26 de janeiro de 2014

Óculos de proteção

Todos sabem da importância de um óculos de proteção, apesar de não estar na Lei, como o capacete. Ninguém quer estragar o passeio, por inseto incomodando ou correr o risco de prejudicar o olho, que é um orgão bem sensível.

E tem para todos os bolsos e gostos. Eu como não tenho muito cuidado com as coisas, um óculos caro é só para gastar dinheiro.

Então passei a semana procurando nas casas de ferragens, o modelo Kalipso Lince, para substituir outros, do mesmo modelo, que apesar de estarem comigo há mais de 2 anos, insistem em quebrar no mesmo lugar, a perna esquerda.

Kalipso Lince
Não encontrei do mesmo modelo, encontrei o modelo Guepardo. Comprei um só para ver se me adaptava e para a minha surpresa, ele se ajusta melhor que o modelo Lince.

Kalipso Guepardo

Acabei comprando na Casa Sul, onde já tinha comprado os outros modelos, por R$ 9,61. Baratinho!!!


Fica a dica!!!

Registro - Posto da Polícia Rodoviária Federal - Barra do Azeite

Boasssssshhhhhh!!!


Esse era para ser só um treino, o mais rápido o possível, sem firulas. Nem levei câmera digital por isso, mas tem a do celular e vendo a paisagem e comecei a tirar fotos. Daí já viu!!!

Como sempre pedalo de manhã, resolvi que pedalaria em condições diferentes, com sol forte e um possível vento contra. O problema é que, na sexta-feira, inventei de lavar a caixa d'água que fica em um lugarzinho "lazarento" e estava com uma "baita" dor nas pernas.

Às 15 horas sai de casa e o vento forte já estava a toda, que até em descida tinha que pedalar.

Com menos de 1h15 cheguei em Jacupiranga. As águas da caramanholas estavam para fazer chá, na lanchonete do posto comprei uma garrafa e troquei. E comprei um doce também.

Dei uma diminuída no ritmo e com mais 54 minutos cheguei no Posto da Polícia Rodoviária Federal, na Barra do Azeite. 

Foi nessa hora em que comecei a tirar fotos.

Agora era só voltar para casa, programei uma parada na posto do pedágio em Cajati, mas chegando tinha um funcionário com cara de mal humorado e nem quis pegar mais água. Fiquei fora e comi o doce que comprei.

Voltei para estrada e começou a bater a fome, deixei de parar no Posto Itororó, pensando em encontrar algo aberto em Jacupiranga. Não tinha nada! Fui parar só no Posto 4 irmãos e tomei uma coca e comi uma esfiha.

De barriguinha cheia foi só vir para casa e fechar o track às 19h42.

 



Foram 100,59 quilômetros e pedalados em 4h07.


Valeu, Pai Celestial!!!

19 de janeiro de 2014

Registro - Pariquera-Açu

Ehhhhhhhhheeeeeeeeeeeeeeeeeee!!!!!



Pedal marcado com o Fabrício na noite de sábado, quase que pensei que teria que abortar, mas no final deu tudo certo. Entre conhecer os bairros Indaiatuba e Cheia Grande, próximo ao Capinzal, ou Pariquera-Açu, preferimos Pariquera-Açu.

Aliás, o Fabrício deu uma revitalizada na sua página e em seu blog, inclusive vai rolar o sorteio de um ciclocomputador, participem

Como combinado, cheguei às 7h15 no Posto Buenos Aires. O Fabrício já estava lá, no alto da passarela.






Depois da foto inaugural do dia, pedalamos em um bom ritmo até a entrada da Estrada da Laranjeirinha, onde atravessamos a BR-116.


A tranquilidade

Fomos até o Km 06, na entrada da Braspekoe.


Seguindo para a luz em um caminho bonito!



Ponte com cobertura, creio que a única do vale.

Passando a ponte já está na Estrada do Senador Dantas e seguimos em direção ao bairro.


Passando a placa de 6 quilômetros do Parque Estadual Campina do Encantado, paramos rapidamente para tirar umas chapas de um esquilinho na beira da estrada.



Foi bem rápido, mas deu para fazer umas fotos e depois entrou no mato.

Mas a frente o Fabrício parou para fazer alguns ajustes em seu selim.


E eu aproveitei para fazer uma foto do riozinho que passava perto.


O início do sobe-e-desce.


Depois saimos da Estrada do Senador Dantas, pedalamos menos de 1 quilômetro na Estrada do Angatuba e entramos à direita. Daí não sei o nome da estrada, mas se você está afim de comprar uma daquelas "Plataformas Vibratórias" que vê nos atuais "1406", antes pedale nessa estrada. 

Para quem está de carro deve ser uma maravilha, mas para que vai de bicicleta é uma vibração. Mas não deixa de ser um empecilho para pedalar nessa estrada e apreciar os contornos das montanhas em direção ao litoral e as longas pastagens.



O porcão!
Desse natal ele escapou, mas do próximo??? Ai, um torresminho!!!



Enfim a BR! Asfalto até em casa!




Próximo ao Chá Ribeira, um araminho fura o pneu da minha bicicleta, primeiro tentei ir enchendo até chegar em casa, mas esvaziou muito rápido e a solução foi trocar a câmara.



Apesar da falta de prática, trocamos em poucos minutos.



Nem sempre é bom ter um pneu furado, mas o episódio aconteceu na semana em que o Fabrício publicou sobre a importância de sempre ter um kit.



Em frente ao Jardim Esperança nos despedimos e seguimos para as nossas casas, Fabrício ainda ia aproveitar a tarde para descansar, pois ia trabalhar a noite toda.






As fotos.

Nas primeiras fotos do álbum, vão ver que eu estava limando a coroa do meio da minha bicicleta e o resultado foi bom. Nos últimos dias eu vinha sofrendo com o Chain Suck e até andei caindo por isso. Daí li na Revista Bicicleta que limar as rebarbas poderia solucionar o problema e foi isso que aconteceu. 

Não deixem de ler o relato do Fabrício.

Agradeço ao Fabrício pela companhia! A Dona Daniele por sempre liberar o álvara! E ao Pai Celestial pela proteção e pelas oportunidades.


P.S.: A câmara estava com 3 furos, como dois eram próximos, com dois remendos solucionei o problema. A câmara já está com 4 remendos, vou ver até onde vai.

12 de janeiro de 2014

Giro pela Bulha

Para fechar a semana, que só não pedalei em 3 dias, fiz o quarto pedal para a Bulha. Esse pedal foi mais para conhecer outros acessos para o Mirante do Cruzeiro.

Vou separar o caminho em duas partes. A primeira é chegar até a escola do Bulha.

Eu já conhecia um, que seria ir até o topo da Serra da Bulha, pela estrada da Bulha, na bifurcação, entrar para esquerda, descer até a igreja, subir e descer até a escola.
O que eu fiz neste pedal, foi chegar até a escola indo pela cachoeirinha da Bulha, vai subir do mesmo jeito, mas pelo menos sobe e não desce, tanto, mais.

A segunda parte, é que para ir para a trilha também tem dois caminhos.

O que eu já conhecia, era seguir mais a frente no ponto de ônibus, entrar na direita na plantação de palmito, chegar em espécie de estacionamento, que todos por lá identificam como "aonde tem uma caixa de água virada". E daí entrar na trilha.
Sabia que os dois caminhos se encontravam em uma bifurcação, claro, que eu já conhecia. Então fui até a bifurcação e desci pelo caminho desconhecido. E voltei ao ponto de ônibus.

Explicada a intenção do dia, vou ao relato do pedal do dia.

4 horas da manhã já estava acordado, o relógio iria despertar às 5 horas. Será que estava ansioso?!? Levantei, me arrumei e às 5h38 estava tirando a primeira foto do dia.

Segui tranquilão. Passando o Agrochá, já na estrada de terra, encontrei com uma tropa de cavaleiros, troquei uma ideia com eles, também estava indo para a "Buia". Um deles já estava com um litrão de Skol na mão. Achei estranho, mas é a cultura deles e cultura se respeita!!! Principalmente se esse "Vetor Cultural" está com um chicote na mão!!!

No Taquaruçu, creio que a fúria dos ventos dos últimos dias derrubou o ponto de ônibus. Ainda tiramos umas fotos tempos atrás lá.


Se quiser ver essa com flash clique aqui

Morro do Votupoca quase encoberto

E às 7h33 cheguei na cachoeirinha da Bulha.



Eu só tinha ido até a cachoeirinha, para frente era tudo novidade. E com 500 metros para frente tem uma espécie de "recanto". A porteira estava aberta, mas com uma placa de proibida a entrada bem grande. Então tirei foto da estrada.


Eu sabia que existia uma cachoeira maior na Bulha, encontrei essa, também não sei se é essa a maior. Pedalei mais 1400 metros para chegar nela.


Lembra que eu falei que tinha que subir, pois a hora chegou! 

E quando você quer que a sapatilha não trave, ela trava! Com o câmbio traseiro desregulado deu Chain Suck e deixei um filé do meu joelho pela Bulha.

Cheguei na escola.


Passei pelo ponto de ônibus, que esqueci de tirar foto! E comecei a subir, quando terminei uma subida que pensei ser a última, olhei tinha mais ainda.


Cheguei no lugar em que tem a caixa de água virada e fiquei descansando um pouco. Comi um dos lanches que levei.

Descansado, levantei e cheguei na entrada da trilha.


E depois na bifurcação. Eram 8h44.

Subi pelo caminho da direita e desci pelo da esquerda
Se fosse para subir, estaria em boas condições o acesso, apesar das últimas chuvas.


Descendo.



Cruzeiro!
Agora também tem uma antena lá.


Sai da trilha, mas ainda tem um descidão pedalável.



Voltei para o ponto de ônibus.

O caminho de volta fiz pela estrada principal da bulha, então passei pela escola (não tinha água), subi, desci até a igreja.

Eu já tinha abastecido uma das garrafas na cachoeirinha, mas também já tinha consumido e restava mais uma. Pensei em abastecer na igreja.

Cheguei na igreja, procurei no prédio alguma torneira e nada. Voltei para a bicicleta, peguei a garrafa dei um gole e engoli a água vagarosamente com a sensação de aproveitá-la ao máximo.

De repente, olho para o lado e ááágua.


Nossa que felicidade, tomei abundantemente. O lugar é bem povoado, mas não queria incomodar as pessoas. Mas em último caso, eu pediria nas casas.

Daí tornei a pedalar até o topo da serra, desci, passei pelo Votupoca e só fui parar já na Vila Maciel, onde fiz um lanche.



Tracei uma coca, um isotônico, um saquinho de amendoim e um lanche que levei.

Depois do lanche, só parei em casa. Mas mesmo em movimento, no Agrochá, registrei meu reencontro com o asfalto, que saudade!!!


Cheguei em casa faltavam poucos minutos para 11h30. E pedalei 67,2 quilômetros, em 4h36 de movimento e com média horária de 14,6 quilômetros. 



Segundo o Connect Garmin foram 1720 metros de ascensão.

O ponto mais alto é a bifurcação na trilha.

Álbum de fotos.

Agradeço ao Pai Celestial por mais essa oportunidade e pela proteção nos caminhos.