4 de março de 2014

Segunda-feira de carnaval

No pedal anterior, deixei de conhecer o bairro Indaiatuba. E olhando pelo Google Maps vi que dava para ir pela linha férrea.

Tracei no bikemap e calculei aproximadamente 40 quilômetros.

E já pensei na companhia, Flávião! Quando liguei para ele e perguntei se toparia pedalar, logo já anunciei que era uma furada!

Sei que ele prefere o asfalto, talvez fosse muito lamacento o solo e ainda ele estava um bom tempo longe da bicicleta.



Combinamos de sair 7 horas, me atrapalhei um pouco com as coisas e saímos um pouco atrasado.



Fomos até a borracharia do Capinzal.


Comecinho da estrada. Estava vindo um motociclista, perguntamos se por ali chegaria no Indaiatuba e afirmou que sim.

A BR-116
O primeiro mata-burro
  Ainda tem algumas placas referentes a antiga linha férrea.



Sempre morei em Registro, salvo 3 anos que morei em Curitiba, nunca imaginei que existiria um lugar desse, como na foto abaixo.



O Posto Petropen
Flávião e eu
Só no Zap-Zap
Tomou coragem!
Com quase 8 quilômetros percorridos e 1 hora de pedal desde o início da trilha chegamos no Indaiatuba.


Impressionante, que apesar da distância, tem bom sinal de celular. Talvez seja pela proximidade do Posto Petropen, mas na minha casa não tem sinal da Tim. Revoltante!!!


Voltamos ao pedal e deparamos com essa situação, coisa da roça, uma garrafa de café e dois copos em um apoio feito para isso.


Andamos mais um pouco e paramos no boteco, pedimos uma coca e só tinha de 2 litros. Perguntamos onde era a escola e o rapaz respondeu: lá no ponto onde vocês estavam. Olhei para Flávio e demos risada. Nós vamos voltar lá outro dia só pra tirar essa foto!!!



Do ponto de ônibus até o Capinzal foram realmente 6 quilômetros e em boa parte um sobe e desce lascado. Nisso o Flávio começou a sentir um incômodo nas coxas.


Paramos no mercadinho da vila, tomamos algo que não fosse água  e enchemos as garrafinhas.





Pedalamos mais uns 7 quilômetros para pegar o acesso de volta a borracharia do Capinzal e chegar logo no asfalto. Chegando no asfalto, Flávio que devia estar faminto sentiu um cheiro de carne, fomos para lanchonete comer alguma coisa.

Reabastecido, voltamos para o pedal, dessa vez no estilo "molhatoba".



Chegamos em casa, Dany já estava como o almoço feito e foi aquela alegria.


Foram quase 42 quilômetros que pedalamos e caminhamos em 4h10. Mais fotos

E a corrente que teve um elo extraído nem reclamou!!! Vamos ver até onde vai!!!

E mais uma vez agradeço ao Pai Celestial por mais essa e em tão boa companhia.



Valeu!!!

3 comentários:

  1. Gostei do trajeto, preciso conhecer, parabéns a vc e ao Flávio.

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    1. Vai gostar, lembrei quando você falou de sair na Poçágua. Para mim foi um achado, muito legal, merece vários repeteco.

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  2. Nessa época de chuvas, o mato adquire um verde muito bonito e as fotos ficam lindas. Quantas opções de trajetos vocês têm aí na região de Registro, com paisagens únicas. Gostei muito.

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