25 de janeiro de 2016

Bate e volta em Barra do Turvo, logo ali!!!

 Eaiiiiiiiii!!!!


No dia 18 de janeiro, que também pode ser chamada de segunda-feira da semana passada, recebi a mensagem do Fernando para irmos até Barra do Turvo, seria bate e volta, almoçaríamos e voltaríamos.

Acertei as questões domésticas, ou melhor, pedi o alvará para a Dona Daniele e confirmei para o sábado.

O resto da semana foi de assimilação do que eu havia combinado, afinal era um pedal de quase 280 quilômetros e subindo serra.

Passar dos 200 quilômetros é uma pedra no meu sapato. Eu fiz um Audax 200, mas ele não passou dos 200 quilômetros.

Saímos cedinho no sábado, passando das 5 da manhã, ainda estava escuro, mas em Jacupiranga o dia já tinha clareado e em Cajati paramos para um café.

Eu já tinha tomado café em casa, mas não perdi a oportunidade: Tomei um café e comi um pedaço de panetone.

Voltamos para a estrada às 6H50, vinte minutos depois estávamos começando a subir a Serra do Azeite. Já subi outras vezes essa serra, mas dessa vez foi mais tenso, devido ao alto número de carros pequenos, os caminhoneiros se obrigavam a dar uma forçadinha para o nosso lado. Mas afirmo que quando estavam com pista livre saiam para a esquerda sem problemas.

 


Depois de subir toda a serra, às 8H35 paramos para comer uma geléia de mocotó e umas bisnaguinhas com queijo.

Às 9H10 paramos no posto do pedágio para tomar um café e comemos uns pedaços de bolo de laranja que eu tinha levado. Ôôôhhh, duplinha que para pra comer!!! Mas dez minutos depois voltamos ao pedal.

Passando das 9H40, acessamos a estrada que vai para Barra do Turvo, aos 605 metros de altitude.

A placa indicava que seriam 31 quilômetros até Barra do Turvo. Rodovia Municipal com asfalto que causa inveja às ruas do meu bairro, paisagens bonitas, gado nos morros e um rio que acompanha toda a rodovia, e em alguns momentos com corredeiras que forçavam a parada para vislumbrar.


Passando às 11 horas chegamos em Barra do Turvo, que fica a 150 metros de altitude, e procuramos um restaurante.

Restaurante D’Gust, R$ 14,50 o self-service. Um baita buffet com vários tipos de carnes, pena que eu não podia exagerar, mas ainda voltarei lá só para almoçar de novo.

Acertamos a conta, compramos a água no mercado próximo e descansamos um pouco na praça.

Às 12H26 começamos a voltar, ritmo tranqüilo, tanto que o Fernando nem subiu a corrente para o coroão. Não rodamos nem 15 quilômetros comecei a sentir algo diferente no pneu traseiro, paramos, cheguei a tirar a roda, mas não troquei a câmara. Apenas enchi um pouco mais o pneu.

Mas continuei sentindo algo diferente. Paramos em uma sombra, quando faltavam menos de dez quilômetros para a BR-116. Mas quando passamos a placa que marcava o Km 9 tornamos a parar, pois tinha uma caixa de água que recebia água da serra. Aproveitamos para refrescar e reabastecer as caramanholas.




Às 14H26 chegamos a BR-116, na venda tomei uma coca e comi dois pedaços de bolo, dos bons, que vendia lá.

Fui dar mais uma olhada no pneu traseiro e percebemos que estava vazando pelo bico. Troquei a câmara.

Um pouco antes das 15 horas entramos na BR-116, sentido sul, subindo até o retorno que ficava a cinco quilômetros. Depois do retorno sobe mais um pouco no sentido norte. Pra quem não conhece essa rodovia, a pista norte e sul nesse trecho tem um desnível de aproximadamente 220 metros. Tem até um mirante.


Começamos a descer passamos pelo pedágio e entramos no planalto no Manecão, uns vinte quilômetros sem muita diferença de elevação. E no antigo Posto Manecão paramos para reabastecer.

Mandei um Gatorade e um Tampico. Comi um bolo e a bisnaguinha que havia sobrado. Também um gel que o Fernando me deu. Ahhh, também uma cápsula de guaraná.

16H40 saímos para a descida da Serra do Azeite que estava muito suja e não deu para aproveitar.

Ainda paramos no posto de pedágio em Cajati para pegar água gelada, às 18H10.

Fernando aumentou o ritmo, mas eu falei que não dava. Passando Jacupiranga, tomei água e ao repor no suporte, a danada escapou, entrou no mato e quem diz q eu a achei.

Cheguei em casa às 19H43.


Mais fotos.

Na manhã do domingo vi o pneu traseiro vazio, era um araminho que fez um furo.

Agradeço a Dona Daniele e Emanuel pelo álvara cedico. Amo vocês.

Agradeço ao Fernando pelo convite e companhia.

Agradeço imensamente ao Pai Celestial por essa oportunidade.



Até mais.

12 de janeiro de 2016

Fechando 2015

Owwwww!!!!

Entre a Volta do Vale e o início do Festive 500, só fiz uma pedalada mais longa, até Cajati, no dia 19 dezembro. Além das pequenas pedaladas com Emanuel. Totalizando quase 565 dos 1021 quilômetros que era a meta do mês de Dezembro.

O Festive 500 é um desafio que consiste em pedalar 500 quilômetros entre os dias 24 e 31 de dezembro. Na edição de 2014 eu não completei

Fiz 4 pedais mais longos totalizando 466 quilômetros, o restante fiz pequenas pedaladas com Emanuel.

São esses:






Tinha três metas para 2015: A primeira era pedalar 7300 quilômetros durante o ano inteiro, a segunda era dar início para completar a série nas provas do estilo randonnée e a terceira era comprar as ferramentas para mexer nas minhas bicicletas.

As provas não consegui dar início e as ferramentas vou comprar na semana que vem. Então duas metas eu não conclui em 2015.

Mas consegui pedalar 7349,4 quilômetros, em 286 horas e 40 minutos.

Para 2016, a meta é pedalar por 8100 quilômetros.

Iria comprar as chaves de pedivela, movimento central, caixa de direção, cassete e a corrente para travar o cassete. O valor ultrapassaria os R$ 200,00, da marca Lifu. Só que na Decathlon tem uma caixa de ferramentas por R$ 250,00, também da marca Lifu e vem as demais ferramentas também.  Então vou comprar na Decathlon.

Fiz algumas fotos no Mirante da Boa Vista no dia 27 de dezembro, se quiser ver clique aqui.


Até mais, que 2016 seja um ano de realizações.



Agradeço ao Pai Celestial.