12 de janeiro de 2014

Giro pela Bulha

Para fechar a semana, que só não pedalei em 3 dias, fiz o quarto pedal para a Bulha. Esse pedal foi mais para conhecer outros acessos para o Mirante do Cruzeiro.

Vou separar o caminho em duas partes. A primeira é chegar até a escola do Bulha.

Eu já conhecia um, que seria ir até o topo da Serra da Bulha, pela estrada da Bulha, na bifurcação, entrar para esquerda, descer até a igreja, subir e descer até a escola.
O que eu fiz neste pedal, foi chegar até a escola indo pela cachoeirinha da Bulha, vai subir do mesmo jeito, mas pelo menos sobe e não desce, tanto, mais.

A segunda parte, é que para ir para a trilha também tem dois caminhos.

O que eu já conhecia, era seguir mais a frente no ponto de ônibus, entrar na direita na plantação de palmito, chegar em espécie de estacionamento, que todos por lá identificam como "aonde tem uma caixa de água virada". E daí entrar na trilha.
Sabia que os dois caminhos se encontravam em uma bifurcação, claro, que eu já conhecia. Então fui até a bifurcação e desci pelo caminho desconhecido. E voltei ao ponto de ônibus.

Explicada a intenção do dia, vou ao relato do pedal do dia.

4 horas da manhã já estava acordado, o relógio iria despertar às 5 horas. Será que estava ansioso?!? Levantei, me arrumei e às 5h38 estava tirando a primeira foto do dia.

Segui tranquilão. Passando o Agrochá, já na estrada de terra, encontrei com uma tropa de cavaleiros, troquei uma ideia com eles, também estava indo para a "Buia". Um deles já estava com um litrão de Skol na mão. Achei estranho, mas é a cultura deles e cultura se respeita!!! Principalmente se esse "Vetor Cultural" está com um chicote na mão!!!

No Taquaruçu, creio que a fúria dos ventos dos últimos dias derrubou o ponto de ônibus. Ainda tiramos umas fotos tempos atrás lá.


Se quiser ver essa com flash clique aqui

Morro do Votupoca quase encoberto

E às 7h33 cheguei na cachoeirinha da Bulha.



Eu só tinha ido até a cachoeirinha, para frente era tudo novidade. E com 500 metros para frente tem uma espécie de "recanto". A porteira estava aberta, mas com uma placa de proibida a entrada bem grande. Então tirei foto da estrada.


Eu sabia que existia uma cachoeira maior na Bulha, encontrei essa, também não sei se é essa a maior. Pedalei mais 1400 metros para chegar nela.


Lembra que eu falei que tinha que subir, pois a hora chegou! 

E quando você quer que a sapatilha não trave, ela trava! Com o câmbio traseiro desregulado deu Chain Suck e deixei um filé do meu joelho pela Bulha.

Cheguei na escola.


Passei pelo ponto de ônibus, que esqueci de tirar foto! E comecei a subir, quando terminei uma subida que pensei ser a última, olhei tinha mais ainda.


Cheguei no lugar em que tem a caixa de água virada e fiquei descansando um pouco. Comi um dos lanches que levei.

Descansado, levantei e cheguei na entrada da trilha.


E depois na bifurcação. Eram 8h44.

Subi pelo caminho da direita e desci pelo da esquerda
Se fosse para subir, estaria em boas condições o acesso, apesar das últimas chuvas.


Descendo.



Cruzeiro!
Agora também tem uma antena lá.


Sai da trilha, mas ainda tem um descidão pedalável.



Voltei para o ponto de ônibus.

O caminho de volta fiz pela estrada principal da bulha, então passei pela escola (não tinha água), subi, desci até a igreja.

Eu já tinha abastecido uma das garrafas na cachoeirinha, mas também já tinha consumido e restava mais uma. Pensei em abastecer na igreja.

Cheguei na igreja, procurei no prédio alguma torneira e nada. Voltei para a bicicleta, peguei a garrafa dei um gole e engoli a água vagarosamente com a sensação de aproveitá-la ao máximo.

De repente, olho para o lado e ááágua.


Nossa que felicidade, tomei abundantemente. O lugar é bem povoado, mas não queria incomodar as pessoas. Mas em último caso, eu pediria nas casas.

Daí tornei a pedalar até o topo da serra, desci, passei pelo Votupoca e só fui parar já na Vila Maciel, onde fiz um lanche.



Tracei uma coca, um isotônico, um saquinho de amendoim e um lanche que levei.

Depois do lanche, só parei em casa. Mas mesmo em movimento, no Agrochá, registrei meu reencontro com o asfalto, que saudade!!!


Cheguei em casa faltavam poucos minutos para 11h30. E pedalei 67,2 quilômetros, em 4h36 de movimento e com média horária de 14,6 quilômetros. 



Segundo o Connect Garmin foram 1720 metros de ascensão.

O ponto mais alto é a bifurcação na trilha.

Álbum de fotos.

Agradeço ao Pai Celestial por mais essa oportunidade e pela proteção nos caminhos.

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