24 de março de 2014

Parque Estadual do Rio Turvo - Mirante do Aleixo

Raaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!! 


Mais um pedal, dos grandes, esse final de semana!!! 

Essa vez foi para o Mirante do Aleixo, já tinha ouvido falar e visto algumas fotos. Mas ido mesmo, nunca! O mirante fica dentro do Parque Estadual do Rio Turvo, porém não recebe a mesma atenção.

Como ia passar em Jacupiranga, logo pensei em chamar o Gaúcho. Já pedalei com o Gaúcho, clique aqui, e ele está passando por um momento difícil na vida dele, vendeu as duas motos e está sem diversão. Gaúcho é o tipo do cara que não recusa convite, a não ser que já tenha outro aceito.

Fiquei de confirmar com ele na sexta, mas como estava chovendo e as previsões do tempo não eram boas, então já mandei mensagem para deixarmos para um outro dia.

Quarenta minutos depois a resposta: Vamos lavar até a alma!!!

Putz! O cara vai mesmo!

Combinado para o domingo, 7 da manhã no viaduto de Jacupiranga.

O bom seria que pela primeira vez iria alcançar os 1000 metros de altitude com a bicicleta e estaria nublado, o que impossibilitaria de ver a vista, mas não seria tão castigante como se o dia estivesse ensolarado.

5h30 da manhã sai de casa e um pouco antes das 7 horas estava em Jacupiranga.



Não demorou muito chegou o Gaúcho, fomos até um posto da marginal para tomar um café, mas estava fechado, então voltamos para o centro até a padaria.


O relógio marcava 07h32 quando retornamos para a estrada, daí é só conversa e pedal.

O que chamava a atenção, para um domingo, era o fluxo intenso de carretas.


Em Cajati
Com 17 quilômetros, o único pneu furado.


A nota triste ficou pelo caminhão dos Correios que tombou no Km 498 - Sentido Sul, teve sua carga, em partes, saqueada e tinha vários pacotes abertos ao longo da pista, inclusive uma caixa de sapatilha da Shimano.


Quando aliviava o trânsito nós pedalávamos, mas quando o fluxo de carretas apertava ai o jeito era empurrar a bicicleta no cantinho. Bem diferente do dia em que fui até o bairro Capelinha. Aqueles bi-trem, vissshhhhh!







12h10 chegamos no acesso para o Mirante, ai sim digno de empurrar a bicicleta. No Km 520 da BR-116.




Empurrávamos morro a cima, quando víamos que ia dar uma aliviadinha era uma descida! Meu Deus, vai ter que subir tudo de novo!!!





Depois de 4,5 quilômetros e 1h20 chegamos no Mirante, que na verdade não dava para mirar nada!!! O relógio marcava 13h30.



Em uma aberturinha deu para tirar uma foto mais nítida.


Sempre passei por essa estrada, entre 2001 e 2003 pelo menos 2 vezes por mês, mas nunca pensei que tinha uma torre ali.


Além da torre da Embratel, tem várias outras torres, inclusive de internet.



14h10 começamos a descida. Como a descida tem alguns trechos com muito limo, fizemos com cautela. E também aproveitamos para tirar umas fotos melhores, pois a neblina tinha dissipado, um pouco.







A descida foi feita em 30 minutos, bem mais rápido!


Se voltássemos alguns metros pela BR, encontraríamos um retorno, mas para não arriscar resolvemos seguir por 2 quilômetros e acessar a pista sentido sul em um lugar mais seguro.

Para descer, meu Deus, é muito louco, muita velocidade. E rola até um medinho!



Viemos pedalando devagar, minha pressa só era chegar em casa ainda com luz natural.


Em Cajati, o Gaúcho que já estava cansadão, falou para mim ir na frente.  Nada disso, se saímos juntos, voltamos juntos!

17h12 me despedi do Gaúcho. Ele tinha pedalado 100 quilômetros. E já deixamos em aberto um outro pedal, que até o momento da edição dessa postagem já tinha sido marcado, já tinha destino e mais um integrante.

E pedalei forte para Registro, apenas parei no Posto 4 irmãos para pegar água e segui.

E 18h17 redondinho fechei o track.

O track, no Sports Tracker.

Foram 159.78 quilômetros em 9h51 min. Mais fotos.

Obrigado ao Gaúcho pela companhia, essa não dava para encarar sozinho.




Agradeço ao Pai Celestial por ter concedido mais essa oportunidade e pela proteção.

4 comentários:

  1. Sensacional Paulo. Quase 160 km !!! Está de parabéns, e que locais bonitos. E digno de nota foi o companheirismo demonstrado para com o Gaúcho. Aqui também temos esse lema: se saímos juntos chegamos juntos.

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    1. Muito obrigado, Wilson! Pena que estava tudo muito fechado. O Gaúcho é um bom companheiro, fiz aquilo que ele faria por qualquer pessoa.

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  2. pedal para guerreios. meus parabens

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  3. Poisé...Pedal sozinho te dá liberdade no ritmo e rota, mas amizade e segurança ficam de lado. Força na canela aí Paulo!

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