20 de dezembro de 2015

30 Horas de Mountain Bike

O nome da postagem é o mesmo que o atividade do Fernando Fert deu para a atividade dele no Strava, foram mais de 30 horas empenhadas nessa atividade, sendo que um pouco mais de 21 Horas foram realmente com a bunda no banquinho.

O convite foi feito em um grupo do Whatsapp há várias semanas, primeiramente iria passar por Barra do Turvo, depois se resolveu ir direito para Iporanga.

Salvo que é um pedal que demanda tempo, além disso existem os compromissos com trabalho e família. E é um pedal acima de 30 quilômetros, que vai ter que levar peso, se acontecer algo é mais difícil o resgate, então não é o melhor lugar para se mostrar o melhor, mesmo que por um fração de segundo, e ficar o resto da semana enchendo o saco pelo seu "insignificante" feito.

Como sempre poucos aderiram, além do precursor de desafio, iriam o Nildo Lorena e o Pastor.

3h20 do dia 19 de dezembro saíram de frente a Prefeitura de Registro, às 5h35 chegaram em Eldorado e às 9h50 chegaram em Iporanga. Foram 124 quilômetros até Iporanga.

Em Apiaí, depois de encarar uma forte serra, chegaram às 13h20 e saíram às 14h30, 17h30 passaram em Guapiara, onde começou a chuva, e às 19h45 chegaram em Capão Bonito. O Pastor ficou na casa dele, em Capão Bonito, e Fernando e Nildo continuaram. Mas antes filaram uma bóia na casa do Pastor e trouxeram também capas de chuva, segundo Nildo sem elas seria impossível seguir. Até então 261 quilômetros foram percorridos.

Quase 20h50, a dupla saiu de Capão Bonito, a meia noite cruzaram por São Miguel Arcanjo e já passava das 01h30 quando chegaram ao Núcleo de São Miguel Arcanjo do Parque Estadual Carlos Botelho. Já acumulavam 332 quilômetros.

Com rápida conversa com os guardas do parque tiveram sua passagem liberada. Fernando relatou que ficou com medo dos bicho, afinal é Mata Atlântica e pode ter onça.

Eram 04h28 quando chegaram no Núcleo de Sete Barras, já com 364 quilômetros. Dormiram por um período na guarita do portal do parque.

Às 6h18 rumaram para Sete Barras e 07h51 chegaram em Sete Barras, onde avisaram que estavam bem e tomaram um café.

Voltaram para a estrada às 08h11, encontrei com eles às 08h27 e vim os acompanhando.

Às 09h08 concluíram, chegando no Monumento da Imigração, vulgarmente chamado de "Bolas do Clóvis". Concluindo assim a grande volta com 411 quilômetros, cada um ainda chegariam em suas casas, contabilizando mais alguns quilômetros.

Só para informação o arquivo do Strava 68771 pontos coletados a cada segundo que foi rodado. E o arquivo tem mais de 10 megabytes.


























Tem mais fotos aqui.

Clique para ver a atividade no Strava


Ao se despedir já estavam armando outra, se não me engano era para Curitiba.


Vida longa aos corajosos que se dispuseram a participar dessa aventura.


Forte abraço a todos.

16 de dezembro de 2015

A volta do Vale

Semana bem pedalada, na companhia de Emanuel.

No sábado só poderia pedalar depois das 8 horas até ao meio dia, então resolvi tudo que tinha para resolver no sábado e no domingo faria a “A volta do Vale”, com Fernando.

Combinado para as 7 horas em frente a prefeitura, esperei um pouco, chegou o Lucinei e depois o Fernando, que se atrasou pois o pneu estava furado.

Quase 7h30 saímos, no Jardim Esperança encontramos o Nildo e fomos em direção a Pariquera-Açu. Indo para Iguape, um pouco mais de 15 quilômetros o asfalto é horrível, o restante ainda é novo e dá para desenvolver melhor. Às 9h55 chegamos a Iguape.

Fomos até o Cristo Redentor, depois na padaria para fazer um lanche.

Passava das 11 horas quando saímos de Iguape, em direção a Biguá, o calor estava castigando e a água da bidon dava para fazer chá.

Depois de uma hora pedalando, Fernando pediu água ao casal que estava vendendo Lichia na base do SAMU.

Ainda faltavam 16 quilômetros para o início da serra e ainda fizemos uma parada.

Começamos subir a serra paramos na primeira bica, tomei muita água e quase que fiquei lá tomando banho.

Ainda paramos mais uma vez antes do final para comprar 2 litros de caldo de cana, para finalmente seguirmos até o topo da serra para fazer mais um lanche.

Ainda foram mais de 2h30 para chegarmos a Registro, paramos em Juquiá e paramos no pedágio.

No pedágio, o Lucinei decidiu pegar uma carona.

E Fernando, Nildo e eu seguimos pedalando até Registro.

Clique na foto para ver mais fotos

Já fiz a volta no sentido clássico, mas dá forma que fizemos é muito melhor, pois quando a coisa aperta, temos as bicas da serra para reidratar e se refrescar.

Agradeço ao Pai Celestial por mais essa oportunidade


Até

Mirante da Boa Vista - PECB

A meta para 2015 é pedalar 7300 quilômetros, ou seja, pedalar 20 quilômetros por dia em todos os dias de 2015. E dezembro ficou com o saldo dos outros onze meses: 1021,6 quilômetros.

No dia 03, fui até o Mirante da Boa Vista, na Estrada Parque do Parque Estadual Carlos Botelho, que fica quase no km 54. A estrada foi inaugurada no último dia 22 de novembro. Sabia que pela manhã subiram alguns ciclistas de Registro.

Eu iria bem cedo, para ir até São Miguel, mas estava chovendo e estava com gripe. Então sai depois do almoço, sem chuva, mas com o cara de chuva a qualquer momento. Antes de Sete Barras já teve alguns pingos. Fui sem parada. O trecho entre Sete Barras e o Ribeirão da Serra continua sendo muito ruim. Informei o guarda do parque que iria até o mirante, perguntei se três ciclistas tinham subido e ele respondeu que subiram dois.

Fui até o mirante apenas para chegar lá, mas sabia que não daria para ver nada.

Chegando ao mirante começou a chover. Com o corpo quente e sem corta vento passei muito frio descendo.

No núcleo de Sete Barras fiquei esperando a dupla que estava descendo, segundo informações que foram passadas por rádio eles já deveriam estar chegando.

Não tardaram a chegar, eram o Fernando e o André. Até o Ribeirão da serra foi tranqüilo, mas depois foi sofrido.

Paramos em Sete Barras para um café e depois rumamos para Registro. Eu comecei a sentir o cansaço e os dois, que já haviam pedalado muito mais, deslancharam.

Ainda me esperaram antes do trevo de Sete Barras.

Despedimos-nos e cada um tomou seu rumo.

Clique na imagem para ver mais fotos.

Pra mim ficou a lição que tenho que comer muito arroz com feijão para um dia chegar a São Miguel Arcanjo pedalando. Gostei muito da estrada e pretendo voltar várias vezes.