31 de julho de 2015
29 de julho de 2015
Encarando a estrada de terra
Entrei em dois desafios no Strava, um era o Gran Fondo 130 e o outro era o Alpe d’Huez Climbing Challenge. É bom por um lado, pois pedalo sozinho e isso me motiva a pedalar, é ruim por outro lado, pois meu orgulho não me deixa
desistir.
E eles começaram e eu acabei indo para São Paulo, fiquei uma
semana fazendo curso, só chegaria na tarde do dia 25 de julho. Por sorte fui
liberado ao meio dia da sexta, dia 24, e pude chegar em Registro, ainda na
sexta.
Ultimamente, não tenho pedalado pela manhã. Já tinha pensado
em um trajeto e foi nele que fui, nele tinha 12 quilômetros de estrada de
terra.O trecho de terra já tinha feito, confira aqui.
Sai de casa um pouco antes das 13 Horas, segui em direção à
Sete Barras e depois para Eldorado. Cheguei em Eldorado passava das 14h30, fiz
um lanche para garantir e segui para o Bairro Itapeúna, distante 16
quilômetros.
A partir de Itapeúna foram 12 quilômetros de estrada de terra, em boas condições,
depois mais 10 quilômetros para chegar em Cajati.
Cheguei em Cajati, comprei uma Coca e fui para o pedágio, lá
sentei comi os cookies que tinha levado e tomei a Coca.
Mas ainda cheguei em casa às 18h15.
Agradeço ao Pai Celestial.
7 de julho de 2015
As férias
Owwww!!!
Contando os dois últimos dias do mês de maio, minhas férias
tiveram 32 dias.
Nesses 32 dias pedalei por 1008,9 quilômetros em 34h03min e
em 13 oportunidades.
Mas analisando, tive férias com vários dias, no qual 9 dias
estava viajando, eu pedalei bem pouco.
Teve os afazeres de casa e a preguiça que por vezes não
deixou.
Não fui para nenhum lugar diferente, fiquei basicamente na
BR-116 e aproveitei os cafés nos “Serviços de Atendimento aos Usuários“, nos
pedágios.
A primeira semana aproveitei bem, já a segunda nem pedalei e
no final da segunda semana, durante uma viagem tive uma virose, me recuperei
rápido, mas me alimentava sem apetite. Mesmo assim, na 2ª e 3ª feira pedalei por
perto e na 4ª feira fui para a Serra de Biguá, o rendimento foi ruim, tanto que
cheguei já não tinha luz natural, mas cheguei com uma fome que comi todo o
arroz com frango que sobrou do almoço. E mais tarde encomendei uma pizza.
No dia 21, até tentei fazer um pedal rural, no
meio da semana pedi para trocar a caixa de direção da MTB, não pedalei nem 2
quilômetros e vi que a caixa de direção já havia se soltado. Fiz a volta para
casa. Nesse dia pretendia ir para a Bulha, local que, no dia 19 de julho, irá
acontecer mais uma etapa do Circuito Ubuntu. No final, até gostei, gosto muito
das estradas da Bulha, mas vou deixar para ir depois dessa muvuca de prova de
MTB, é tanto “mimimi”, que deixa a impressão que só existe esse lugar ou que foi descoberto só agora.
Aproveitei o resto da manhã para ir para até Jacupiranga com
a estradeira, mas no Posto 4 Irmãos percebi o pneu traseiro vazio, preferi
encher e voltar para casa, ainda precisei encher por mais duas vezes para
chegar em casa.
Foi o primeiro furo desde 07 de abril, fique mais de dois
meses sem furos no pneu.
No dia 23, sai no início da tarde, fui até o Viaduto do
Morro Seco e iria até o Posto 4 Irmãos, mas chegando no Posto 4 Irmãos resolvi
ir até Jacupiranga e chegando em Jacupiranga resolvi ir até Cajati.
Aproveitei, parei no SAU e tomei um café. Faltando um pouco mais 20 quilômetros para chegar em casa, ouço o pneu esvaziando rápido, parei e ainda pude ver onde vazava. Foi um corte no pneu, já era final de tarde, fiquei preocupado, procurei por algo no acostamento e como não achei nada usei um cartão telefônico que carrego comigo faz tempo, nem sei se ainda funcionava, mas foi útil como manchão. Cheguei em casa no escuro, mas com 137 quilômetros rodados
Em casa, troquei o pneu, pois já passava dos 3500 quilômetros, o que
por R$ 42,90, já estava no lucro. Como sempre, retirei o pneu dianteiro,
instalei na roda traseira e o pneu novo instalei na roda dianteira.
No último dia de férias fui até Cajati, parei no pedágio
para um café e comi os cookies que levei, na volta tive um furo no pneu dianteiro,
o novo, mas cheguei em casa ainda de dia.
Em Tempo 1: Os pneus que uso ultimamente são CST 1390, no entanto
percebi que tem construções diferentes, o que retirei da bicicleta é mais duro,
difícil de tirar e colocar na roda, na lateral tem um logo CST Road e olhando
as inscrições laterais é denominado CST 1390-5, já o recém instalado é
flexível, fácil de tirar e por na roda, não tem logo nenhum e nas inscrições
laterais informa CST 1390-1. Logo de cara percebi que os novos serão bem
frágeis contra furos, tanto que já furou, mas quanto a rolagem são bem
melhores.
Em Tempo 2: Na maioria das vezes pedalei no período da tarde, com sol forte e, algumas vezes, com vento contra. Achei muito bom pedalar nessas condições, assim me preparo para as provas, no estilo randonèe, que pretendo fazer.
Em Tempo 2: Na maioria das vezes pedalei no período da tarde, com sol forte e, algumas vezes, com vento contra. Achei muito bom pedalar nessas condições, assim me preparo para as provas, no estilo randonèe, que pretendo fazer.
Em Tempo 3: Comprei um manguito e um corta vento da marca Mauro Ribeiro e são muito bons.
Agradeço ao Pai Celestial por uma férias tão feliz ao lado da minha família e fazer algumas pedaladas.
Até
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