3 de junho de 2022

Primeira troca

Essa semana, que foi muito chuvosa, aproveitei para fazer a troca da relação da 29, durou 2310 quilômetros. Mas não dava para exigir muito, o cassete era um HG 20-7 - 12/32, que acrescentei um pinhão 13, a corrente era uma KMC HV-408 e uma coroa TSW/X-Time de 32 dentes. Também troquei as roldanas do câmbio.

Como veem não é uma configuração dos sonhos, para quem não percebeu eu uso um “grupelho” de 8 velocidades, com um passador de Shimano SL-310 e um câmbio traseiro Shimano M370. Não tenho muito cuidado com a manutenção, se limitando a esfregões com o pano que estiver a disposição e a lubrificação é feita com graxa branca.

Creio que durou até bem, visto que usei até a corrente começar a escapar dos pinhões e usei bastante em estradas rurais.

Gostei de usar uma coroa só, pois creio que consigo gastar o cassete de uma maneira mais uniforme, mesmo assim o pinhão 16 e 18 foram os que apresentaram desgaste um pouco mais avançado. Com um pedivela triplo, eu consegui usar por, aproximadamente, 3 mil quilômetros e olha que eu usei mais em asfalto. E com o pedivela triplo, os pinhões das extremidades estavam quase que sem uso.  

O “grupelho” que eu instalei na bicicleta foi o mesmo modelo de corrente e cassete, também acrescentei o pinhão com 13 dentes. A coroa é uma da marca Thor de 32 dentes que paguei R$ 30,90. Também não dará para exigir muito.

Para a próxima troca pretendo trocar o câmbio traseiro por um do mesmo modelo, instalar uma coroa com 34 dentes, um cassete 11-34 e corrente de 8 velocidades. Dificilmente encontrarei um cassete 11-34, então terei que trocar o último pinhão 12 dentes.


Até mais

24 de janeiro de 2022

No campismo

Mudei o nome do blog, mas esqueci que sempre almejei outra atividade que eu e minha família gostamos muito, o campismo.

Minha primeira barraca foi uma Capri Delta 2, comprada em junho de 2001. Com essa barraca, participei de vários encontros de motociclistas.

Acampei a última vez com essa barraca em março de 2009, quando eu e Dany fomos para um encontro em Jaraguá do Sul.

Nessa época, eu acampava dormindo sobre cobertor, não tinha isolante térmico ou colchão inflável.

Também tive um Nautika Arizona para 2 pessoas, canadense, muito leve, no entanto, não era autoportante. Acabei por vendê-la.

Em outubro de 2009, como íamos para São Sebastião, Dany comprou um barraca Mor, iglu, para 3 pessoas. Como não gostou de dormir sobre cobertores novamente, comprou um colchão inflável.



Em 2011, fomos acampar em Juquitiba, em mais um encontro de motociclistas.

Desde então, não acampamos mais, a não ser para dormir no quintal da casa do Danilo, irmão de Dany, em maio de 2013, na cidade de São Roque.

Com o nascimento do Emanuel até esquecemos do tema. Mas em janeiro de 2019, fomos para a Ilha Comprida passar uma noite lá. E o Emanuel gostou muito. Nessa época já tínhamos comprado um fogão da Nautika.



Começamos a pensar mais nesse tipo de atividade, mas o tempo passou e chegou a pandemia. Ficamos só no planejamento.

No final de 2021, começamos a pensar no que era necessário. Compramos uma barraca Quechua Arpenaz Family 4.1, cadeira, lona 4x4, parte elétrica e até uma panela elétrica para não ficar só comendo macarrão instantâneo. Também montei uma mesinha que eu levo no rack de teto do carro e consigo levar as cadeiras, vassoura e grelha de churrasqueira junto.

No dia 15 de janeiro fomos no mesmo camping da Ilha Comprida, o Camping Beira Mar, foram dois dias muito bons. A primeira noite choveu e foi o teste da barraca.



Ao voltar da Ilha Comprida compramos um colchão inflável de solteiro, o volume é bem menor que isolante térmico e saco de dormir.

No dia 21 de janeiro fomos para Morretes, no Recanto Renascer. Um lugar ao lado do Rio Nhundiaquara muito gostoso. Que os proprietários zelam pelo silêncio. E com vista para o Pico Marumbi. Emanuel curtiu muito os banhos no rio.




Agradecemos ao Pai Celestial pela oportunidade.

1 de janeiro de 2022

2021

 Olá!!!


2021 foi um ano que começou tenso, minha mãe estava passando por alguns problemas cardíacos, e no final tudo se encaminhou bem.

Finalizei 2020 fazendo academia, por indicação médica, mas em março desisti. Mantenho uma lista em minha carteira com os motivos para nunca mais pisar em uma academia particular. Inclusive, falei para meus colegas que se em algum dia eu falar em fazer academia eles podem me dar uns tapas. Mas as atividades físicas com os idosos no Bosque Municipal eu faço e está me fazendo muito bem.

Pedalísticamente falando, o primeiro semestre foi bem aproveitado, fui trabalhar pedalando algumas vezes, até retornar o isolamento social em março. No segundo semestre, com o retorno das aulas presenciais, eu praticamente só pedalei para a ir trabalhar, como em vários dias choveu eu fui menos do que queria, por isso não foi tão bem aproveitado.

Em novembro, decidi montar uma bicicleta aro 29 para abandonar a minha aro 26. Comprei quadro, garfo, rodas para cassete com rolamentos, pneus e câmaras, e como, o câmbio dianteiro não serviu na bicicleta, resolvi comprar um(a) pedivela de coroa única. E o restante, retirei da aro 26. Como é importante incentivar o comércio da cidade, instalei um movimento de direção na bicicletaria do bairro. Os freios são a disco de uma marca genérica, mas pretendo instalar um Shimano ou Avid no futuro.

Eu também mudei o nome do blog, creio que o novo nome tem mais a ver com o intuito do blog.

Consegui pedalar as 365 horas que havia pretendido. E pro próximo ano, ano em que vou trabalhar presencialmente todos os dias da semana, pretendo pedalar as mesmas 365 horas.

Ahhhhhh! E algo que eu também pretendo fazer em 2022 é usar as correntes adequadas para as minhas bicicletas. Eu uso sistemas de 8 velocidades. Os cassetes eu compro de 7 velocidades e acrescento mais um pinhão. As correntes eu compro da marca KMC, mas uso as correntes para sistemas de 6/7 velocidades, que, creio que, não são indexadas, pois não tem aqueles chanfros para os sistemas indexados e não funcionam como um reloginho. Então, em 2021, pretendo usar correntes mais adequadas.




Agradeço ao Pai Celestial,