7 de abril de 2014

Nas cachoeiras da Bulha

Essa aventura começou a ser arquitetada, um dia depois de eu e o Gaúcho ter ido no Mirante do Aleixo, o Arno perguntou se tinha algo marcado para o dia 06 de abril e logo dei o destino. Fizemos alguns convites, mas sem efeito.

Gosto muito dessa região de Registro, tem trechos plano e em serra que passa dos 100 metros de altitude e de quebra tem cachoeiras e o mirante, o mirante já pertence ao município de Eldorado.

Até o final de sábado tinha como confirmados, eu, Fabrício, Arno, Gaúcho e as batatas doce que eu levei por causa do Gaúcho. 

A saída ficou marcada em frente ao Alan Bikes, às 7 horas. Creio que cheguei um pouco antes das 7 horas, mas o Fabrício já estava lá. Cheguei no mesmo instante que o Arno. Era só esperar o Gaúcho, que viria de Jacupiranga. 

Gaúcho começou a demorar, ligamos para ele, ele tava dormindo, quando se deu conta pediu perdão. Um sangue bom como o Gaúcho sempre será perdoado pelo que faz pelos seus semelhantes. 

Então um pouco antes das 7h15 saímos, daí foi só conversa, pedal tranquilo e fotos.























As 10h20 chegamos na primeira cachoeira, ficamos um pouco por lá. Depois eu e o Fabrício fomos até a cachoeira maior, que fica 2 quilômetros a frente.









Na volta para a primeira cachoeira, entramos em uma espécie de clube, com uma pequena estrutura. Apesar da placa de propriedade particular entramos pois não iríamos mexer com nada.







A foto abaixo é na primeira cachoeira, acima da queda, onde abasteci a caramanhola.




Um pouco antes das 11h15 começamos o retorno. Nesse momento a bicicleta do Arno apresentou problemas nos freios e depois no canote.

Ainda na subida da serrinha do Cesar Leite, paramos uma caminhonete para pedir carona, mas estava carregada de mudas.

Então chegando próximo à vila do Votupoca, deixei os dois e fui até o telefone público para ligar para a esposa do Arno para ir buscá-lo. 

Esse é o melhor serviço de socorro que existe, o Fabrício já solicitou, Arno foi a primeira vez e o meu serviço de socorro daqui uns dois meses já está funcionando. Mesmo assim, já usei esse tipo de socorro, meu irmão já foi me resgatar às 22 horas em Iguape. São nossos  familiares salvando a gente, metidos a ciclistas, das frias em que nos enfiamos!!!

Como a esposa do Arno só conhecia até o Taquaruçu o Fabrício foi na frente para indicar o caminho em que eu e o Arno estávamos vindo.





Próximo à Vila Maciel, a esposa do Arno nos encontrou, acomodamos a bicicleta no bagageiro do carro, nos despedimos e sai correndo para ver se ainda encontrava o Fabrício, mas não encontrei. O Arno ainda iria buscar seu filho em um Campeonato de Xadrez em São Paulo.




Foi uma manhã de domingo bem aproveitada, cheguei em casa eram quase 14 horas e deu para descansar um pouco ainda. 

Mais fotos.

Não deixem de também conferir no blog do Fabrício. É só clicar na imagem.



Agradeço ao Pai Celestial.

Até mais.

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