19 de maio de 2013

Ribeirão Branco das Palmeiras e Jurumirim

Boasssssssssssss!!!


Motivado por uma reportagem que vi no Jornal Regional do dia 3 de maio, onde mostrava que será realizado entre os dias 30 de maio e 2 de junho o primeiro curso de Sistemas Agroflorestais de Turismo de Base resolvi conhecer esse parte do município de Registro que ainda não conhecia, ou melhor, conhecia apenas pelo Mapa da Zona Rural. Depois de tirar as dúvidas com um colega do trabalho que trabalhou muito tempo visitando a Zona Rural, confirmei que o Ribeirão Branco do Motta e Ribeirão Branco das Palmeiras se tratavam do mesmo lugar.


Visto no Google Maps, coletados os Waypoints criei o trajeto.

Convidei o Fabrício, que no primeiro momento não pode aceitar o convite por conta da escala do trabalho, mas depois retornou confirmando o convite.

Combinado o horário e ponto de encontro, era só torce pela melhora no tempo que no sábado passou chovendo o dia todo.

Então 7h30 do domingo estávamos lá no Posto Ongarato, ele havia chegado um pouco mais cedo.

E tocamos pela BR-116, até a entrada do Bairro Ribeirão Branco das Palmeiras, quando saímos do asfalto, o marco quilométrico é o 434 e fica em frente a "Parada Natural".

Logo que entramos na estrada de terra já enfrentamos a lama, resultado das chuvas do dia anterior. Fomos pedalando " na boa", parando vez ou outra para tirar uma foto, que estava difícil em um dia cinzento.

Até que chegamos a vila, como toda vila tem sua igrejinha, sua escola, seu barzinho e um campo de futebol.

A lama sempre nos acompanhando, passamos por uma gruta com uma santa e depois de me confundir com o GPS, consegui identificar o caminho certo e nessa descobrimos o nome da fazenda onde ficava a gruta: Nossa Senhora Aparecida.

Mais a frente, uma antiga escola que tive a impressão de já ter estado ali, uma pena não ter tirado uma foto. Gosto de tirar fotos de escola já desativada e publicá-las, sempre aparece um ou outro que tem uma estória boa para contar sobre ela.

Encontramos alguns colegas de serviço do Fabrício e ficamos trocando algumas palavras, nos ofereceram água, mas estávamos bem abastecidos.


Depois de 14 quilômetros pedalando em estrada de terra chegamos ao Bairro Jurumirim e também as margens do Rio Ribeira de Iguape.

Ficamos um tempo na frente da Escola Estadual Hiroshi Sakano e logo veio um morador perguntar se estávamos vindo de Iguape e se a estrada estava ruim. Explicamos que havíamos saído dali mesmo. 

Fomos seguindo pela margem, parando para fazer algumas fotos e com 12,5 quilômetros chegamos a ponte.

Para aproveitar um pouco mais a pedalada no outro lado da ponte descemos pelas escadarias até Parque Prefeito José Mendes, pedalamos por ele até a Rua Joaquim Marques Alves e depois até a SP-193, onde no trevo da estrada do Xangrilá nos despedimos e segui para casa. Mas antes  tirei uma foto no Monumento da Imigração Japonesa, não tinha essa foto ainda e não desperdicei a oportunidade.


Como a reportagem dizia é uma região como muita mata ainda e em alguns lugares bem fechada. Muitas propriedades com tanques para peixe e palmeiras. Mas não encontrei o Sítio Coisas da Roça onde será ministrado o curso.

Quem quiser ver o álbum de fotos é aqui. O trajeto no Wikiloc é aqui.

A rota da forma que fiz, esse é só o arquivo.

O ciclocomputador no final anotava 51,07 quilômetros que foram feitos em 3h16 de pedal.

Confiram também no blog Ciclotur.

Em tempo, gostaria de dizer que o fato de não ter um GPS não impossibilita ninguém de conhecer esses lugares, eu conheci muitos lugares sem o uso de GPS, só olhando mais atentamente aos caminhos no Google Maps e desbravando.

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