Dias de folga e não consegui ir para a Comunidade Quilombola Morro Seco, se contentar em andar por aqui mesmo.
Problemas resolvidos na parte da manhã e quase toda a tarde livre para uns quilômetros. Só restava saber para onde, gosto de visualizar no Google Maps, coletar os waypoints e traçar a rota. No final deu mais ou menos isso!
Saí de casa passava um pouco das 12h30. Fui pela Avenida Ulisses Guimarães até o final, ou seja, até sair lá na estrada Xangrilá-Agrochá. Para minha surpresa na parte menos povoada desse trecho, onde só passa trator, cavalo, bicicleta, tudo menos um carro, um cara enfiou o carro (novo) para fazer a cabeça. Não fiquei esperando para saber como ele tirou o carro de lá.
Depois passei pelo Agrochá, Taquaruçu até a entrada da Fazenda São Lourenço, onde sai da estrada.
Segui até a primeira bifurcação, onde a estrada ficou um pouco mais fechada. Mas a estrada ficou fechada mesmo, como estradinha de fusca, às vezes nem de fusca, depois de um lugar que tinha uma igreja azul no alto que no acesso à ela tinha uma cruz de duas traves, que pesquisando descobri ser a Cruz de Lorena. Depois descobri que a igreja aqui em Registro pertence a um grupo espírita que fazem um trabalho muito bonito em prol dos Deficientes.
Depois disso a estrada fechou de vez, com casas abandonadas à beira da estrada, bem sombrio. Assustador!
Umas casas, devia ser uma colônia, até com um sobrado, todos abandonados. Mas para frente vi um senhor pescando e perguntei onde estava, ele disse Quilombo, depois fiquei olhando para trás para ver se ele era real. rsrsrsrs
Mas um tanto de estrada para conseguir chegar na estrada que liga o Agrochá a vilinha do Capinzal, voltei para casa.
No final 34,4 quilômetros em 2h12. Track.
Graças a Deus, nenhum pneu furado e graças a Deus de novo porque se tivesse furado eu pedalaria com ele furado mesmo.
Graças a Deus, nenhum pneu furado e graças a Deus de novo porque se tivesse furado eu pedalaria com ele furado mesmo.
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