uma cápsula de guaraná.
16H40 saímos para a descida da Serra do Azeite que estava muito suja e não deu para aproveitar.
Ainda paramos no posto de pedágio em Cajati para pegar água gelada, às 18H10.
Fernando aumentou o ritmo, mas eu falei que não dava. Passando Jacupiranga, tomei água e ao repor no suporte, a danada escapou, entrou no mato e quem diz q eu a achei.
Cheguei em casa às 19H43.
Mais fotos.
Na manhã do domingo vi o pneu traseiro vazio, era um araminho que fez um furo.
Agradeço a Dona Daniele e Emanuel pelo álvara cedico. Amo vocês.
Agradeço ao Fernando pelo convite e companhia.
Agradeço imensamente ao Pai Celestial por essa oportunidade.
Até mais.

