31 de dezembro de 2013

Feliz 2014

Agradeço a todos que acompanharam esse primeiro ano do blog e pedalaram ao meu lado durante o ano que se finda. 2013 foi um ano de que eu não posso reclamar, nem de que não pude pedalar nos últimos dias do ano por problemas de circulação.

Em 2014 pretendo estreitar meus laços de amizade e com familiares. E que todos conquistem seus objetivos, com muita saúde e paz.

Que o Pai Celestial esteja sempre nos mostrando o melhor caminho.



Feliz 2014!!!

23 de dezembro de 2013

Os treinos da semana.

Essa semana até que pedalei bem.

Fui, pedalando, com Dany na academia na segunda e na terça. Na terça fiz a avaliação física, o que me deixou bem desanimado.

Daí nem fui mais para academia no resto da semana, mas fiz o que sei fazer e me deixa feliz. Pedalar.

Na quarta (18/12) peguei uma folga a tarde e fui pedalar em Pariquera-Açu, no Bairro Angatuba e Bairro Alto. 

Pedalzinho gostoso e por uma região bonita. Passando pelo Laticínio Suisse.









Esse pedal passou um pouco dos 45 quilômetros e foi pedalados em 2h24.

Quem quiser conferir no Sports Tracker é só clicar aqui

Na quinta(19/12), no final da tarde, fiz um passando pelo Bamburral, até a margem do Rio Ribeira de Iguape até a ponte da BR-116. Passei pela SP-193 e segui para o Agrochá. Fui para o Ussuki e por um caminho (as fotos estão abaixo) cheguei na vilinha do Capinzal. De lá, pela borracharia do Capinzal sai na BR-116 e voltei. 

         

Foi um bom pedal e fiquei até surpreso com a energia com que eu estava pedalando. Bem alimentado, talvez, mas o que eu tinha comido era um panetone. 

O track.

Na sexta não pedalei, pois queria ir no sábado de manhã, mas não fui!!! 

No sábado(21/12) a tarde, fiz o que imaginava não conseguir fazer, passei pela ponte da linha férrea sobre o Rio Ribeira de Iguape. 

Em cima da ponte não existem dificuldades, é só carregar a bicicleta, mas ainda no trilho e fora da ponte tem muito mato e dificulta a passagem. E encheu minha roupa da carrapicho, pega-pega, etc... 

Depois Oásis e Bairro Boa Vista. Na Escola Municipal do Boa Vista entrei para a direita, passei por umas fazendas bonitas e bateu o primeiro arrependimento. Cheguei no campo de futebol do Bairro Raposa, fui até o bar para tomar uma Tubaína e comer umas paçocas. E segui para o Taquaruçu. Voltei embora. 

 

 

 

Cheguei em casa já estava chovendo, fechando o track rapidamente, não conclui corretamente. E perdi. E também não tinha levado o GPS, além de poder coletar estradas por onde nunca tinha passado, poderia ter registrado o treino. 

Mas como já tinha colocado pilha nova no ciclo, aqui vai: 52 quilômetros em 2h53. 


PS.: Passei um bom tempo da minha vida pedalando e nem tinha ciclocomputador. Agora que tenho um monte de tecnologias a disposição, fico frustrado se alguma delas não funciona. 

Mas o legal da coisa não é pedalar?!?

8 de dezembro de 2013

Registro / Juquiá - Morro Seco - Iguape / Miracatu

Olá!

Confirmando a máxima que diz que "nada se cria, tudo se copia", olhando no Wikiloc, copiei um track que um argentino fez, desviando da Serra de Biguá.

Era início de julho desse ano, perguntei sobre a região para o Fabrício e ele falou que era o Morro Seco. Pesquisando, descobri que se trata de uma região de Quilombo. Entrou na lista dos "para fazer".

Sai cedinho de casa, fui em um ritmo tranquilo, no KM 419 da BR-116 - PR/SP entrei para na estrada a direita. Estrada tranquila, muitos cantos de pássaros, inclusive um que produzia uma "ra-ta-ta-ta"! rsrsrs E um lagão, onde tirei várias fotos.

Logo saí da estrada maior, ao passar pela placa que indicava o Quilombo, vi a igrejinha no alto e fui tirar foto, pelo tamanho do barracão ao lado e as barraquinhas, as festas devem ser grandes.

Nessa estrada já começa a ficar com mata mais fechada e eu fiquei imaginando o argentino passando de noite ali. Assim que a vegetação se abre dá pra ver o "mar" de eucaliptos.

Tem vários locais com água e alguns até para um "tchibum", mas como esqueci do repelente, se parasse para marcar no GPS, era para ser picado pelas mutucas. Mesmo sem parar, já tava difícil.

Mais ou menos, da metade para frente a estrada já fica mais larga e as casa já ficam mais próximas e sempre com a plaquinha "geladinho". E o terreno, por estar na mesma região, é muito parecido com a estrada do Despraiado. 

Com 51,5 quilômetros cheguei na SP-222, no bairro do Itimirim. Descansei e arrematei a pera que levei. Como era o Km 18, iria até o Km 11 para o início da serra, com a 2ª faixa. Enquanto não chegava a subida da serra, não passei susto com os carros que iam no mesmo sentido, mas com os que saiam para ultrapassar no outro sentido.

Comecei a subir a serra, mas logo parei na lanchonete e mandei uma coca e os dois lanches que levei. De barriga cheia, voltei a subir. Para descer, só larguei e curti o embalo. Não parei para tirar foto, mas deu para ver que o salto do Rio Biguá estava com um volume maior de água e estava bonito de ver.

Eram quase 11 horas, quando voltei para BR-116 e tinha 45 quilômetros para chegar em casa. Pedalei tranquilo apenas com a intenção de chegar antes das 13 horas.

Deixei de tirar fotos de duas igrejas, uma Oliveira Barros e outra em Cedro.

O único incômodo é ter que pedalar na contramão depois que passa a ponte do Rio Ribeira de Iguape. Enquanto não fica pronta a ciclovia na ponte tem que ser assim.

Passei no Posto Ongarato e encontrei com Clepa que estava em serviço, trocamos uma ideia e vim para casa. Fechei o track às 12h56.


A baixa fica pelo tamanduá-mirim que encontrei atropelado na beira da estrada.



Mais fotos.

Track no Wikiloc.

Foram 119 quilômetros em 5h46 pedalados.


Agradeço ao Pai Celestial por mais essa.


Valeu!!!

15 de novembro de 2013

Capinzal/Caiacanga/Votupoca

Nesse feriado (15 de novembro) estava planejando um pedal longo, pensei em ir até o Farol de Icapara ou a Estrada Parque do Parque Estadual Carlos Botelho, esse segundo não seria tão longo, mas seria bem intenso pelo desnível que enfrentaria. No fim, fiquei por aqui mesmo, olhei alguns caminhos pelo Capinzal e fui.


Saí de casa bem tarde, já passava das 7h45, fui em direção a BR-116 e segui até o Km 454-sentido Sul, onde é a entrada para o Capinzal.

Hoje não levei a câmera digital e me arrependi, a câmera do celular não é tão boa, ainda mais em manhãs cinzentas.

Ainda na BR, um ciclista passou na hora em que estava tirando foto da estrada e foi embora. Olha a foto dele ai em baixo.



E a foto abaixo, já na estrada do Capinzal.


E mais a frente, a fazenda de palmito.



Estrada tranquila e sem muito movimento. Só quando passou um ônibus que levantou um poeirão.




Depois dessa subida, obviamente a seguida descida, cheguei na vila do Capinzal. E aproveitei para tirar foto da igrejinha.


Depois de 17,76 Km e um pouco mais de 1 hora, cheguei na Escola Irene Machado. 


Em seguida fui até o cemitério, eu não tenho nenhum parente ou conhecido lá, mas sempre tive curiosidade de sabe onde era. Dei uma errada no caminho, fui para direita e era para esquerda, mas resolvi rapidinho. Olha! É uma subidinha "mais ou menos" para chegar até o portão do cemitério

Voltei até a escola e segui em direção à Fazenda São Lourenço, mas pelo que vi no mapa, na primeira bifurcação eu entraria para esquerda. Hoje só olhei no mapa e fui, não carreguei nada no GPS. 

Só depois que cheguei em casa e fui carregar no Sports-Tracker é que fui perceber que entrei uma bifurcação antes, mas que no final sairia no mesmo lugar. No Bar do Luiz da Luz.


Prainha

No Bar do Luiz da Luz parei para tomar uma Tubaína e comer um amendoim. Um barzinho bem montadinho, tem até um Jukebox!


Prefeitura fazendo serviços na estrada.
Chegando na estrada do Votupoca.

Na estrada do Votupoca, eu iria até a entrada para a Fazenda São Joaquim. Eu gosto de andar por essa estrada porque dá para ver o Morro do Votupoca sem nenhum obstáculo.


Fazenda São Joaquim

Depois passei na Igreja Episcopal Anglicana, que não tinha ido lá depois da reforma.



Depois que sai da Igreja encontrei uma serpente cruzando a estrada, queria tirar uma foto, desclipei um pé e a bicicleta pendeu justo para o lado do pé ainda clipado. Chão!!! E a serpente foi embora!!!

Como é segundo pedal que estou usando clip, tento prever as ações e quando estou parando já estou desclipado. Mas nessa, nem me liguei do clip, parei e depois lembrei. Eu sabia que ia acontecer isso uma hora ou outra, só não sabia quando. rsrsrs

Daí peguei forte e vim embora, mas ainda passei pelo centro e encontrei dois ciclistas no Monumento da Imigração, era um rapaz de Irati e mais um adolescente, eles estavam vindo de Sete Barras (casa de parentes) e indo para Iguape. Tirei uma foto deles, com a câmera deles e nos despedimos.


Cheguei em casa as 11h45 e o ciclocomputador registrava 59 quilômetros que foram percorridos em 3:22. Track.

Fotos. Só me arrependi de não ter levado a Câmera Digital, do celular é só para quando não tem a outra mesmo!!!


Ao Pai Celestial, agradeço por mais essa!!!




Abração!!!

13 de novembro de 2013

Bolsa de selim

Eaaaaaaaaaaaiiiii!!!


No último pedal minha bolsa de selim soltou a costura do velcro que prende no canote, até ai uma costura simples resolveria, mas a bolsa é daquela que prende em um suporte no selim e fica "pra baixo", como na foto abaixo. E dificultava até a visualização da iluminação traseira.




Apesar de ser expansível, poucas foram as vezes que ela foi usada com a capacidade total, mesmo assim sempre ando com duas câmaras, remendos, espátulas, chaves allen, chave de corrente e até chave 15 mm. Minha bicicleta é com blocagem, mas sempre carreguei a chave 15 mm para a necessidade de um ciclista sem ferramentas, não me custa nada.

Eu iria fazer a costura na bolsa na 2ª feira, mas resolvi levar para o Dunde, para ele também colocar uma "cinta" na bolsa, inutilizando o tal suporte. 



Hoje fui buscar e gostei do resultado.

Ficou como uma bolsa de selim convencional e soltando a cinta consigo usar expandida. Bom que apertando um pouco mais, evita que fique chacoalhando, como já aconteceu muitas vezes.

E o serviço ficou R$ 8,00.


Fui!!!

10 de novembro de 2013

Pedalada de Domingo

Owwwwwwwww!!!


Pedalada anunciada pelo Aluizio no finalzinho da tarde da sexta-feira, mas que por algum motivo não pode ir.

Mas foi legal, fui eu, Carlão, Domingues e seu filho Vitor, que pedala pra caramba.



Saímos de frente ao "R" em direção ao Bairro Ribeirão de Registro, Carapiranga e Bairro das Areias, onde chegamos na estrada que liga o Xangrilá ao Agrochá,  a RGT 345 e seguimos sentido Agrochá. 

Paramos em uma casa, próximo ao Agrochá, para pedir água e abastecemos as caramanholas.

No Agrochá passamos direto em direção ao Ussuki e saímos na continuação da avenida Clara Gianotti de Souza próximo ao viaduto da Linha Férrea, onde tiramos as primeiras fotos.

Tiradas as fotos seguimos em direção a BR-116, onde encontramos o Fabrício treinando antes de ir para o trabalho. Massa!!!

Atravessamos a BR-116, em direção ao Chá Ribeira, passamos pela sede e a residência do Amaya. Depois Bamburral de cima até o Nosso Teto, onde tomamos uma Coca na Pizzaria do André Luiz, curtindo um cheiro de esgoto.




Pedalada boa, em ritmo muito bom e que eu pensei que não ia concluir depois de ter almoçado uma feijoada, na casa dos meu pais.



No GPS foram 40,9 Km's que foram concluídos em 2h15 pedaladas, que resultou em média horária de 18,1. 

De baixa, só minha bolsa de selim que soltou a costura.

Abração.

23 de outubro de 2013

Registro / Jacupiranga

Semaninha movimentada!!!

Quando vai pintando pedal com o pessoal do Amigos do Pedal, sempre rola um friozinho na barriga, parece dia de prova na escola. Não devia, pois o pessoal é super tranquilo e não força no ritmo. Creio que seja por ser uns pedais mais longo do que geralmente faço e fica a ansiedade pela conclusão. Mas o que movimenta esses pedais são as boas conversas e as piadas.

Vale um comentário, sempre pedalei sozinho e nunca me preocupei em ter um ritmo forte ou suave. É uma nova fase pra mim pedalar acompanhado, então estou me doutrinando nesse quesito e prefiro ser da "turma do fundão" para não sair correndo e ficar como "chato".

Voltando, no meio da semana surgiu o convite do Eliel, meu vizinho, para pedalar no domingo e ia ser com o Eliel e o Jairo da Ciclo Ribeira, cara gente boa que a maioria dos ciclistas no Vale do Ribeira conhece.

Ficou marcado para as 8 horas do domingo no Monumento da Imigração Japonesa. E lá combinamos de ir para Jacupiranga, daí foi só pedalar.

Em menos de uma hora chegamos em Jacupiranga, a ida é mais forçadinha que a volta. O problema é que ficamos mais de uma hora e meia conversando. E saímos de lá eram quase 11 horas. A volta foi do mesmo jeito, só que o Solzão forte. Por isso, nessa semana estamos ostentando nosso bronzeado "napolitano".




track. Foram 63,49 Km pedalados em 2:15:25 que resulta em média horária de 28,13.


Fui se me!!!

19 de outubro de 2013

Registro/Pariquera-Açu - Voltando pela Estrada do Senador

Pedal feito na parte da tarde para aproveitar o tempo favorável. Fui para Pariquera-Açu para perturbar meu irmão para dar uma pedaladinha, mas não consegui falar com ele quando cheguei lá.

Na ida tinha um forte vento contra e na volta já foi mais suave.

Voltei para Registro pela Estrada do Senador Dantas e procurando estradas diferentes. E no bar do Adriano matei uma Coca e um Amendoim.




No ciclo 63 quilômetros em 3h10. Track.

6 de outubro de 2013

Socal

Heeyyyyyyyy!!!


Pedalzito combinado durante o sábado e que apesar da previsão de chuva foi muito legal e com um início de manhã com um sol bonitão.

Saí de casa as 6:30 h para ir pedalando tranquilo até o Posto Ongarato, chegando no posto, logo em seguida chega o Clepa e depois o Fabrício. Enquanto esperávamos o Muniz, o Thiago Ribeiro chegou para nos dar um "salve". Nisso o Muniz chegou, nos despedimos do Thiago que estava saindo para treinar, tiramos algumas fotos e começamos o pedal.

Beirando o rio é tranquilo, sempre plano, sentido Guaviruva que encrespa com um tobogã. Já tinha feito esse pedal no sentido contrário, as fotos podem conferir aqui

Nessa região tem um produtor de mexericas com 45000 pés da frutas em sua propriedade e ainda tem uma processo de seleção e beneficiamento das frutas bem avançado. Eai, vai continuar reclamando que Registro não tem nada!!!

Passamos pela Comunidade Quilombola Peropava e antes de chegar no asfalto, paramos no Pesqueiro Curva do Gole para tomar uma Tubaína, de quebra comemos uma coxinha e tinha uma pimenta "da boa".

No asfalto viemos tranquilo, depois do Arapongal viemos pela ciclovia, que agora está bonitinha, mas passando o Ouro Verde furou o pneu da bike do Fabrício.

Cheguei em casa às 11:50 h.


Track no Wikiloc.

Fotos do Muniz, do Fabrício e as minhas.

No ciclo registrou 65.65 quilômetros em 3:44.


Até a próxima.

26 de setembro de 2013

Camiseta

Na segunda a noite recebi um e-mail do site Onde Pedalar com a oferta de uma camiseta que a tempo estou querendo, mas o preço. Pesquisei na internet e os preços com frete chegariam perto disso.

Na terça, na hora do meu almoço, almocei rápidinho e fui para o computador, com um símbolo da fonte "Webdings" fiz a bicicleta e em "Arial" escrevi o que queria. Tudo isso no Power Point e salvo como uma imagem JPG.


12h30 já estava saindo de casa e indo para a Regicolor, sabia que lá fazia camisetas personalizadas.


Como eu também queria o nome do blog estampado nas costas ficou R$ 25,00, mas as camisetas são a partir de R$ 20,00. A malha é aquela que não amassa, creio que seja "Poliéster".

E como o "desenho" já estava feito em menos de 20 minutos já estava pronta a camiseta.



O único porém é que queria que nas costas o nome do blog ficasse em "Arial" e o rapaz na hora que passou para o software que ele usa deixou em "Times News Roman". Da próxima vez eu me atento a isso!    

9 de setembro de 2013

Serra da Bulha - Eldorado - Itapeuna - Cajati

Eai!


Esse pedal foi idealizado pelo Fabrício, que me "apresentou" a ideia no dia 15/07, em frente da Delegacia.

Desde então fiquei pensando nesse pedal, coletei alguns track's, outros baixei e editando no MapSource fiz o que seria o trajeto desse pedal. Depois de carregado que vi que coloquei como saindo direto do Bloco B em direção ao Agrochá e não passando pelo ponto de encontro, no Monumento da Imigração.


Marcamos em uma data de folga para o Fabrício, já que ele trabalha em escala, mesmo assim ele trabalhou até as 2h00 da manhã e dormiu pouco.


Fizemos o convite no grupo "Ciclistas da Cidade de Registro", no feicibuque, mas não surtiu efeito. Então vamos nós.


Saí de casa um pouco antes das 6h40, fui em um ritmo tranquilo e as 6h55 cheguei no ponto de encontro.


Fiz uma foto, primeira vez que chego tão perto deste monumento.



Esperei um pouco e todos chegaram quase que no mesmo instante. O Clepa, Crivelli, Fabrício e Muniz. Fizemos mais algumas fotos e fomos até o posto calibrar os pneus.



Depois de calibrados os pneus seguimos para o Bairro Agrochá, onde acaba o asfalto e são em torno de 26 quilômetros de estrada de terra, em boas condições.

Taquaruçu
Muniz tentando resolver o problema do selim de sua bicicleta.

Na subida da serra do Cesar Leite estava eu e o Muniz e ele comentou que se passasse um carro ele pediria carona. Mas nem terminamos de falar, apareceu uma Parati e o motorista o levou até o asfalto, cerca de 13 quilômetros.

E quem ficou no pedal, dá-lhe subir.




Eu e o Clepa
Uma paradinha antes de chegar aos 250 metros de altitude.
Quando chegamos no alto que alívio, uns 800 metros no plano e a descida, que não é muito fácil também.



Eldorado lá de cima.
Chegamos no asfalto, o Muniz estava nos esperando e seguimos para Eldorado.


Já estava batendo a fome e queríamos chegar logo em Eldorado, mas antes tiramos umas fotos no portal cavernoso de Eldorado.



Em Eldorado, foram alguns refrigerantes, cafés, pães, bolachas recheadas e um frango assado. Ficamos perto de 1 hora em Eldorado, estava tendo Festa do Padroeiro e estava bem movimentado.


O Crivelli resolveu abortar, já que estava duas noites sem dormir e iria trabalhar na próxima noite. Então o Muniz assumiu a bicicleta do Crivelli, pois a dele apresentou problemas.





Que estrada horrível e cheio de remendo! A estrada da Bulha estava melhor!

Em Itapeuna, o Muniz falou que não estava se adaptando com a outra bicicleta e não tinha ônibus de volta. O jeito era seguir para Cajati, que segundo o Fabrício, ainda faltavam 13 quilômetros para chegar. Achei estranho a pouca distância, mas de repente, era motivacional.

Algumas fotos de Itapeuna, não pode faltar a igrejinha.



Voltamos, agora em direção a Cajati, seriam aproximadamente 13 quilômetros de estrada de terra, em boas condições. No total, entre Itapeuna e Cajati são 25 quilômetros. 








No limite: Eldorado/Cajati. E no limite das forças.




Igreja - Abrobral 
Igreja - Areia Preta


Essa estrada entre Itapeuna e Cajati é um tobogã. Vai detonando as forças.

E foi o que aconteceu com o Fabrício, quando cheguei no topo de uma subida, ele estava ao telefone, conversando com a esposa, para resgatá-lo, pois era só parar e sentia câibras.

Mas um pouco, chegamos na Praça da Bunge.




Queria detonar uma Coca e um saco de amendoim. Mas encontramos aberta só uma daquelas casas de Milk-Shake e mandei um suco de limão, um saco de bananinha e quatro paçoquinhas.

De Cajati pra cá, só eu e o Clepa voltamos pedalando. No início tentei manter um ritmo mais forte, mas foi que nem "fogo de caixinha de uva, que queima muito por muito pouco tempo". Mesmo assim, chegamos em Registro com média de 23 Km/h.


Cockpit
O Clepa iria seguir em direção à Vila Nova e eu iria em direção ao Bloco B, nos despedimos no Hangar 116.

Cheguei em casa faltavam cerca de 4 minutos para 18h00, com os joelhos daquele jeito.



No  ciclocomputador:  131  quilômetros  cumpridos  em  7h44  que  resulta  em  média  de 16,9 Km/h.

Track no Wikiloc e Sport Tracker.

Álbuns de fotos: o meu e o álbum com as fotos que roubei do Fabrício.

Agradeço ao Pai Celestial.

E aos colegas do pessoal pelo lanchão em Eldorado.