19 de dezembro de 2014

A corrente da Mountain Bike

No dia 24 de maio troquei toda a relação, tudo estava bem "zoadinho", não lembro a quantidade de quilômetros.

A antiga relação era composta de um pedivela 24/34/42, um cassete de 8v 11/32 e uma corrente HG 53, que depois que soube que era de 9 velocidades, portanto mais fina. Mas funcionou perfeitamente.

A atual relação conta com um pedivela 28/38/48, um cassete 11/30 e a corrente HG 40. Só que com 1252 quilômetros percebi que a corrente já apresentava um folga grande.

Aproveitando a oportunidade, digo que me arrependi de ter instalado um pedivela de 48 dentes, deveria ter instalado um pedivela com 42 dentes. Com essa configuração, ficaria mais tranquilo para encarar uma serra.

Voltando, percebi que teria que trocar a corrente, contei os elos e vi que tinham 114 elos, quando o normal de 24 velocidades são 116 elos.

E como tem pedal pela Bulha para amanhã corri na hora do almoço para encontrar uma corrente, de preferência KMC, não encontrei, a que encontrei foi a Fixed Star, fiquei meio receoso de comprar, mas o preço era R$ 15,00 e quando vi a corrente logo lembrei de uma corrente Shimano. Além disso, na caixa vinha impresso, não etiquetado, que se tratava de uma corrente tipo Shimano e também que era importadora pela Isapa. Posso estar falando besteira, mas pode ser que essa seja a fabricante das correntes Shimano, apesar de que já ouvi falar que a KMC também fabricava as correntes Shimano.



A corrente que comprei é igual a imagem acima, porém ao invés da inscrição "ZG" tem a inscrição "IG".

Espero que dure uns 500 quilômetros, pelo valor se durar isso vale mais que corrente Shimano.


P.S.: Depois de 3 pedais ou 251 quilômetros resolvi retornar a corrente antiga, pois estava pulando muito nos pinhões com 15, 17 e 20 dentes. 

Limpando a bicicleta, principalmente a corrente

Olá!


Ideia para não deixar a corrente pendurada enquanto faz a limpeza da corrente ou a bicicleta toda.


A foto é sugestiva, mas se quiser ver o tutorial todo cliquei aqui.


Até

24 de novembro de 2014

BRM 200 Km - Itanhaém

Owwwww!!!


Participei do meu primeiro Brevet Randonneurs Moundaix, que também foi o primeiro BRM organizado pelo Randonneurs Litoral, realizado no dia 22 de novembro de 2014. E por ser o primeiro foi de 200 Km.

Foi muito massa!!! Às 7h30 largamos do Morro do Paranambuco em Itanhaém, acessamos a Rodovia Padre Manoel da Nóbrega pelo Balneário Gaivota e carimbei o passaporte, às 9h23, na Rodoviária de Pedro de Toledo.

Depois de alguns quilômetros, subi os 2 quilômetros da Serra da Divisa de Pedro de Toledo e Miracatu, BR-116 e, às 11h26, carimbei o passaporte no PC 2, no Auto Posto Savoy, em Juquiá.

Fiz o caminho contrário, peguei chuva ao sair da BR-116 e entrar na Rodovia Padre Manoel da Nóbrega, e 13h24 garanti o carimbo no PC 3, também na Rodoviária de Pedro de Toledo. 

Já cansado, depois de Peruíbe, olhava aquelas retonas, abaixava a cabeça e tentava manter o ritmo, no acesso ao Balneário Gaivota, fui ao sentido praia, para pedalar pela Avenida Beira-Mar, até o centro, onde às 15h38 conclui a prova. Recebi meu primeiro certificado e minha primeira medalha BRM 200 Km.


Eu teria 13h30 para concluir essa prova e fui preparado para concluí-la nesse tempo, mas fiquei feliz em concluir em 8h08, pois era uma região que eu já conhecia, mas se fosse um lugar novo não pensaria em usar todo o tempo ou até tirar um cochilo.

Combinei com o Fernando Fert, que manteríamos um bom ritmo e não perderíamos tempo nos PC’s.

Mas eu estava tão despreocupado com o tempo, que ainda no patio do Morro do Paranambuco, encontrei um velocímetro no chão e voltei para deixar com a organização. Depois encontrei um senhor procurando pelo chão, perguntei se era o velocímetro e disse que estava lá em cima com a organização. Fiz ele subir todo o Morro, mas pelo menos ele já sabia onde estava.

Levei 4 carboidrato em gel, 4 barra de cereais, dinheiro, 1 garrafinha de 250 ml cheia de amendoim, só não levei mais uns bolinhos porque em um dos bolsos da camisa eu levei uma capa de chuva. Também levei três câmaras, remendos e 2 powerlinks.

No final, não furou o pneu ou tive problemas com a corrente.

Dos alimentos, eu consumi 3 carboidratos, 1 barra de cereal e gastei R$ 3,00 em um suco em Pedro de Toledo.

E ai você me pergunta, mas você não comeu? Meu, a organização foi surpreendente, já na largada tinha paçoquinha, banana e isotônico Suum. E em todos os PC's tinham água, isotônico, paçoquinha, docinho de banana, banana, bisnaguinha com queijo e uma danada de uma Rapadurinha de Minas. Me fartei em todos os PC's só não comi mais bisnaguinha e rapadurinha porque lembrei que viria vários ciclistas ainda, mas estava muito bom. Ahhh, no PC de Pedro de Toledo tinha Coca-Cola também.

Não levei câmera digital, pois nem tinha lugar para levar. Assim que aparecerem algumas fotos, posto aqui com os devidos crédito.





Tem mais aqui.

Esse é considerado um dos Brevet's mais leves do estado de SP, com altimetria suave. No entanto, na beira-mar, tinha os paralelepípedos e na volta também tinha trânsito. E também tinha as canaletas BR-116, mas essas já eram minhas conhecidas, desde a Serra do Azeite até o Viaduto de Biguá, mas tão próximas umas das outras e tão profundas, como as que tinham entre o Posto Fazendeiro e Miracatu, nunca tinha visto.

Eu pretendia participar de algum BRM só em 2016, mas surgiu essa oportunidade em Itanhaém. Fazer os 300 Km's nessa série, só se surgir uma oportunidade bem bacana. Eu gostaria de fazer o 200 Km's de Bertioga, mas as datas não são legais para mim. Em uma data legal tem os 200 Km's de Itanhaém, se for um trajeto novo vai que me interessa. Na minha agenda mesmo está o Desafio na terra em Pedro de Toledo, nem que seja o menor, só na parte interessante.

Agradeço de coração aos meus amores Dany e Emanuel, os períodos em que fiquei treinando.

Agradeço a companhia do Fernando Fert, pois treinamos juntos e concluímos juntos a prova, e em alguns momentos até falava algumas palavras de incentivo. Você pedala muito, parceiro!!!

Agradeço a organização, por realizar um evento tão bacana.


E agradeço ao Pai Celestial, pois me proporciona saúde e disposição para eu ir mais longe.



Valeu!!!

22 de outubro de 2014

Impressões com a estradeira

Olááá!


No final da tarde do dia 09 de outubro, trouxe para casa minha nova estradeira, eu queria mesmo a B'Twin Triban 3, mas não tinha na Decathlon, e depois a Caloi Sprint 10, mas não encontrava o tamanho G, aqui em Registro tinha o tamanho M. Até encontrei uma Triban 3 no mercado livre, mas era do tamanho 60.

Sabia que na Ciclo Ribeira, em Registro, tinha um quadro de cromo molibdênio, ou cromoly, perguntei ao vendedor sobre o tamanho do quadro, conferi que era do meu tamanho e perguntei se com o valor da Caloi Sprint 10 eu conseguiria montar ela bem simples, com 7 velocidades e passadores no quadro. E ele falou que sim.

Então ficou assim, pedivela 50/34, cassete de 7 velocidades 12/24 e rodas, segundo o vendedor, muito bem montadas.

Eu gostaria de ter instalado um guidão tradicional, na loja tinha fabricado em aço, mas preferi instalar o modelo ergonômico, que era fabricado em alumínio. Outra coisa, é a fita de guidão, eu escolhi pelo que está nas pontas do guidão, que é um preto com detalhes amarelos, porém não vi a fita toda e me assustei quando vi o quanto é chamativo. 


Na manhã do dia 10 de outubro fiz o primeiro treino, até o Posto 4 Irmãos e vi que tinha que fazer uns acertos ainda.


Feitos os acertos, no dia seguinte, 11 de outubro, combinei com o Fernando Fert de ir até o Bairro Capelinha, em Cajati, distante 130 quilômetros. Passando pelo acesso ao bairro propus de subir o resto da serra, pois faltava só 8 quilômetros, com inclinação de 5%, ele só respondeu: Já que estamos aqui, vamos!!! Na volta, vim me arrastando já que tinha apertado a fome!!!


No dia 15 de outubro, fui até o Posto Petropen no final da tarde.


E no último sábado, dia 18 de outubro, combinei de ir com o Fernando para a Serra de Biguá. Saímos cedinho, mas como o Fernando tinha compromisso, ele foi até a entrada de Juquiá, e eu segui em frente, e também resolvi descer para o outro lado da serra. Dessa vez, além das bisnaguinha com o "genérico do Nutella" levei os sachês de carboidrato em gel.


Com bicicleta com espírito para o asfalto só tinha pedalado com Caloi 10, que ainda por cima é marcha única, nunca numa estradeira. 

Mas tem muita diferença, porém já fiz treinos melhores com a Caloi 10. Eu não sei se treino é o termo correto pra usar em minhas pedaladas, sempre pedalo para algum lugar diferente para variar, no entanto, de vez em quando me pego querendo manter média ou tentando garantir um tempo mais rápido em algum segmento do Strava e tenho que lembrar que minha maior pretensão é com prova no estilo randonneur, onde tem que se manter uma média geral de 15 Km/h. Conheça mais aqui. Falar nisso já saiu o calendário 2015 do Randonneurs Litoral.

E algo que descobri que com uma relação 34/24, eu tenho que fazer força pra caramba!!!

E algo que tem me incomodado é pedalar de estradeira com sapatilha de Mountain Bike, eu uso um modelo da Cannondale. Por isso, já estou procurando uma sapatilha Shimano MT-20, que apesar de ser para Mountain Bike é mais discreta, mas esse já é um modelo fora de linha e será bem difícil encontrar.


No mais só tenho a agradecer ao Pai Celestial por toda oportunidades e bençãos nos últimos tempos.

29 de agosto de 2014

Últimos treinos

Opaaaa!!!

Desde o Desafio no Despraiado, pendurei a MTB e voltei a pedalar com a Caloi 10 sem marcha.

Tinha esquecido como é bom o asfalto, mas reconheço que as pedaladas são diferentes. Na área rural, eu pedalo mais por recreação e com o tempo sobrando e no asfalto é algo mais rápido, contudo fiquei contente com os resultados.

Na primeira oportunidade, no dia 20 de julho, fiz o pedal abaixo: 


Na segunda oportunidade, 26 de julho, fui para a Serra de Biguá, foi quando resolvi que realmente queria uma bicicleta estradeira, apesar de uma estradeira já estar nos futuros planos para participar de algumas provas no estilo randonneurs, até coloquei a Caloi 10 à venda, mas no pedal seguinte já desisti da venda, pois é muito boa e vai ficar para fazer as correrias na cidade.


Na terceira, dia 06 de agosto, fiz um treino muito bom, que só peca pelo estado do asfalto no acostamento da BR-116, entre os Bairros Arapongal e Serrote.


E na quarta e última oportunidade, no dia 09 de agosto, repeti na companhia do Clepa, o pedal do dia 20 de julho.


Nesse meio tempo, do dia 20 de julho ao dia 17 de agosto, pedalei 535 quilômetros somando também os pedalzinhos curtinhos que fiz para ir ao mercado, banco ou farmácia. Inclusive na tarde do dia 17 de agosto fui fazer um pedal pela zona rural com a Caloi 10 e fiquei no meio do caminho pela quebra da roda livre. Eu que afirmei que já teria a eleita futura bicicleta, a BTwin Triban, mas ela já não está mais a venda, então estou negociando uma Caloi Sprint, só que quero um pedivela 50/34.

Eu comecei a escrever essa postagem na manhã do dia 18 de agosto, dia em que Dany foi internada, e terminei no dia 29 de agosto, uma semana depois de ela ter dado a luz ao nosso filho Emanuel.

Na próxima segunda entro em Licença Prêmio por 2 meses e quero aproveitar esse tempo para fazer um pedalzinho pela Bulha.


Agradeço a Deus por tudo.


Até mais.

13 de julho de 2014

4º Desafio Randonneurs Litoral - Despraiado

Dessa vez consegui me inscrever e participar da prova. Em fevereiro fiz a inscrição para um BRM 200 Km (Mongaguá - Biguá - Mongaguá) e não consegui participar por conta de uma gripe.

Esse BRM  fazia parte do calendário do Randonneurs Mogi das Cruzes, mas teve a colaboração do Randonneurs Litoral, com o apoio, criação da rota, planilha, fazendo o reconhecimento e ajudando no dia do Brevet. Agora o Randonneurs Litoral é um clube homologado pelo Audax Club Parisien e durante o calendário 2013/2014 contará só com desafios, mas a partir de novembro deste ano, creio que já contará com BRM's. Entenda um pouco mais clicando aqui.


Eu estava decidido a não participar, mas fiz a inscrição no último dia, animado pela participação de Fernando Fert.

Fui dando aquele trato na magrela durante a semana, mas o mais pesado fiz no feriado do dia 9 de julho e no finalzinho do dia de sexta fiz um "girinho" para ver se estava tudo em ordem.

Na sexta preparei uns lanches com presunto, queijo, alface, cenoura e beterraba, fiz quatro mas comi só dois.

Tudo pronto! Era só dormir e acordar às 4h30. Diferente das noites que antecedem uma grande pedalada, nessa dormi muito bem!

Às 5h30 era o horário marcado com o Fernando para nos encontrar no Posto Ongarato. Fui sem chuvas, mas lá uma chuvinha caiu e chuva poderia complicar as coisas.

Não lembro a hora que chegamos em Pedro de Toledo, mas lembro da hora que fiz a vistoria: 7h10, pois estava no passaporte.

Depois disso, esperamos o "briefing" e largada. Primeiro foi o pessoal do asfalto que no desafio maior iria até a Praça da Basílica em Iguape, em seguida, foi para o pessoal da terra, que aconteceu às 7h50, com o desafio maior de 93 Km, esse era o nosso.


Os primeiros, aproximadamente, 6,5 quilômetros seriam nos asfalto, o que deu para manter uma média de 25 Km/h. E do fim do asfalto até o ponto mais alto da serra foram quase 8 quilômetros com média horária de 9 quilômetros.

Daí a brincadeira ficou tensa, estavam fazendo a manutenção da estrada e choveu, para descer foi fácil, mas fui remoendo para subir. Tinha que acumular uma gordurinha para queimar, empurrando na subida da volta.

Às 9h40 chegamos no PC 1, tiramos o excesso de lama no rio, fizemos uma foto, comi um sanduíche e paçoquinhas, reabasteci a caramanhola, carimbei o passaporte e tocamos em frente.


Não pedalamos nem 900 metros depois do PC1 e vi alguma parte da bicicleta do Fernando pulando, gritei pra ele e quando fomos ver era o câmbio dianteiro que tinha quebrado. Para tirar o pedaço do câmbio tinha que abrir a corrente, que também já tinha um elo aberto. A minha chave de corrente não é das melhores e eu também não tenho muita prática com esse tipo de conserto, mas retiramos o pedaço do câmbio, emendamos, mas não ficou bom.

Tanto que não ficou bom, que com menos de 9 quilômetros a corrente quebrou, refizemos e dessa vez ficou melhor. Voltamos a pedalar eram 11h15 e o terreno era mais pedalável.

Em uma hora conseguimos chegar no PC 2, matei uma tubaína, reabastecemos e 15 minutos depois começamos a volta.

Pedalamos mais 24 quilômetros com trecho com chuva e vento contra e faltando 2 quilômetros para PC 3, no mesmo local do PC 1, a corrente torna a abrir. Tentamos consertar não conseguimos, eu acelerei para saber se o pessoal ainda estava no PC. Logo em seguida, chega o Fernando na descida vimos a corrente pendurada e cair dentro do riacho. O Vinícius, da organização, deu uma mão com a corrente e foi o que deu certo.

Eu estava sentindo que não iria conseguir concluir pedalando e se parasse era lá que eu ficava. Falei para o Fernando que iria tocando, mas estava "trash", pedalava uns 15 metros, parava, caminhava uns 10 passos, parava. Tava difícil, tanto que a todo momento ouvia o barulho da Toyota que era o carro vassoura.

Não tinha andado nem 4 quilômetros e olhei para trás em meio a vegetação, um capacete branco, era o Fernando, e ele falou: eu quero buscar esse certificado.

Fomos determinado a terminar, mas ainda tinha 3,6 quilômetros para o ponto mais alto da serra, que era nos 392 metros, e nós estávamos no 160 metros de altitude. Além disso, tinha que enfrentar a lama, então foi quase toda essa extensão empurrando. 

E foi nesse trecho que senti a roda traseira presa, era o freio traseiro, recoloquei a mola, mas não alcançava. E estava crente que teria que comprar outro freio. A partir daí fui economizando o freio dianteiro, pois tinha que desce a serra ainda. 

Descemos a serra em 20 minutos. Se tinha chegado até ali, eu terminaria a prova!

Como estava incomunicável, sabia que Dany estava preocupada, e logo já recebi a ligação dela.

O Fernando ia na frente, gritando umas palavras que eu não entendia.

Quando cruzamos a rodovia, já comemorava, comemorou até com os caras que estavam vendendo sofá na beira da estrada.

Chegamos!!!

Bateu um desespero quando não vimos o pessoal da organização para fechar o passaporte, mas eles estavam na rodoviária e logo correram para nos chamar.

Concluímos fora do tempo, avançamos 12 minutos do tempo limite, mas contando o estado da estrada a organização do Randonneurs Litoral, entregou os certificados e medalhas para os que concluíram. E me considero merecedor, por tudo o que aconteceu, as quebras, o companheirismo do Fernando, pois é nosso quarto pedal junto, e tudo diferente do que pedalamos pelas estradas de nossa cidade. 


A maioria das fotos não são minhas, mas todas estão creditadas.


As primeiras horas de sono foi tensa, pois ainda sonhava com o Despraiado, mas depois embalei num sono bom e acordei cedo para limpar tudo.

E depois de lavada a bicicleta, percebi que o freio está funcionando perfeitamente, apenas um pouco travado, mas com uma limpeza mais detalhada fica tudo normal.

A bicicleta só voltará a rodar depois de uma revisão e já está pendurada, por enquanto vou pedalar só no asfalto e não quero fazer algo igual por um bom tempo.

Mas espero em 2016, quando Emanuel, que nascerá em setembro, estiver grandinho, fazer um série completa, mas no asfalto com uma speed e já tem a eleita, só falta comprar.


Agradeço ao Fernando e a organização do Randonneurs Litoral, principalmente ao Vinícius, com quem tive maior contato, mesmo que brevemente.


Agradeço a Dany!


E agradeço ao Pai Celestial, não só pela oportunidade, mas por tudo de bom que vem ocorrendo em minha vida.



Até

7 de julho de 2014

Pedal ainda sem nome, pode se chamar "Pedal da fuga"

Opa!


Mais uma vez o pedal foi planejado em cima das informações do Google Maps e dessa vez não deu certo!!!
 

Saímos eu, o Fernando e o Rubinho, um pouco antes das 7 horas de Registro, passamos da ponte do Rio Ribeira e já entramos a direita, passamos pela Fazenda Chaparral até o Ribeirão Branco das Palmeiras. Lá ao invés de irmos para BR-116, fomos em direção ao Lageado e um pouco antes da BR-116, entramos a direita e tinha uma porteira, pedimos autorização e seguimos em frente até a estrada Serrote-Usina do Serrote. E depois BR-116.

Pedalamos alguns metros no asfalto até a entrada do bairro Rabelo, mais a frente passamos a linha do trem e até por uma armação de viaduto.

E fomos seguindo conforme o coletado do Google Maps, que se transformou em trilha, que foi bem bacana até. Saímos do outro lado, e por sorte, milagre, azar ou tudo aquilo que pode ser atribuído a algo que não estava nos planos, apareceu um funcionário da Fazenda Paraíso, perguntou se pedimos autorização e que não poderíamos ficar ali. Não pensamos duas vezes voltamos, no estilo da "Festa da boa vizinhança". Então não sugiro que não pedale para esses lados.

A volta foi o mesmo caminho até o asfalto, ainda perguntamos a uma senhora se tinha outro caminho e ela disse que não existia. Contamos o ocorrido e ela disse que o pessoal da fazenda são bem "ruinzinhos" e ainda nos abençoou.

Já na BR-116, viemos até a entrada do Ribeirão Vermelho e entramos para o porto de areia, para dar uma aumentada no trajeto. E voltamos para a BR-116 antes do Posto da Polícia Rodoviária.

Depois disso, foi vir embora e chegar em Registro perto das 11h30.



Agradeço ao Pai Celestial pela oportunidade e por não ter acontecido nada de mais grave.


Até mais


29 de junho de 2014

Um bom pedal!!!

Eaiiiii!!!


Passei a semana na expectativa da chegada do câmbio traseiro, e com a chegada ainda iria mandar na oficina, para também trocar a gancheira torta e o cabo do câmbio. Cabo de câmbio em passadores Rapid-Fire é algo que ainda não sei trocar e preciso aprender.

Eu não vou falar o nome da loja, mas os caras são "punk", na segunda eu fiz o pedido e com menos de 15 minutos já estava com o "Código de Rastreamento" dos Correios. Na quinta a encomenda já estava no CDD de Registro e não perdi tempo, fui buscar. Na hora do almoço levei as bicicletas para a oficina, aproveitei e comprei um movimento central para a Single Speed, e no final da tarde estavam prontas.

Eu pedalo há muito tempo, mas tenho participado mais dos pedais com o pessoal há algumas semanas e o número de ciclistas deu um "BOOM". E com isso a demanda aumentou, tem os comerciantes emergentes que se vislumbraram com a demanda e tem os já estabelecidos que sentiram o baque com a fuga dos clientes. Agora as coisas estão se ajeitando e quem ganhou com isso: o cliente!!! Serviços rápidos e mais baratos e preços mais baratos, além disso, tem os ciclistas que compram peças pela internet e até do exterior. que só levam para fazer a instalação. Eu acredito que está melhorando e vai melhorar ainda mais, mas não me assustaria se cada um tivesse sua maleta de ferramentas para fazer a manutenção em casa, caso a coisa não melhorasse.

E eu só estou falando de peças e serviços, sem pensar em acessórios e vestuários, que torna esse mercado ainda muito maior.

Voltando!!!!! Com a bicicleta em ordem, postei a ideia do pedal de sábado para o pessoal no grupo.


O Clepa, Fernando e Ricardo confirmaram. E durante a tarde de sexta o Clepa convidou o Fabrício.

No sábado, saí de casa já passava das 6h25, o combinado era 6h40 no Posto Ongarato, cheguei lá o Fabrício já estava esperando, ficamos esperando o Ricardo e o Clepa chegar e saímos às 6h55.

Passamos nas Bolas do Clóvis, pois o Fernando nos esperava lá, e fizemos algumas fotos.

Começamos efetivamente o pedal e só fomos parar um pouco antes do acesso ao bairro Lençol.

Depois disso, começou o sobe e desce, que vai minando as forças. Passando o posto de saúde e a escola do bairro Lençol a estrada melhora. 

E um pouco mais de 3 quilômetros mostrei para o Fabrício onde sairia se viesse direto do Capinzal, ele que passou a noite trabalhando, anunciou que aproveitaria o caminho e iria para casa descansar e nisso o Ricardo, que iria trabalhar na parte da tarde, também foi. Não deixaram de conhecer um lugar novo, pois esse também é muito legal.

Eu, o Clepa e Fernando entraria mais 3 quilômetros a frente, já no bairro Morungaba, em direção ao bairro Cheia Grande. Vale lembrar que os bairros Lençol e Morungaba ficam no município de Jacupiranga.

Depois é pedal e foto, até sair na estrada do Capinzal, que não andamos nem 2 quilômetros e já saímos dela, tomando rumo ao bairro Indaiatuba. A estrada do Indaiatuba, apesar de curtinha, é muito montanhosa.

No Indaiatuba ficamos na escola, olhando o "lagão".

Na sequência viemos pela estrada que acompanha a linha férrea até a borracharia do Capinzal, depois Ussuki e Agrochá. E no Caiçara despedimos do Fernando, cruzamos a cidade, na rotatória da vila Cabral despedi do Clepa e segui para casa para fechar o track às 12h41.


As fotos surrupiadas estão com os devidos créditos.


Confiram também no blog do Fabrício. É só clicar na imagem abaixo

Agora na Avenida Clara Gianotti de Souza entre as Bolas do Clóvis e a linha férrea tem uma ciclofaixa, mas ela fica entre o estacionamento e a faixa de rolamento, aparentemente bem perigoso, já que os motoristas para estacionarem irão cruzar a ciclofaixa, e no final da primeira quadra ainda tem um ponto de ônibus. A intenção é muito boa, mas até se acostumarem com a ideia será perigosa.


Eu gosto muito de ciclovia e ciclofaixa, onde tem eu uso, pois eu me incomodo com ciclistas na via quando estou de carro ou moto, assim como não gosto de encontrar um carro na via destinada aos ciclistas.

Ainda no pedal e voltando para casa, na rua Abel Cordeiro D'eyros, no Jardim América, avistei  de longe um Toyota Corolla cinza na fila de carros, mas ele vinha e foi ocupando meia via destinada aos ciclistas, eu apenas afastei, agindo na defensiva, pois discutir não adianta e eu não acredito que existam o mau ciclista ou mau motorista, o que existe é a pessoa sem educação e contra esse não adianta ter leis ou regras. E é comum encontrar carros estacionados nessa ciclofaixa.

Agradeço a todos que participaram desse pedal, agradeço a Dona Daniele que liberou o álvara e ainda acordou para me desejar boa pedalada.


Agradeço imensamente ao Pai Celestial pela oportunidade.


Até

23 de junho de 2014

Trilha do sabão e várias estradas.

Olá!!!


Pedal bem animado no domingo que passou e muito melhor que o pedal da semana passada.

Durante o sábado passei pensando por onde iria pedalar, pois teria que voltar antes das 10h30. No final da tarde já tinha decidido, pensei em um maior e outro menor para caso começasse a apertar o tempo.

Depois disso, fiquei acompanhando as previsões do tempo e os comentários do grupo "PEDAL das Bolas" do WhatsApp. E fiquei sabendo que às 7 horas sairia um grupo para Jacupiranga, então nem falei do meu pedal, já que o mesmo teve boa adesão.

Deitei cedo, mas consegui dormir já passava das 2 e às 6 da manhã o despertador tocou. Fiquei enrolando, mandei um "salve" no WhatsApp e logo o Ricardo Dourado, mandou um perguntando da onde sairia. Combinei com ele nas Bolas do Clóvis, para quem não é de Registro ou não conhece as Bolas do Clóvis, clique aqui.

Um pouco depois das 7 horas cheguei no ponto combinado, lá estavam o Rodrigo Guimarães, Fernando Fert e Ricardo Dourado. O Rodrigo foi para Jacupiranga e o Fernando e o Ricardo decidiram ir comigo. Nos meus planos estavam passar pela trilha do sabão e algumas estradas próximas aos bairros Ribeirão de Registro, Raposa e Boa Vista e ir para o Bamburral pela margem do Rio Ribeira.

Passamos por trás do Condomínio Blue para chegar na estrada das Areias. Antes, logo que saia da estrada principal, atrás do "lixão", era um caminho, agora a máquina passou e está mais larga, mas como passou a poucos dias está tudo lamacento. Foi feita algumas fotos, mas sem novidades na trilha, inclusive os cachorros que dão uns corridões nos ciclistas.

Já do outro lado, mais algumas estradas até a Estrada do Quati para chegar ao bairro Boa Vista. Decidimos descobrir onde ficava uma trilha que sai na SP-139, perguntamos para um morador, tivemos que voltar um pouco, mas o mesmo morador nos encontrou na estrada e nos indicou o lugar. Como a porteira estava fechada, passamos as bicicletas por cima e seguimos para sair no asfalto. No final nem era uma trilha era estrada mesmo.

Entramos no acesso para a Lanchonete Oásis e seguimos pela margem do Rio Ribeira de Iguape até a praça Beira Rio e depois até o acesso ao Tiatã, pedalamos por algumas estradas em meio às plantações de chá até a Fazenda Amaya.

Resolvemos ir até o Chá Ribeira e quase chegando lá, o câmbio traseiro da minha bicicleta entrou no aro e entortou tudo.

Arrumei como deu, ainda bem que deu para colocar numa marcha só e chegar em casa.



No mais o foi um super pedal!!! E agradeço os companheiros que voltaram comigo depois do ocorrido!!!

Vou ter que trocar o câmbio que estava com 500 quilômetros e a gancheira que entortou. Suspeito que o gancho do elástico que estava prendendo a blusa no bagageiro que ocasionou tudo, pois reparei que estava solto quando aconteceu. Outra coisa é que arrumando a bicicleta, nem percebi que estava pisando em um formigueiro e estou com as pernas toda "empelotada".

Espero no próximo final de semana estar com a bicicleta pronta, para mais uma.

As fotos dessa postagem são do Ricardo Dourado, só as do câmbio que são minhas.


Agradeço ao Pai Celestial por mais essa oportunidade.


Até

16 de junho de 2014

Pedal Fail

Eu planejei um percurso de 73 quilômetros, depois um de 93 quilômetros e no final, depois de uma noite mal dormida e má digestão, fiz só 63 quilômetros.

Sai de casa cedo, passei pelo Ussuki, depois a estrada do Capinzal, na estrada do Capinzal segui em frente para a estrada de Morungaba, em Jacupiranga. A estrada entre o Capinzal e a estrada de Morungaba merece ser refeita, muito legal!

Depois voltei pela Cheia Grande, Capinzal e Indaiatuba, onde vim acompanhando a linha férrea.



Até mais.

9 de junho de 2014

XII Pedalada Ecológica - Parque Estadual Campina do Encantado

Eaiiiiiii!!!


Quase um mês sem postar, mas não fiquei sem pedalar! Aproveitei bem os tempos que tive oportunidade. E muito feliz por estar postando mais um pedal com meu irmão, sempre boa companhia.

E esse pedal também foi em Pariquera-Açu, nem dois meses atrás ele fizeram um "puta" evento, o Caminho Febre do Rato, e agora a XII Pedalada Ecológica.


Nos outros anos não pude ir, mas nesse ano queria participar. Na sexta e no sábado até pensei em desistir pela chuva que estava, mas a previsão dizia que não iria chover.

Agora existem três grupos de ciclistas em Registro, o MTB Ride, o Bike Saúde e o Pedal Green. O MTB Ride sai às 19 horas, geralmente às segundas e quartas, nas "Bolas do Clóvis", o Bike Saúde sai às 19h30 da prefeitura e o Pedal Green geralmente faz os pedais de dia. No final, O MTB Ride vai para a prefeitura para se juntar com o Bike Saúde e formam um grupão.

E se comunicando pelo "ZapZap" combinei com Ricardo Dourado, que conheci no pedal de segunda, de encontrá-lo Posto Buenos Aires às 7h15. 

E fomos de boa, quase chegando em Pariquera-Açu o Marcus e o Rubinho passaram por nós de carro. Chegamos lá quase 8h30 e corremos fazer as inscrições. Logo em seguida chega meu irmão, o Jarbas Junior. E um tempo depois o Cido França.

Também vi minhas colegas do CRAS, a Sidnéia e Luciana, com o Clube de Desbravadores.

Ficamos na concentração aguardando a saída e 9h30 foi "dada a largada". 

Esses eventos sempre são muitos legais, mas sempre tem uns "espírito de porco" para chamar a atenção, dessa vez estavam soltando bombas, mas um dos estouros foi o pneu da bike do Rubinho, esse foi acidente. O importante é saber que sempre terá muito mais pessoas de bem!


Com 4,5 quilômetro fizeram a primeira parada e com o avançado da hora, muitos tinham que retornar para Registro, então preferimos tocar em frente. Eu, meu irmão e mais dez pessoas. Eu só disse para o Marcus que era tudo marcado e só tocar em frente.

Fomos de boa parando nas placas para reagrupar e 10h55 chegamos lá. Só comi o cachorro quente e tomei um "baita" copo de 200 ml de Guaraná Dolly. Eu não tenho nada contra a Dolly, mas sim contra os copos de 200 ml. rsrsrs

11h10, os batedores nem tinham chego ainda e já estávamos voltando. Eu calculei pelo Google Maps e voltando pelo Braço Preto era um pouco mais perto, mas me esqueci da quantidade da subidas. O Rubinho e o Marcus Cortez devem ter gostado!!! Mas os demais não devem ter gostado não, inclusive meu irmão!!! Depois da cagada feita fui para casa do meu irmão almoçar.


Eu tirei poucas fotos, algumas são minhas, outras do meu irmão e outras da organização. E se forem aparecendo outras vou colocando também!!!


O trajeto da ida e da volta.

Ainda voltei pedalando para Registro, o que rendeu mais de 85 quilômetros, foi um bom dia de pedal.

Ano que vem estamos ai de novo!!!

Obrigado a todos, valeu!!!!


Agradeço ao Pai Celestial!!!

17 de maio de 2014

Registro - Pariquera-Açu e Caminho Febre do Rato

Estava marcado de pedalar com meu irmão desde o último sábado, eu sairia de Registro e passaria na casa dele em Pariquera-Açu. Fiquei pensando em um caminho, mas logo defini que seria o Caminho Febre do Rato ou parte dele, já que não seguimos a risca o traçado do evento realizado no dia 13 de abril, mas passaríamos pela parte mais legal. Eu já conhecia pois já pedalei por lá em novembro do ano passado, confira aqui.

Fiquei acompanhando as previsões do tempo, que não eram muito animadoras, mas amanheceu um dia super bonito.

Saí de casa um pouco antes das 6 horas e cheguei na casa do Jarbinhas eram exatos 7:21. Antes fiz uma foto no portal de Pariquera-Açu.


Tomamos café e saímos, foi um pedal tranquilo, trocamos muitas ideias e tiramos poucas fotos. Ele só reclamou um pouco das subidas.




Ao passar pela pontezinha o pneu dianteiro escorregou e quando Jarbinhas foi passar falei para passar pela água.


09:15 retornamos para o asfalto.



E com 30 minutos retornamos para a casa do meu irmão. Totalizando 2:05 toda volta.



Na estrada da laranjeirinha encontrei esse caramujo.

Fiz as fotos, mas não queria perder muito tempo, a única meta que estipulei é que a média geral seja acima de 15 Km/h. E hoje consegui 15,3 Km/h.


Fechei o track às 11:02. Mais fotos.

Fiquei feliz por pedalar ao lado do meu irmão, que venham outras oportunidades.


E agradeço ao Pai Celestial por essa oportunidade.

4 de maio de 2014

Baissununga - Travessia pelo Rio Ribeira de Iguape - Boa Vista - Senador Dantas - Angatuba

Animado com a "façanha" da semana passada, também me animei em ir pela Barra do Rio Jacupiranga.

Já tinha preparado os arquivos para o GPS em janeiro para uma trip que não deu certo, ainda bem que lembrei que já tinha e foi só passar para o GPS.

Acordei cedo, mas a bicicleta não estava preparada e saí de casa perto das 7h20.

Fui pelo Jardim São Paulo para chegar logo na margem do Rio Ribeira e pedalei em um ritmo bom. Com 10 quilômetros parei para primeira foto.


Eu já tinha visto esses pontos de ônibus em algumas fotos no feicebuque de amigos, feitos com arcos para transporte de bananas. 


Uma bela casa para passar o final de semana.

Do outro lado do rio, é o Bairro Jurumirim.



Eu nunca tinha passado por essas bandas, não imaginei que teria tantas casas.


Abaixo, a antiga escola: EEPG UEAC "Bairro Baissununga", que hoje serve de estábulo.




Daqui a estrada fica um pouco mais difícil, mas ainda vai piorar.




Não falei que iria piorar.


Encontrei várias pessoas pescando e até dois casais que estavam acampando.


Também encontrei um vaqueiro na estrada e perguntei sobre a travessia. Ele disse para procurar na última fazenda e falar com Valdir, conhecido por Vadico.


Encontrei com um trator com várias pessoas, os cumprimentei mas não perguntei do "Vadico".

Mais um pouco cheguei na fazenda. Não era a Barra do Jacupiranga, mas era o final da estrada, para chegar na barra ainda tinha pouco mais de 2 quilômetros.

Segundo informações do GPS, cheguei na fazenda 9h24 e foram 30,5 quilômetros.



Bati palmas e veio uma senhora, ela disse que com o pessoal do trator também estava o Vadico. Mas que eu esperasse um pouquinho que logo voltariam. Ela falou que o filho dela faz a travessia todo dia para a leiteria, mas vai caminhando até a barra e atravessa em uma canoa.

Enquanto esperava, fazia umas foto de uma cobra d'água.



Logo ouvi o barulho do trator voltando. Esperei eles terminarem o que estavam fazendo e perguntei do Vadico. Ele veio falar comigo e perguntei da travessia. Me indicou para o Valdinho, também conhecido como "Alemão", e ele falou que levaria sem problemas mas teria que esperar até 11h30.

Pensei comigo que uma hora e pouquinho passaria rápido, mas logo bateu o agonia. Vi que tinha sinal de celular e liguei para casa, para falar que chegaria mais tarde.

Perto das 10h40, ouvi me chamarem. Fui ver, falaram que já estavam indo e que eu fosse para o porto.

No porto tinha outro barco de um pessoal que estava indo para uma praia passar a noite pescando.




Foram exatos 3 quilômetros de barco no Rio Ribeira, avistei a barra do Rio Jacupiranga que é bem estreitinha em relação ao Rio Ribeira.

No fim, embarquei no porto da Fazenda JC em Registro e desembarquei no porto da Fazenda JC em Pariquera-Açu. Agradeci pela travessia.


Ao sair do barco, ouvi alguém dizendo que era só seguir na estrada que seriam 18 quilômetros até o asfalto.



Por uns 5 quilômetros é plano, depois vira um sobe e desce. Mas a paisagem compensa.


O dia não estava tão limpo, mas dava para ver Registro.






Escola no Bairro Boa Vista.


Chegando no Bairro Senador Dantas, onde parei na mercearia para comer alguma coisa, que não fosse batata doce, barra de cereias ou bolinho. 


Ainda na mercearia, tinham 6 quilômetros para chegar no asfalto, na Estrada da Laranjeirinha. E quando cheguei nele registrei minha alegria.


Depois passei um óleo na corrente que já estava seca e vim embora.


Foram 65 quilômetros em 3h35 de movimento, isso conta também o barco.

Mais fotos.


Agradeço a todos que me ajudaram nessa pedalada.


E imensamente ao Pai Celestial.