Olá!
Confirmando a máxima que diz que "nada se cria, tudo se copia", olhando no Wikiloc, copiei um track que um argentino fez, desviando da Serra de Biguá.
Era início de julho desse ano, perguntei sobre a região para o Fabrício e ele falou que era o Morro Seco. Pesquisando, descobri que se trata de uma região de Quilombo. Entrou na lista dos "para fazer".
Sai cedinho de casa, fui em um ritmo tranquilo, no KM 419 da BR-116 - PR/SP entrei para na estrada a direita. Estrada tranquila, muitos cantos de pássaros, inclusive um que produzia uma "ra-ta-ta-ta"! rsrsrs E um lagão, onde tirei várias fotos.
Era início de julho desse ano, perguntei sobre a região para o Fabrício e ele falou que era o Morro Seco. Pesquisando, descobri que se trata de uma região de Quilombo. Entrou na lista dos "para fazer".
Sai cedinho de casa, fui em um ritmo tranquilo, no KM 419 da BR-116 - PR/SP entrei para na estrada a direita. Estrada tranquila, muitos cantos de pássaros, inclusive um que produzia uma "ra-ta-ta-ta"! rsrsrs E um lagão, onde tirei várias fotos.
Logo saí da estrada maior, ao passar pela placa que indicava o Quilombo, vi a igrejinha no alto e fui tirar foto, pelo tamanho do barracão ao lado e as barraquinhas, as festas devem ser grandes.
Nessa estrada já começa a ficar com mata mais fechada e eu fiquei imaginando o argentino passando de noite ali. Assim que a vegetação se abre dá pra ver o "mar" de eucaliptos.
Tem vários locais com água e alguns até para um "tchibum", mas como esqueci do repelente, se parasse para marcar no GPS, era para ser picado pelas mutucas. Mesmo sem parar, já tava difícil.
Mais ou menos, da metade para frente a estrada já fica mais larga e as casa já ficam mais próximas e sempre com a plaquinha "geladinho". E o terreno, por estar na mesma região, é muito parecido com a estrada do Despraiado.
Com 51,5 quilômetros cheguei na SP-222, no bairro do Itimirim. Descansei e arrematei a pera que levei. Como era o Km 18, iria até o Km 11 para o início da serra, com a 2ª faixa. Enquanto não chegava a subida da serra, não passei susto com os carros que iam no mesmo sentido, mas com os que saiam para ultrapassar no outro sentido.
Comecei a subir a serra, mas logo parei na lanchonete e mandei uma coca e os dois lanches que levei. De barriga cheia, voltei a subir. Para descer, só larguei e curti o embalo. Não parei para tirar foto, mas deu para ver que o salto do Rio Biguá estava com um volume maior de água e estava bonito de ver.
Eram quase 11 horas, quando voltei para BR-116 e tinha 45 quilômetros para chegar em casa. Pedalei tranquilo apenas com a intenção de chegar antes das 13 horas.
Comecei a subir a serra, mas logo parei na lanchonete e mandei uma coca e os dois lanches que levei. De barriga cheia, voltei a subir. Para descer, só larguei e curti o embalo. Não parei para tirar foto, mas deu para ver que o salto do Rio Biguá estava com um volume maior de água e estava bonito de ver.
Eram quase 11 horas, quando voltei para BR-116 e tinha 45 quilômetros para chegar em casa. Pedalei tranquilo apenas com a intenção de chegar antes das 13 horas.
Deixei de tirar fotos de duas igrejas, uma Oliveira Barros e outra em Cedro.
O único incômodo é ter que pedalar na contramão depois que passa a ponte do Rio Ribeira de Iguape. Enquanto não fica pronta a ciclovia na ponte tem que ser assim.
Passei no Posto Ongarato e encontrei com Clepa que estava em serviço, trocamos uma ideia e vim para casa. Fechei o track às 12h56.
A baixa fica pelo tamanduá-mirim que encontrei atropelado na beira da estrada.
Passei no Posto Ongarato e encontrei com Clepa que estava em serviço, trocamos uma ideia e vim para casa. Fechei o track às 12h56.
A baixa fica pelo tamanduá-mirim que encontrei atropelado na beira da estrada.
Mais fotos.
Track no Wikiloc.
Foram 119 quilômetros em 5h46 pedalados.
Agradeço ao Pai Celestial por mais essa.
Valeu!!!
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